A vitória de Dilma Rousseff na disputa presidencial brasileira era previsível. Por mais quatro anos o Brasil será comandado pelo Partido dos Trabalhadores, pelo partido que, nos últimos anos, tem se comprometido de modo ferrenho para implantar em nosso país a descriminalização do aborto.

Se é verdade que do outro lado há um compromisso assumido com a cultura de morte, é também verdade que, nesta última eleição, os cristãos abriram os olhos e soltaram a sua voz. E eles foram ouvidos. Em vésperas de eleições, Dilma, que até então tinha se manifestado favorável à legalização da prática do aborto no Brasil, assinou até mesmo uma carta se comprometendo a deixar a discussão do tema para o Congresso Nacional. Toda a pressão feita pelos religiosos em cima da candidata do PT é sinal de que o eleitorado brasileiro ainda preza pela dignidade da vida humana; é sinal de que o povo brasileiro ainda cultiva respeito às suas raízes cristãs, ao Evangelho da vida que recebeu da Igreja.
Então, se por um lado temos a lamentar a nova vitória da turma petista, por outro temos muito a comemorar. As reivindicações dos cristãos desta Terra de Santa Cruz foram valorizadas. O clamor dos oprimidos que são massacrados nos ventres maternos foi ouvido. O grito daqueles que não se conformam com a proposta de se descriminalizar uma injustiça ganhou notoriedade. A apreensão dos panfletos pró-vida da CNBB Regional Sul 1 foi considerada ilegal pelo Ministério Público Federal.
Urge clamar todos os cristãos e todas as pessoas de boa vontade de nosso país, para que não se intimidem. As eleições chegaram ao seu término, mas o combate pela defesa da dignidade da vida humana continua. A voz do Papa Bento XVI seja para nós um alento. “Ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo”. Sigamos em oração, pedindo a Nossa Senhora da Conceição Aparecida que livre o Brasil do flagelo do comunismo e da maldição do aborto.
“O desafio que temos pela frente, na vigília do terceiro milênio, é árduo: somente a cooperação concorde de todos aqueles que acreditam no valor da vida, poderá evitar uma derrota da civilização com consequências imprevisíveis.”
- João Paulo II, Evangelium Vitae, 91
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
“O desafio que temos pela frente, na vigília do terceiro milênio, é árduo: somente a cooperação concorde de todos aqueles que acreditam no valor da vida, poderá evitar uma derrota da civilização com consequências imprevisíveis.”
Cadê o Papa agora? Silêncio, vale lembrar que o aborto é liberado lá 40 anos? Porque a Igreja não se manifesta, interesses?
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Promotores da cidade de Palermo confirmaram que interrogaram recentemente Nadia Macri, uma garota de programa que alega que o primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, pagou 10 mil euros por sexo com ela durante uma orgia em sua mansão na Sardenha há dois anos. As informações são da AP.
De acordo com a transcrição do interrogatório, publicada por jornais nesta quinta-feira, Nadia Macri afirmou que cerca de 30 mulheres, algumas delas de 17 anos, foram convidadas para uma festa na mansão do premiê. Ela teria dito aos promotores que nos quartos havia maconha para elas fumarem.
O premiê é acusado de ter organizado em sua casa de Arcore, perto de Milão, festas na presença de jovens mulheres, que receberam cerca de R$ 11.800 (5 mil euros) por noite, segundo a imprensa.
Além disso, Berlusconi teria pressionado a polícia em maio para liberar uma das participantes das festas, Ruby, uma marroquina de 18 anos. A garota, que na época era menor de idade, foi detida por um suposto roubo.
Esta não é a primeira vez que Berlusconi se vê envolvido em um escândalo do tipo. Em maio de 2009, a esposa do premiê, Veronica Lario, pediu publicamente o divórcio depois de ter sido informada sobre a presença de seu marido no aniversário de 18 anos de Noemi, uma aspirante a modelo que, segundo a imprensa, chamava Berlusconi de “papai”. Veronica acusou o premiê de “ter relações sexuais com menores”.
No mesmo período, a prostituta Patrizia D”Addario afirmou que teve um caso com Berlusconi.
Silvio Berlusconi, chamou de “lixo midiático” as reportagens falando da presença de adolescentes em festas na sua mansão. Ele negou o escândalo, disse que ama a vida e as mulheres e que não vai pedir desculpas por se divertir.
Lucas Val,
Prove que a Igreja não se manifestou contra a liberação do aborto na Itália ou cale-se, seu mentiroso.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Lucas
O QUE ISSO TEM A VER COM A QUESTÃO DO ABORTO ?
Fernando só pr você lembrar:
Dilma:57 milhões de votos
Serra:43 milhões de votos
Abstençoes: 29 milhões
Ou seja a maioria não está com ela ponto.E nós continuaremos a lutar contra a leglização da morte de bebes, contra a legalização da invasão de propriedades privadas, contra a revisão da anistia e contra a adoção de crianças por gays.
