“Infelizmente existem os inimigos dos homossexuais. E quem é o grande inimigo do homossexual? A Ideologia Gay, a Ideologia Gay que foi a grande vencedora esta semana quando conseguiu que a Suprema Corte do nosso país aceitasse colocar uma união entre dois homens, entre duas mulheres, em igual status de dignidade [com] a união do Matrimônio, a união heterossexual, de um homem e de uma mulher, como ela foi querida e desejada por Deus.”
- Padre Paulo Ricardo em Homossexualismo e a Ideologia Gay
“Não pode constituir uma verdadeira família o vínculo entre dois homens ou duas mulheres, e muito menos se pode atribuir, a esta união, o direito de adotar crianças que são privadas de uma família.”
- Beato João Paulo II
Angelus em 20 de fevereiro de 1994
Por unanimidade (!), os ministros do Supremo Tribunal Federal votaram a favor do projeto de reconhecimento legal das uniões “homoafetivas”. A decisão deve ser recebida entre os cristãos de toda a Nação com grande tristeza, porquanto sabemos – e é o ensinamento divino da Igreja que o confirma – que a única união sexual querida por Deus acontece no sacramento do Matrimônio, que deve ser ministrado por um homem e por uma mulher. “Feliz a nação que tem o Senhor por seu Deus – canta o salmista -, e o povo que ele escolheu para sua herança” (Sl 32, 12). Analogamente, infeliz a nação que toma ídolos por deuses! Malditos aqueles que se acovardam diante da Verdade revelada, e, à semelhança de Pilatos, entregam os inocentes para serem condenados! – ou alguém duvida que a próxima batalha do movimento homossexual será lutar pela adoção de crianças por pares de homossexuais?
Infelizmente – e isso é muito para se lamentar – muitos católicos não colocaram ainda diante de si a dimensão do problema que este reconhecimento civil pode causar para nossos filhos e para a paganização da mentalidade da nossa sociedade, de uma maneira geral. Há inclusive muitos que dizem não haver problema, já que isto é apenas uma discussão acerca do casamento civil, e não do religioso. A estes responde a Congregação para a Doutrina da Fé: “[T]odos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais” (Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, n. 10). E complementa: “O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade” (n. 11). Para maior conhecimento da posição da Igreja Católica acerca do tema, recomendo a leitura do texto completo deste documento publicado há oito anos pelo então prefeito da referida Congregação, Cardeal Joseph Ratzinger – hoje Papa Bento XVI.
E, como não poderia deixar de ser, recomendo também que assistam ao vídeo postado acima, de autoria do nosso amado padre Paulo Ricardo, no qual ele faz comentários aos problemas presentes no que ele chamou de Ideologia Gay, uma forma de pensamento que mata a alma de milhões de jovens ao redor do mundo. Sublinho algumas considerações feitas pelo zeloso sacerdote:
“Quando você une um pênis e uma vagina, nasce uma criança. Este é o mundo real. (…) [N]ão é uma teoria, não é uma ideologia do Vaticano. Isto qualquer um consegue enxergar, até as crianças que ainda não foram à escola. (…) Não adianta; você pode espernear, fazer passeata, encher a Avenida Paulista o quanto quiser, gastar milhões e milhões de nossos contribuintes – porque infelizmente o nosso governo desavergonhadamente apóia essa ideologia –, (…) a realidade continuará lá, gritando contra você e dizendo: Quando você se une a um homem sexualmente, não nasce nada, não nasce nada. Este é mundo real. Bem-vindo a ele. Bem-vindo à realidade.”
Afirmei, ainda no final de janeiro deste ano, que estava convencido “de que é a Igreja uma das poucas instituições [senão a única!, acrescento] que se pode dizer que verdadeiramente ama aqueles que convivem com o drama da tendência homossexual”. E insistia: “Os homossexuais não são perseguidos ou odiados pelos cristãos. São chamados a deixar o pecado, cujo salário é a morte, para vir à fonte da verdadeira vida. E é esta santa insistência da Igreja uma genuína prova de amor.” É preciso bater nesta tecla várias vezes; temos que tomar consciência da missão que nós, enquanto membros do Corpo Místico de nosso Senhor Jesus Cristo, devemos assumir; afinal, dizia o Divino Fundador da nossa Igreja, são os enfermos que precisam de médico. Aos homossexuais que querem ser respeitados mas nem por isso desejam equiparar as relações desordenadas que mantêm à comunhão matrimonial, fazemos aquele que é o apelo feito pelo próprio Deus à mulher adúltera: “Vai e não tornes a pecar” (Jo 8, 11).
