Após a louvável insistência de pessoas que, de alguma forma, amam a Canção Nova e querem vê-la sendo uma comunidade católica autêntica, o deputado petista Edinho Silva – que apresentaria o programa “Justiça e Paz”, todas as quintas-feiras – não apresentará mais nada. Com ele, saíram da grade de programação da TV Canção Nova outros políticos, como, por exemplo, o deputado Gabriel Chalita, do PMDB.
Por que a Canção Nova tomou esta decisão? Edinho Silva alegou “reação dos setores mais conservadores da Igreja”. E classificou-os como “setores que têm dificuldade em entender a importância dos trabalhos sociais desenvolvidos pelas Pastorais”.
Entendemos a dor de cotovelo, mas não é isto que se passa, definitivamente. “Trabalhos sociais desenvolvidos pelas Pastorais” é uma coisa; trabalho político desenvolvido pela Teologia da Libertação e por deputados aliados ao PT é outra bem diferente. Não se trata – e é conveniente explicar – de uma luta de setores simplesmente “conservadores”; trata-se de uma luta de pessoas que pregam respeito e fidelidade aos ensinamentos do Magistério da Igreja – e é este aqui o ponto que verdadeiramente caracteriza este grupo.
Este grupo – outro aspecto importante a se destacar – não é avesso ao trabalho social na Igreja. O que este grupo verdadeiramente deseja é que as coisas sejam levadas adiante por meio dos princípios ensinados pela Doutrina Social da Igreja, cujos representantes principais são sucessores de São Pedro, como Leão XIII, Pio XI e João Paulo II, cujos documentos principais são… a Rerum Novarum e a Divini Redemptoris, a Sollicitudo Rei Socialis e a Laborem Exercens. Ansiamos ver Cristo glorificado em verdadeiros mártires pela causa do povo de Deus, homens de virtude que doaram a sua vida a Deus e ao próximo, por amor à Igreja, como Antoine Ozanam, beatificado pelo bem-aventurado João Paulo II.
Nesta nova conquista, o auxílio das autoridades eclesiásticas foi fundamental, e por isto vai aqui o nosso agradecimento: ao padre Paulo Ricardo, que dias antes desta louvável decisão ser tomada, tinha emitido um comunicado no qual manifestaria a sua “opinião sobre a atuação de alguns líderes da Canção Nova através do caminho institucional e privado”, primeiro, antes de passar para “possíveis manifestações públicas”; e também a Dom Benedito Beni dos Santos, pastor da diocese de Lorena, cujo auxílio foi invocado nestes últimos dias pelos internautas católicos.
Imploramos, enfim, que Nossa Senhora da Conceição Aparecida interceda por nossa Nação e continue abençoando-nos com os frutos da misericórdia e da benevolência do Altíssimo.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
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É comum em nosso tempo – infelizmente – ouvir as pessoas falarem de filhos como um pesado fardo a se carregar, como um problema financeiro ou mesmo como uma verdadeira “maldição”. Quando os católicos tecem críticas ao movimento feminista, não estão simplesmente querendo a supressão das conquistas que as mulheres obtiveram nos últimos anos, nem mesmo impedir que tenham voz ativa na sociedade – acreditem, ainda há tolos que acreditam nesta balela; ao serem duros com estes movimentos, o que os cristãos desejam é condenar esta verdadeira “cultura de morte” que se estende, com uma rapidez assustadora, aos quatro cantos do planeta. Lutamos, portanto, não contra os seres humanos, mas justamente a favor deles. Não conseguimos enxergar beleza nenhuma num “progresso” que enxerga como pragas as molecagens de uma criança, o chororô de um bebezinho indefeso ou os gastos que as famílias têm com os infantes.
“[N]ão se deve considerar como civilização perfeita a que consiste em desprezar audaciosamente todo poder legítimo; e não se deve saudar com o nome de liberdade a que tem por cortejo vergonhoso e miserável a propagação desenfreada dos erros, o livre saciamento das cupidezes perversas, a impunidade dos crimes e dos malfeitores e a opressão dos melhores cidadãos de toda classe. Esses são princípios errôneos, perversos e falsos; não poderiam, pois, certamente ter força para aperfeiçoar a natureza humana e fazê-la prosperar, pois o pecado torna os homens miseráveis (Prov 14, 34); pelo contrário, absolutamente inevitável se torna que, após haverem corrompido as mentes e os corações, pelo seu próprio peso 

“[U]m menino de seis anos estava realizando o exame de religião para poder receber a Primeira Comunhão. O examinador lhe fez uma pergunta ardilosa:”
Recentemente foi noticiado que