
Vergonha: Rio pode se tornar, no dia 2 de novembro, melhor destino gay do mundo
Mais uma triste notícia que corre nos meios anticristãos: Para público GLS, Rio já é o melhor destino gay. Fiquei sabendo pelo Twitter que o Rio de Janeiro, a “cidade maravilhosa”, se candidatou para concorrer como melhor destino gay do mundo. As outras cidades que disputam o prêmio são cinco, a saber: Buenos Aires, na Argentina, Barcelona, na Espanha, Londres, na Inglaterra, Montreal e Sidney (AUS). Se o Rio realmente ganhar esse prêmio – o que Deus não permita que aconteça – o país vai se tornar alvo fácil para a legalização do casamento gay e de outras brechas civis que favoreçam os homossexuais. A sociedade está sendo assombrada pelo monstro gayzista, que busca levar a humanidade definitivamente à perdição.
“[T]odos os pecados contra a natureza – diz Santo Agostinho -, como o foram os do sodomitas, hão de ser detestados e castigados sempre e em toda a parte, pois, mesmo que todos os cometessem, não seriam menos réus de crime diante da lei divina, que não fez os homens para usar tão torpemente de si; de fato viola-se a união que deve existir com Deus quando a natureza, da qual ele é autor, se mancha com a depravação das paixões” (Confissões III, c. VIII). As palavras de Deus, assim como as de Santo Agostinho, estão sendo desprezadas em todo o mundo. E, desprezada a Palavra de Deus, também é desprezada a moral, a justiça, a sabedoria, tudo, até mesmo a vergonha. Sim. Os governos do mundo inteiro – especialmente dessas cidades que estão concorrendo a esse prêmio infame – andam perdendo a vergonha na cara.
Está certo que é preciso respeitar os homossexuais. O Papa Bento XVI, em homilia na cidade de Paris, há aproximadamente um ano atrás, disse: “Nos nossos juízos, nunca devemos confundir o pecado que é inaceitável, com o pecador, cujo estado de consciência não podemos julgar e que, em todo o caso, é sempre susceptível de conversão e de perdão”. Mas veja bem: uma coisa é respeitar o pecador, outra bem diferente é aprovar o pecado, que é – sublinha Bento XVI – inaceitável! Não vamos permitir, povo brasileiro, que o casamento gay seja legalizado em nosso país. Isso seria a corrupção total da moralidade e da integridade. Seria a destruição da família! Vão querer equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio, que é dom sagrado de Deus! Vão destruir e desonrar a Sua Santa Lei!
Lamentamos, infelizmente, vendo que desobedecer a Deus e à Sua Lei atualmente não é incomum, nem mesmo anormal. É assim que a humanidade quer caminhar: longe de Deus. Por isso, gozará da ruína, porque “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Recomendo aqui as palavras do Papa Bento XVI, quando ainda era cardeal prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em documento publicado pela mesma congregação, tecendo alguns ótimos comentários sobre o papel do Estado na defesa da integridade moral:
“A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade”.
(Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 3 de junho de 2003, nº 11)
E que Deus livre essa Terra de Santa Cruz dos males da mordaça gay.
Existe nos católicos do Brasil um desejo imenso em criar coisas novas, em reformar a liturgia nas igrejas, em cantar músicas diferentes nas missas, em inovar, renovar a tradição da Igreja. Que devemos renovar os sentimentos da nossa alma (cf. Ef 4,23) isso é bem verdade e quando os escritores sagrados falavam disso na Bíblia nos incentivavam a perpetuar em nossos sentimentos os valores sagrados, renovando a nossa aliança com Deus, tornando-a nova, atual. Mas não nos pediam para mudar a sã doutrina da Igreja. Isso seria mudar a pregação de Jesus Cristo, seria mudar o caminho da salvação.