Vaticano no YouTube

E a Santa Sé agora tem um usuário (para não dizer ‘canal’) no site de compartilhamento de vídeos YouTube. :) É mais uma vitória para o catolicismo mundial. Contudo, os vídeos que o Vaticano vier a postar no site não estarão ainda disponíveis em português. :(  

Mas, não tem problema não… O que importa mesmo é que a Igreja vá avançando cada vez mais nos meios tecnológicos, especialmente a Internet. ;)

A notícia vem da Canção Nova e ela mesmo publicou a mensagem na íntegra do Santíssimo Papa Bento XVI nesse 43º dia mundial das Comunicações Sociais. Boa leitura a todos! 

[Ah, já ia me esquecendo... visite o vídeo que fizeram em comemoração a essa data tão importante que o catolicismo está celebrando - boa interação!]

“Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”

Amados irmãos e irmãs,

Aproximando-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais, é com alegria que me dirijo a vós para expor-vos algumas das minhas reflexões sobre o tema escolhido para este ano: “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”.

Com efeito, as novas tecnologias digitais estão a provocar mudanças fundamentais nos modelos de comunicação e nas relações humanas. Estas mudanças são particularmente evidentes entre os jovens que cresceram em estreito contato com estas novas técnicas de comunicação e, consequentemente, sentem-se à vontade num mundo digital que entretanto para nós, adultos que tivemos de aprender a compreender e apreciar as oportunidades por ele oferecidas à comunicação, muitas vezes parece estranho. Por isso, na mensagem deste ano, o meu pensamento dirige-se de modo particular a quem faz parte da chamada geração digital: com eles quero partilhar algumas ideias sobre o potencial extraordinário das novas tecnologias, quando usadas para favorecerem a compreensão e a solidariedade humana. Estas tecnologias são um verdadeiro dom para a humanidade: por isso devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades, sobretudo de quem está necessitado e é vulnerável.

A facilidade de acesso a telemóveis e computadores juntamente com o alcance global e a onipresença da internet criou uma multiplicidade de vias através das quais é possível enviar, instantaneamente, palavras e imagens aos cantos mais distantes e isolados do mundo: trata-se claramente duma possibilidade que era impensável para as gerações anteriores. De modo especial os jovens deram-se conta do enorme potencial que têm os novos meios de comunicação para favorecer a ligação, a comunicação e a compreensão entre indivíduos e comunidade, e usam-nos para comunicar com os seus amigos, encontrar novos, criar comunidades e redes, procurar informações e notícias, partilhar as próprias ideias e opiniões. Desta nova cultura da comunicação derivam muitos benefícios: as famílias podem permanecer em contato apesar de separadas por enormes distâncias, os estudantes e os investigadores têm um acesso mais fácil e imediato aos documentos, às fontes e às descobertas científicas e podem por conseguinte trabalhar em equipa a partir de lugares diversos; além disso a natureza interativa dos novos meios facilita formas mais dinâmicas de aprendizagem e comunicação que contribuem para o progresso social.

Embora seja motivo de maravilha a velocidade com que as novas tecnologias evoluíram em termos de segurança e eficiência, não deveria surpreender-nos a sua popularidade entre os utentes porque elas respondem ao desejo fundamental que têm as pessoas de se relacionar umas com as outras. Este desejo de comunicação e amizade está radicado na nossa própria natureza de seres humanos, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas. À luz da mensagem bíblica, aquele deve antes ser lido como reflexo da nossa participação no amor comunicativo e unificante de Deus, que quer fazer da humanidade inteira uma única família. Quando sentimos a necessidade de nos aproximar das outras pessoas, quando queremos conhecê-las melhor e dar-nos a conhecer, estamos a responder à vocação de Deus, uma vocação que está gravada na nossa natureza de seres criados à imagem e semelhança de Deus, o Deus da comunicação e da comunhão.

O desejo de interligação e o instinto de comunicação, que se revelam tão naturais na cultura contemporânea, na verdade são apenas manifestações modernas daquela propensão fundamental e constante que têm os seres humanos para se ultrapassarem a si mesmos entrando em relação com os outros. Na realidade, quando nos abrimos aos outros, damos satisfação às nossas carências mais profundas e tornamo-nos de forma mais plena humanos. De fato amar é aquilo para que fomos projetados pelo Criador. Naturalmente não falo de relações passageiras, superficiais; falo do verdadeiro amor, que constitui o centro da doutrina moral de Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças” e “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (cf. Mc 12, 30-31). Refletindo, à luz disto, sobre o significado das novas tecnologias, é importante considerar não só a sua indubitável capacidade de favorecer o contato entre as pessoas, mas também a qualidade dos conteúdos que aquelas são chamadas a pôr em circulação. Desejo encorajar todas as pessoas de boa vontade, ativas no mundo emergente da comunicação digital, a que se empenhem na promoção de uma cultura do respeito, do diálogo, da amizade.