A batalha acabou mas não a guerra !!!
E que a Virgem Rainha e São Miguel Arcanjo nos auxiliem nessa luta para a gloria de Nosso Deus.
Lucas, não blasfeme contra Bento XVI.
http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7433
Papa Bento XVI critica lei do aborto em Itália
2008-05-18 10:50:28
O Vaticano voltou a atacar o aborto, desta vez em concreto a lei italiana que há três décadas permite a a interrupção voluntária da gravidez nos primeiros três meses, desde que realizada em hospitais públicos. Fora das estruturas públicas de saúde, o aborto é considerado clandestino, classificado como crime, mesmo se realizado numa clínica privada.
Numa audiência a membros do “Movimento para a Vida”, Bento XVI, numa declaração que muitos consideram como mais uma interferência da Igreja na vida política italiana, solicitou um novo esforço aos cristãos para pressionarem as “instituições a defenderem o direito à vida como a primeira justiça a respeitar”.
“Certamente são complexas as causas que conduzem a decisões dolorosas como o aborto”, mas a lei 194, “não só não resolveu os problemas que afligem muitas mulheres e lares, como reabriu uma nova ferida na nossa sociedade”, declarou o Papa, num discurso que volta a propor um debate, e um confronto, em Itália.
A oposição de centro-esquerda considera que esta lei permitiu uma diminuição de abortos em Itália, e segundo Marco Pannella, autor do referendo que a introduziu há 30 anos, “não deve ser alterada”. Panella considera “blasfémia” a intervenção do Papa e anuncia, desde já, uma manifestação para Junho contra a interferência da Igreja na política.
“O problema não está em discutir a lei 194 mas em aplicar a cultura da vida que, nestes 30 anos, como justamente disse o Papa, foi posta de lado. São necessários novos incentivos para o crescimento da população e para que as mulheres renunciem ao aborto”, declarou a nova ministra da Igualdade de Oportunidades, que antecipa a posição do novo Governo, liderado por Silvio Berlusconi.
Esta intervenção adquire mais interesse numa altura em que veio a público que cinco médicos, profissionais liberais nas melhores clínicas privadas de Nápoles, no Sul, faziam abortos clandestinos. Mais: dois deles eram “objectores de consciência” em hospitais públicos e depois praticavam abortos nas suas próprias clínicas e consultórios.
A investigação foi iniciada há cinco meses com a denúncia e colaboração de um ginecologista de um hospital público onde trabalhava com os cinco acusados. O médico revelou que os preços de um aborto variava entre dois mil e cinco mil euros, com “extras” de quatro mil para a “companhia do médico” ao exterior, na maioria dos casos em deslocações à cidade catalã de Barcelona.
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Em Itália o organismo de regulação dos medicamentos autorizou a utilização da pílula do aborto, RU 486.
O anúncio foi feito quinta-feira à noite pela agência farmacêutica italiana, AIFA, após um encontro prolongado. Durante o encontro, a AIFA foi alvo de pressões por parte da Igreja Católica que ameaça excomungar os médicos que receitarem a pílula assim como aqueles que a tomarem. Monsenhor Elio Sgreccia, antigo presidente da Academia Pontifical para a Vida, afirma que não é assim que se deve lidar com o sofrimento humano. Na sua opinião, isto é um passo na direcção errada. Desde 1978 que o aborto é legal em Itália se efectuado nos primeiros 90 dias ou até à 24ª semana, caso se detectem deficiências no feto ou se a vida da mãe correr perigo. Para Monsenhor Sgreccia, principal conselheiro do Papa para questões bioéticas, o aborto é uma questão que coloca em conflito os fiéis e a Igreja. Os críticos afirmam que apesar da pílula só poder ser receitada e tomada dentro de um contexto hospitalar, a nova legislação abre a porta aos abortos feitos em casa. Na Europa, Portugal e a República da Irlanda são os países com políticas de aborto mais restritivas.
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Itália libera pílula pró-aborto e Vaticano protesta
Publicado em 31/07/2009
Nem só do Mundial de esportes aquáticos vive a Itália neste momento, nesta sexta-feira a Alfa (agência italiana dos fármacos) legalizou ouso da pílula pró-aborto. A decisão chocou o Vaticano, que ameaçou de excomunhão os médicos que receitarem o medicamento e também as pacientes que usarem. Alguns membros do governo também são contra a prática da pílula.
Há 31 anos o aborto é legal na Itália, desde que feito nos primeiros 90 dias da gestação e em um hospital. O medicamento já é vendido nos Estados Unidos e em quase toda a União Européia. Em 2005, foi confirmada a morte de duas mulheres, uma nos EUA e outra no Canadá, que pegaram uma infecção após usar o medicamento. O Vaticano, que é contra qualquer tipo de aborto, informou que não será flexível e irá sim excomungar as praticantes do aborto pela pílula.
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