Deixo, abaixo, para leitura, trecho da encíclica do Beato João Paulo II, Veritatis Splendor, no qual ele explica o dever irrenunciável de transmitir a verdade em toda sua integridade (santa intransigência!), a fim de colocar em prática a virtude da caridade:
“A doutrina da Igreja, e particularmente a sua firmeza em defender a validade universal e permanente dos preceitos que proibem os atos intrinsecamente maus, é julgada frequentemente como sinal de uma intransigência intolerável, sobretudo nas situações extremamente complexas e conflituosas da vida moral do homem e da sociedade de hoje: uma intransigência que estaria em contraste com o sentido materno da Igreja. Nesta, dizem, escasseiam a compreensão e a compaixão. Mas, na verdade, a maternidade da Igreja nunca pode ser separada da missão de ensinar que ela deve cumprir sempre como Esposa fiel de Cristo, a Verdade em pessoa. Como Mestra, ela não se cansa de proclamar a norma moral. De tal norma, a Igreja não é, certamente, nem a autora nem o juiz. Em obediência à verdade que é Cristo, cuja imagem se reflete na natureza e na dignidade da pessoa humana, a Igreja interpreta a norma moral e propõe-na a todos os homens de boa vontade, sem esconder as suas exigências de radicalidade e de perfeição.”
“Na realidade, a verdadeira compreensão e a genuína compaixão devem significar amor pela pessoa, pelo seu verdadeiro bem, pela sua liberdade autêntica. E isto, certamente, não acontece escondendo ou enfraquecendo a verdade moral, mas sim propondo-a no seu íntimo significado de irradiação da Sabedoria eterna de Deus, que nos veio por Cristo, e de serviço ao homem, ao crescimento da sua liberdade e à consecução da sua felicidade.”
“Ao mesmo tempo, a apresentação clara e vigorosa da verdade moral jamais pode prescindir de um profundo e sincero respeito, animado por um amor paciente e confiante, de que o homem sempre necessita na sua caminhada moral, tornada, com frequência, cansativa pelas dificuldades, debilidades e situações dolorosas. A Igreja, que jamais poderá renunciar ao princípio da verdade e da coerência, pelo qual não aceita chamar bem ao mal e mal ao bem, deve estar sempre atenta para não partir a cana já fendida e para não apagar a chama que ainda fumega (cf. Is 42, 3). Paulo VI escreveu: ‘Não diminuir em nada a doutrina salvadora de Cristo constitui eminente forma de caridade para com as almas. Esta, porém, deve ser sempre acompanhada da paciência e bondade, de que o próprio Senhor deu exemplo ao tratar com os homens. Tendo vindo não para julgar mas para salvar (cf. Jo 3, 17), Ele foi certamente intransigente com o mal, mas misericordioso com as pessoas’.”
Leia também: Os disparates do Novo Olimpo, do blog Deus lo Vult!.
“A doutrina da Igreja, e particularmente a sua firmeza em defender a validade universal e permanente dos preceitos que proibem os atos intrinsecamente maus, é julgada frequentemente como sinal de uma intransigência intolerável, sobretudo nas situações extremamente complexas e conflituosas da vida moral do homem e da sociedade de hoje: uma intransigência que estaria em contraste com o sentido materno da Igreja. Nesta, dizem, escasseiam a compreensão e a compaixão. Mas, na verdade, a maternidade da Igreja nunca pode ser separada da missão de ensinar que ela deve cumprir sempre como Esposa fiel de Cristo, a Verdade em pessoa. Como Mestra, ela não se cansa de proclamar a norma moral. De tal norma, a Igreja não é, certamente, nem a autora nem o juiz. Em obediência à verdade que é Cristo, cuja imagem se reflete na natureza e na dignidade da pessoa humana, a Igreja interpreta a norma moral e propõe-na a todos os homens de boa vontade, sem esconder as suas exigências de radicalidade e de perfeição.”
VOCÊ, IRMÃ E IRMÃO HOMOSSEXUAL É AMADO PELA IGREJA CATÓLICA. ACEITE ESTE AMOR. HABITUE-SE A OUVIR O PADRE PAULO RICARDO (www.padrepauloricardo.org) E DEIXE QUE O ESPÍRITO SANTO TE ILUMINE.
Isso que o Pe. Paulo Ricardo falou não é amor. É ódio puro!!!!!!
Otto,
E por acaso o senhor tem alguma noção do que seja amor e do que seja ódio? Se tiver, apareça e explique-se.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Olha o que sabiamente diz o Padre Lodi:
“Discriminação contra os castos
Imagine-se que dois amigos compartilhem a mesma habitação a fim de fazerem um curso universitário. Enquanto eles viverem castamente, não terão qualquer direito especial. Se, porém, decidirem praticar entre si o vício contra a natureza de maneira “contínua, pública e duradoura”, constituirão, se quiserem, uma “família”, com todos os direitos a ela anexos. A decisão do STF constitui um privilégio para o vício em detrimento dos que vivem a castidade”
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12068-supremo-absurdo.html
Do mesmo modo, genial comentarista, que se dois amigos “castos” de gêneros opostos compartilharem uma casa apenas para economizar no dinheiro da hospedagem em uma cidade distante enquanto nela estudam não terão direitos previdenciários um em relação ao outro, mas se viverem como marido e mulher terão tal direito.
Compreendeu, caríssimo intelijegue?
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