Assim, aqueles que operam no setor da produção e difusão de conteúdos dos novos “media” não podem deixar de sentir-se obrigados ao respeito da dignidade e do valor da pessoa humana. Se as novas tecnologias devem servir o bem dos indivíduos e da sociedade, então aqueles que as usam devem evitar a partilha de palavras e imagens degradantes para o ser humano e, consequentemente, excluir aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, envilece a beleza e a intimidade da sexualidade humana, explora os débeis e os inermes.

As novas tecnologias abriram também a estrada para o diálogo entre pessoas de diferentes países, culturas e religiões. A nova arena digital, o chamado cyberspace, permite encontrar-se e conhecer os valores e as tradições alheias. Contudo, tais encontros, para ser fecundos, requerem formas honestas e correctas de expressão juntamente com uma escuta atenciosa e respeitadora. O diálogo deve estar radicado numa busca sincera e recíproca da verdade, para realizar a promoção do desenvolvimento na compreensão e na tolerância. A vida não é uma mera sucessão de fatos e experiências: é antes a busca da verdade, do bem e do belo. É precisamente com tal finalidade que realizamos as nossas opções, exercitamos a nossa liberdade e nisso, isto é, na verdade, no bem e no belo, encontramos felicidade e alegria. É preciso não se deixar enganar por aqueles que andam simplesmente à procura de consumidores num mercado de possibilidades indiscriminadas, onde a escolha em si mesma se torna o bem, a novidade se contrabandeia por beleza, a experiência subjectiva sobrepõem-se à verdade.

O conceito de amizade logrou um renovado lançamento no vocabulário das redes sociais digitais que surgiram nos últimos anos. Este conceito é uma das conquistas mais nobres da cultura humana. Nas nossas amizades e através delas crescemos e desenvolvemo-nos como seres humanos. Por isso mesmo, desde sempre a verdadeira amizade foi considerada uma das maiores riquezas de que pode dispor o ser humano. Por este motivo, é preciso prestar atenção a não banalizar o conceito e a experiência da amizade. Seria triste se o nosso desejo de sustentar e desenvolver on-line as amizades fosse realizado à custa da nossa disponibilidade para a família, para os vizinhos e para aqueles que encontramos na realidade do dia-a-dia, no lugar de trabalho, na escola, nos tempos livres. De fato, quando o desejo de ligação virtual se torna obsessivo, a consequência é que a pessoa se isola, interrompendo a interação social real. Isto acaba por perturbar também as formas de repouso, de silêncio e de reflexão necessárias para um são desenvolvimento humano.

A amizade é um grande bem humano, mas esvaziar-se-ia do seu valor, se fosse considerada fim em si mesma. Os amigos devem sustentar-se e encorajar-se reciprocamente no desenvolvimento dos seus dons e talentos e na sua colocação ao serviço da comunidade humana. Neste contexto, é gratificante ver a aparição de novas redes digitais que procuram promover a solidariedade humana, a paz e a justiça, os direitos humanos e o respeito pela vida e o bem da criação. Estas redes podem facilitar formas de cooperação entre povos de diversos contextos geográficos e culturais, consentindo-lhes de aprofundar a comum humanidade e o sentido de corresponsabilidade pelo bem de todos. Todavia devemo-nos preocupar por fazer com que o mundo digital, onde tais redes podem ser constituídas, seja um mundo verdadeiramente acessível a todos. Seria um grave dano para o futuro da humanidade, se os novos instrumentos da comunicação, que permitem partilhar saber e informações de maneira mais rápida e eficaz, não fossem tornados acessíveis àqueles que já são económica e socialmente marginalizados ou se contribuíssem apenas para incrementar o desnível que separa os pobres das novas redes que se estão a desenvolver ao serviço da informação e da socialização humana.

