Edir Macedo defende o aborto

http://oglobo.globo.com/fotos/2010/02/26/26_MVG_pais_edir-macedo1.jpgNão é nova para ninguém a estranha posição da igreja Universal do Reino de Deus acerca do aborto. Para Edir Macedo, seria melhor que o ser humano fosse abortado do que viesse ao mundo para sofrer e para se voltar contra a sociedade. O discurso determinista do fundador da igreja Universal é repugnante; e insistente. Explica o lobo que o aborto seria um verdadeiro benefício social, seja para a família (que teria melhor qualidade da vida, já que mais filhos representariam mais problemas), seja para a própria sociedade como um todo (já que um filho nascido sem planejamento familiar é um filho revoltado, pessoa que certamente se voltaria contra a sociedade).

A criatura chega a querer usar as Sagradas Escrituras para defender a prática do aborto. Não pode haver linguagem mais suja, mais covarde, mais desumana e mais cruel que a linguagem daqueles que abrem a boca para vomitar o erro e o crime. E o sr. Edir Macedo só deixa mais claro quão funestas podem ser as consequências da má interpretação da Escritura, quão terríveis podem ser as táticas usadas pelo homem para se buscar “qualidade de vida”.

O vídeo que mostra o sr. Edir Macedo defendendo a prática do aborto foi divulgado primeiro no blog O Possível e O Extraordinário.

“Eu sou a favor do aborto sim. Eu sou e digo isso em alto e bom som, com toda a fé do meu coração, e não tenho medo nenhum de pecar. E se eu estou pecando, eu cometo esse pecado consciente.”

“De Deus não se zomba” (Gl 6, 7).

Afrontas

“Porque o zelo pela tua casa me devora, e as afrontas com que Te afrontam recaem sobre mim.”
- Salmo 69, v. 10

Postadas no portal do jornal La Reppubblica, hoje, dia 11 de julho de 2010, e divulgadas pelo Instituto Humanitas Unisinos Online as fotos de uma Missa, na Holanda, onde ficou evidenciado um comportamento futebolístico, em detrimento da atenção a Jesus Cristo e da valorização do Sagrado durante a celebração do Santo Sacrifício. O centro da celebração do Sacrifício da Missa é Jesus Cristo. Será que a participação da Holanda na final da Copa do Mundo é motivo para que essa realidade tão sublime seja deixada de lado?

Padre vestido de laranja celebra missa para holandeses no dia da final da Copa do Mundo.

A estranha teoria do homicídio que não envolve morte

“Com efeito, Deus, senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis.”

- Gaudium et Spes, n. 51

Recebi, por e-mail, do William Murat, do blog Contra o Aborto, o seguinte artigo, que denuncia os crimes indígenas perpetrados em nome de uma “cultura diferente”. Indefensável, uma vez que a Constituição Federal Brasileira – à qual estão submetidos também os povos indígenas brasileiros – apresenta como inviolável o direito à vida, direito e garantia fundamental do ser humano. Essa vida não é um valor subjetivo, mas uma realidade objetiva e absoluta. Se a vida não começa na concepção, então começa quando? Se uma criança já nascida não é pessoa, então é o quê? Bicho?

Sinceramente, não dá pra ficar prestando culto ao paganismo enquanto barbaridades como essas acontecem. Que a Virgem Santíssima interceda junto a Deus por todas as crianças mortas injustamente e que aquelas pessoas responsáveis por defender a vida desempenhem corretamente seu papel.

* * *

A ESTRANHA TEORIA DO HOMICÍDIO QUE NÃO ENVOLVE MORTE

Marcia Suzuki

Conselheira de ATINI – VOZ PELA VIDA

www.atini.org

Alguns antropólogos e missionários brasileiros estão defendendo o indefensável. Através de trabalhos acadêmicos revestidos em roupagem de tolerância cultural, eles estão tentando disseminar uma teoria no mínimo racista. A teoria de que para certas sociedades humanas certas crianças não precisariam ser enxergadas como seres humanos. Nestas sociedades, matar essas crianças não envolveria morte, apenas “interdição” de um processo de construção de um ser humano. Mesmo que essa criança já tenha 2, 5 ou 10 anos de idade.

Deixe-me explicar melhor. Em qualquer sociedade, a criança precisa passar por certos rituais de socialização. Em muitos lugares do Brasil, a criança é considerada pagã se não passar pelo batismo católico. Ela precisa passar por esse ritual religioso para ser promovida a “gente” e ter acesso à vida eterna. Mais tarde, ela terá que passar por outro ritual, que comemora o fato dela ter sobrevivido ao período mais vulnerável, que é o primeiro ano de vida. A festa de um aninho é um ritual muito importante na socialização da criança. Alguns anos mais tarde ela vai frequentar a escola e vai passar pelo difícil processo de alfabetização. A primeira festinha de formatura, a da classe de alfabetização, é uma celebração da construção dessa pessoinha na sociedade. Nestas sociedades, só a pessoa alfabetizada pode ter esperança de vir a ser funcional. E assim vai. Ela vai passar por um longo processo de “pessoalização”, até se tornar uma pessoa plena em sua sociedade.

