No G1: ONGs defendem legalização do aborto para alcançar sustentabilidade. “Para Alexandra Garita, representante da Internacional Women Health Coalison (Coalisão Internacional pela Saúde das Mulheres), os países devem garantir às mulheres a possibilidade de abortar com segurança e evitar o nascimento de crianças que não terão acesso a saúde, educação e padrões mínimos de qualidade de vida”. Quem também defendeu o mesmo absurdo foi o coordenador da Federação Internacional de Estudantes de Medicina, Mike Kamus. “Do meu ponto de vista pessoal, é preciso garantir o aborto com segurança. Milhares de mulheres morrem tentando abortar. As que levam uma gravidez indesejada até o fim, muitas vezes, não têm condição de dar uma vida de qualidade aos filhos”. Para ele, é importante “dar aos jovens o direito de decidir”.
A proposta esdrúxula foi apresentada durante a conferência ambiental Rio+20. A ocasião escolhida pelos abortistas só comprova o que diz o monsenhor Juan Claudio Sanahuja, em seu livro “Poder Global e Religião Universal”, da editora Ecclesiae: “A serpente hoje está disfarçada de ecológica, ecumênica e relativista”. Não se entende como é possível lutar contra a degradação ambiental deixando de proteger os mais indefesos – neste caso, os nascituros humanos. Esta lógica desumana descaracteriza qualquer luta legítima por um uso correto dos bens naturais. E é isto o que, segundo o cardeal Joseph Ratzinger, falta aos movimentos ecológicos. “Combatem com uma paixão compreensível e justificada a poluição do ambiente; a poluição espiritual que o Homem faz a si mesmo continua, pelo contrário, a ser tratada como um dos seus direitos de liberdade.”
E mesmo que a supressão deliberada de humanos inocentes conseguisse de alguma forma “alcançar sustentabilidade”, o aborto é sempre injustificável. Este é um fato nem ONGs estrangeiras nem grandes instituições internacionais podem mudar. Afinal, a vida humana é e sempre será inegociável.
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Leia também: Agora até aborto tem greenwashing, no blog Contos do Átrio.
PESSO A DEUS QUE ESSA FAMOÇA RIO+20 SEJA UM FRACASO O SER HUMANO NO MEREÇE A VIDA,,O PLANETA TEM QUE COBRAR COM JUROS E CORREÇÃO MONETERIA TUDO QUE O HOMEM TEM DESTRUIDO DO PLANETA,,A BALA JA FOI DISPARADA NINGUEM PODERA DETER ELA A NO SER SÓ DEUS…..
Vamos ver de que forma DEUS vai se manifestar, nesta renhida luta entre o bem d o mal, com o demônio travestido de seres humanos.Tenho para mim que o pai da mentira está exagerando nas idiotices, haja vista que tentar colocar o aborto num evento como o que está sendo realizado no Rio de Janeiroultrapassam todos os limites do ridículo. Atingimos o paroxismo da imbecilidade.
Ecologista de carteirinha é a CNBB cuja teologia da libertação se metamorfoseou. Vale recordar que aquela seita que praticava canibalismo que vendia inclusive salgadinho com carne humana era contra o crescimento populacional:
http://devotosdamisericordiadivina.blogspot.com.br/2012/04/anticapitalismo-e-canibalismo-crimes.html
O ecologismo é uma doutrina nefasta que deveria ser condenada pelo Vaticano, do mesmo jeito que foi feito pelo beato Von Gallen com a enciclica contra o nazismo, ou ainda, a enciclica contra a maçonaria.
O que sai na imprensa portuguesa:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=66779&utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter
Mais um evento contro Papa e a unidade da Igreja
http://fratresinunum.com/2012/06/11/congresso-latino-americano-claro-na-unisinos/
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Se existem os Ecochatos também existem os moralistas chatos