Quero concluir esta mensagem dirigindo-me especialmente aos jovens católicos, para os exortar a levarem para o mundo digital o testemunho da sua fé. Caríssimos, senti-vos comprometidos a introduzir na cultura deste novo ambiente comunicador e informativo os valores sobre os quais assenta a vossa vida. Nos primeiros tempos da Igreja, os Apóstolos e os seus discípulos levaram a Boa Nova de Jesus ao mundo greco-romano: como então a evangelização, para ser frutuosa, requereu uma atenta compreensão da cultura e dos costumes daqueles povos pagãos com o intuito de tocar as suas mentes e corações, assim agora o anúncio de Cristo no mundo das novas tecnologias supõe um conhecimento profundo das mesmas para se chegar a uma sua conveniente utilização. A vós, jovens, que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação, compete de modo particular a tarefa da evangelização deste “continente digital”. Sabei assumir com entusiasmo o anúncio do Evangelho aos vossos coetâneos! Conheceis os seus medos e as suas esperanças, os seus entusiasmos e as suas desilusões: o dom mais precioso que lhes podeis oferecer é partilhar com eles a “boa nova” de um Deus que Se fez homem, sofreu, morreu e ressuscitou para salvar a humanidade. O coração humano anseia por um mundo onde reine o amor, onde os dons sejam compartilhados, onde se construa a unidade, onde a liberdade encontre o seu significado na verdade e onde a identidade de cada um se realize numa respeitosa comunhão. A estas expectativas pode dar resposta a fé: sede os seus arautos! Sabei que o Papa vos acompanha com a sua oração e a sua bênção.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2009.

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“Tome sua cruz…” – Por que sofremos?

Saudações a vós, irmãos e irmãs em Cristo Jesus Nosso Senhor! Que o amor e a paz da Santíssima Trindade possa estar sempre conosco e que nós, influenciados dessas virtudes divinas, criemos coragem para anunciar bravamente o Evangelho de Cristo a todas as nações, já que a nossa sociedade tem tanta sede de graça e alegria. Que desfrutemos espiritualmente do sofrimento cristão para podermos alcançar o Reino dos céus, pois, os apóstolos, depois da vinda do Espírito Santo no Cenáculo, pregavam que “é necessário entrarmos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações” (At 14,22). E que exaltemos o Santo Nome do Senhor pelos séculos dos séculos. Amém!

Somos pessoas que necessitamos, para que alcancemos a nossa meta final e principal, de sofrer muito. Sofrer muito significa dar a vida por Jesus Cristo assim como fizeram os apóstolos do Filho do Homem:

O povo insurgiu-se contra eles. Os magistrados mandaram arrancar-lhes as vestes para açoitá-los com varas. Depois de lhes terem feito muitas chagas, meteram-nos na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. Este, conforme a ordem recebida, meteu-os na prisão inferior e prendeu-lhes os pés ao cepo. Pela meia-noite, Paulo e Silas rezavam e cantavam um hino a Deus, e os prisioneiros os escutavam. Subitamente, sentiu-se um terremoto tão grande que se abalaram até os fundamentos do cárcere. Abriram-se logo todas as portas e soltaram-se as algemas de todos (At 16,22-26).

Caríssimos, Deus quer nos falar, através dessa palavra, que, mesmo no sofrimento, é preciso cantar a vitória de Jesus em nossa vida porque, assim como Cristo, vamos ter que suportar a dor. E a melhor maneira de fazer isso é enfrentar as dificuldades com humildade, submissão e amor. Mas, por que sofremos? Essa é uma pergunta que responde ao verdadeiro sentido do cristianismo primitivo: Jesus e São Pedro morreram crucificados; os apóstolos foram perseguidos durante todas as suas vidas de pregação do Evangelho. E aqui está a resposta para o nosso sofrimento: “Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me” (Lc 9,23). Como nos lembrava o Padre Paulo Ricardo em uma pregação, os apóstolos não morreram num iate em Angra dos Reis, eles sofreram o martírio; e nós, “amigos da cruz” [o termo que São Luís de Montfort usou para designar nós, cristãos], somos convocados a, se preciso for, morrer por Jesus Cristo.

Seguir, vir após Jesus, significa renunciar e sofrer. A resposta do nosso sofrimento é essa. Simeão, quando viu Jesus, disse que ele seria “um sinal que provocar[ia] contradições” (Lc 2,34) e é isso realmente que acontece no mundo de hoje ainda! No sermão da montanha, Jesus proclamou, nas bem-aventuranças: “Bem-aventurados sereis vós quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim” (Mt 5,11).

Por sermos pessoas que praticam a Palavra de Deus, seremos sempre perseguidos, pois, “todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4,4) e vice-versa. O destino de todo cristão é o martírio, é o sofrimento, é injúria e a perseguição. Se você é caluniado e alvo de justiças precipitadas por parte do mundo, faça como São Paulo, ore e cante glória a Deus porque és bem-aventurado! Por que você acha que Paulo e Silas cantavam a Deus, sofrendo daquela maneira? Porque sabiam que tinham uma recompensa no céu. Sabendo disso, ao contrário da presunção, eles louvavam ao Pai e bendiziam seu Santo Nome. Eles cantavam a dor porque sabiam que depois todas as portas iam se abrir e todas as algemas iam se soltar. Cantar o sofrimento cristão é saber que, depois da tribulação, há uma recompensa para nós na vida eterna. É por isso que o cristão que quer ir para o céu não pode ser frágil, não pode ser fraco na fé e na oração! Jesus disse que “o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam” (Mt 11,12). Se não formos pessoas dispostas e fortes na oração, não alcançaremos esse Reino de Deus que tanto nos é proclamado pela Igreja.

