A estratégia perversa da “cultura de morte”

Essa eu vi no blog do Wagner Moura e resolvi trazer para este espaço. Trata-se da revelação de um médico norte-americano já falecido, o dr. Bernard Nathanson, que durante muitos anos realizou abortos nos Estados Unidos. A personagem converteu-se nos últimos anos de sua vida e lutou ativamente para desmascarar as mentiras alardeadas pelo movimento abortista ao redor do mundo. Abaixo estão transcritas as três táticas utilizadas pelos defensores da legalização do aborto para alcançar seus objetivos sórdidos.

Crie impacto com qualquer número. Adquirimos muitos simpatizantes ao fabricarmos o número de abortos ilegais feitos nos EUA anualmente. Enquanto este número era de aproximadamente 100 mil, dizíamos à mídia que a mesma era de 1 milhão. A repetição de uma grande mentira várias vezes convence. O número de mulheres que morriam em abortos ilegais era em torno de 250, anualmente. O número que dávamos era 10 mil.

Rasgue todos os tratados de embriologia e relativize o momento em que a vida humana de fato se inicia. Tática: insistir que a definição do início da vida é impossível; insistir que é questão teológica, moral… não científica. A fetologia tornou inegável que a vida começa na concepção e requer a proteção e o cuidado de que qualquer um de nós necessita. Se me pergunta por que alguns médicos, cientes da fetolofia, fazem abortos… Simples: a US$ 300 casa, 1,55 milhões de abortos significam US$ 500 milhões anuais para a indústria do aborto, das quais a maior parte vai para o bolso do médico.

Misture religião e acuse o catolicismo. Nós difamamos a Igreja Católica e suas “ideias socialmente retrógradas” e colocamos o clero como vilão. Esta música foi tocada incessantemente. Dizíamos à mídia: “pesquisas comprovam que a maioria dos católicos quer uma reforma na lei contra o aborto”. E a mídia martelava isto, persuadindo que quem se opusesse ao aborto estava sob a influência da hierarquia católica e que favoráveis ao aborto eram esclarecidos e progressistas. O fato de que outras religiões e ateus pró-vida sejam também contrários ao aborto foi aos poucos suprimido.