Que nós possamos, pedindo intercessão a Santíssima Virgem Maria, saber sofrer em Cristo, sendo firmes na tribulação, pessoas que sabem derramar lágrimas, sinais de santificação quando o nosso coração é alvo de críticas e calúnias. Jesus sofreu. Tome sua cruz e seja imitador de Deus, pois, creia, você é filho muito amado do Pai Celeste (cf. Ef 5,1).

Graça e paz.

Traçando paralelos: Obama e aborto versus Bíblia

Minhas mais sinceras saudações a vós, caríssimos irmãos e irmãs em Cristo Jesus Nosso Senhor! Vamos, a partir de hoje, dar a nossas mãos em favor da vida porque o apóstolo Paulo nos exorta bravamente: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito” (Rm 12,2). 

E qual seria o motivo pelo qual hoje devemos dar as nossas mãos definitivamente pela mudança do mundo? O motivo é simples [ou não]: milhões de crianças morrem todos os dias e nós agimos com uma indiferença típica dos pagãos. O aborto está destruindo nossas famílias, nossa sociedade, está desestruturando nosso mundo. Pegue o terço hoje, caro leitor, e reze um terço pelas crianças que todos os dias são abortadas – isso já é uma ação bela, que faz a alegria de Deus. 

É urgente! Agora Barack Obama é presidente dos EUA. O caos que era apenas econômico pode se tornar uma bagunça social e moral. Fazer o quê?! Denunciar. Reclamar. Exigir pelo menos do nosso governo uma atitude a ser tomada porque, se nesse país tão católico, o aborto for aprovado, Deus certamente será tomado de uma tristeza, a qual não pode ser descrita em nenhuma postagem desse simples blog. 

O aborto é um crime e quem o comete deve ir para a cadeira porque mata! E quem mata não pode ficar impune. A misericórdia de Deus age na mesma proporção que denunciamos as obras infrutíferas das trevas. Senhor, tende piedade de nós!

***UPDATE

Eu ainda não tinha visto esse vídeo (anti-bíblico) que nosso querido irmão “Barüack Oubama” havia declarado. Mas, fica aí a dica e a sugestão para nossos colegas bloggueiros do Deus lo vult!, O Possível e O Extraordinário e Contra o Aborto, postarem algo a respeito. Se já fizeram a postagem sobre esse vídeo, desconsiderem a sugestão… Gostaria inclusive de aproveitar a oportunidade e citar o artigo do Jorge Ferraz, “Está consumado”, sobre a posse do presidente [vale a pena ler]. Olha, é realmente lamentável a consideração do presidente sobre a religião. 

Quando ele falava sobre Abraão e Isaac eu me lembrava das sapientíssimas palavras do nosso Santíssimo Catecismo:

Para descobrir a intenção dos autores sagrados, é preciso ter em conta as condições do seu tempo e da sua cultura, os gêneros literários em uso na respectiva época, os modos de sentir, falar e narrar correntes naquele tempo. Porque a verdade é proposta e expressa de modos diversos, em textos históricos de vária índole, ou proféticos, ou poéticos ou de outros gêneros de expressão. (Catecismo da Igreja Católica, 110)

Aquilo que ele falou sobre o Levítico, o Deuteronômio é a maior bobagem que eu já ouvi em quase catorze anos de caminhada nesse mundo. Espero que ele apenas tenha condenado o fundamentalismo bíblico e não a Bíblia em si. Espero! Em relação ao aborto, já falei – e não vou falar novamente: a pessoa pode ser hindu, muçulmana, cristã católica, cristã não-católica, atéia, negra, branca, sejá lá o que for! Se ela nasceu, foi graças a mãe dela que não teve essa idéia absurda – e criminosa – do aborto. E ninguém tem motivos consistentes para apoiar o aborto! Ninguém! É homícidio e como tal deverá ser tratado para sempre – FOREVER! 

Vamos rezar, mas rezar muito mesmo pela conversão do Obama porque a decisão dele sobre algumas questões religiosas ainda pode mudar. Orar! Só orar.

Graça e paz.