Esse processo de socialização é normal e acontece em qualquer sociedade humana. As sociedades diferem apenas na definição dos estágios e na forma como a passagem de um estágio para outro é ritualizada.

Pois é. Esses antropólogos e missionários estão defendendo a teoria de que, para algumas sociedades, o “ser ainda em construção” poderá ser morto e o fato não deve ser percebido como morte. Repetindo – caso a “coisa” venha a ser assassinada nesse período, o processo não envolverá morte. Não é possível se matar uma coisa que não é gente. Para estes estudiosos, enterrar viva uma criança que ainda não esteja completamente socializada não envolveria morte.

Esse relativismo é racista por não se aplicar universalmente. Estes estudiosos não aplicam esta equação às crianças deles. Ou seja, aquelas nascidas nas grandes cidades, mas que não foram plenamente socializadas (como crianças de rua, bastardas ou deficientes mentais). Essa equação racista só se aplicaria àquelas crianças nascidas na floresta, filhas de pais e mães indígenas. Racismo revestido com um verniz de correção política e tolerância cultural.

http://exsurge.files.wordpress.com/2010/03/niawi.jpg?w=414&h=361

Niawi, menino indígena enterrado vivo no Amazonas aos 5 anos de idade, por não conseguir aprender a andar. Seus pais eram contra o sacrifício e se suicidaram antes.

Tristemente, o maior defensor desta teoria é um líder católico, um missionário. Segundo ele “O infanticídio, para nós, é crime se houver morte. O aborto, talvez, seja mais próximo dessa prática dos índios, já que essa não mata um ser humano, mas sim, interdita a constituição do ser humano”, afirma.” [i]

Uma antropóloga da UNB, concorda. “Uma criança indígena quando nasce não é uma pessoa. Ela passará por um longo processo de pessoalização para que adquira um nome e, assim, o status de ‘pessoa’. Portanto, os raríssimos casos de neonatos que não são inseridos na vida social da comunidade não podem ser descritos e tratados como uma morte, pois não é. Infanticídio, então, nunca”.” [ii]

Mais triste ainda é que esta antropóloga alega ser consultora da UNICEF, tendo sido escolhida para elaborar um relatório sobre a questão do infanticídio nas comunidades indígenas brasileiras [iii]. Como é que a UNICEF, que tem a tarefa defender os direitos universais das crianças, e que reconhece a vulnerabilidade das crianças indígenas [iv], escolheria uma antropóloga com esse perfil para fazer o relatório? Acredito que eles não saibam que sua consultora defende o direito de algumas sociedades humanas de “interditar” crianças ainda não plenamente socializadas. [v]

O papel da UNICEF deveria ser o de ouvir o grito de socorro dos inúmeros pais e mães indígenas dissidentes, grito este já fartamente documentado pelas próprias organizações indígenas e ONG’s indigenistas [vi].

A UNICEF deveria ouvir a voz de homens como Tabata Kuikuro, o cacique indígena xinguano que preferiu abandonar a vida na tribo do que permitir a morte de seus filhos. Segurando seus gêmeos sobreviventes no colo, em um lugar seguro longe da aldeia, ele comenta emocionado:

“Olha prá eles, eles são gente, não são bicho, são meus filhos. Como é que eu poderia deixar matar?” [vii]

Para esses indígenas, criança é criança e morte é morte. Simples assim.


[i] http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=347765

[ii] idem

[iii] Marianna Holanda fez essa declaração em palestra que ministrou em novembro de 2009 no auditório da UNIDESC , em Brasília.

[iv] Segundo relatório da UNICEF, as crianças indígenas são hoje as crianças mais vulneráveis do planeta. “Indigenous children are among the most vulnerable and marginalized groups in the world and global action is urgently needed to protect their survival and their rights, says a new report from UNICEF Innocenti Research Centre in Florence.”

[v] Em algumas sociedades, crianças não socializadas seriam gêmeos, filhos de mãe solteira, de viúvas ou de relações incestuosas, crianças com deficiência física ou mental grave ou moderada, etc. A dita “interdição” do processo pode ocorrer em várias idades, tendo sido registrada com crianças de até 10 anos de idade, entre os Mayoruna, no Amazonas. Marianna defende essa “interdição” em dissertação intitulada “Quem são os humanos dos direitos?” Estudo contesta criminalização do infanticídio indígena

[vi] www.quebrandoosilencio.blog.br www.atini.org www.movimentoindigenaafavordavida.blogspot.com http://vimeo.com/1406660 carta aberta contra o infanticídio indígena

[vii] Trecho de depoimento do documentário “Quebrando o Silêncio”, dirigido pela jornalista indígena Sandra Terena. O documentário está disponível no link www.quebrandoosilencio.blog.br

Mentiras médicas e manipulação em clínica de aborto

Não pude deixar de ver esse ótimo vídeo, que deixa bem claro o quanto é mentiroso e absurdo os discursos dos abortistas para defenderem essa ignomínia que é o assassinato de inocentes. As feministas defendem um direito à liberdade. Esquecem-se, contudo, que não é possível exercê-lo destituindo uma criança de um direito muito maior, que é o direito à vida. Durante o vídeo o médico afirma enfaticamente que o que está dentro da barriga da mulher, uma “coisa” nada mais é do que um feto, uma “massa de células”, mas não é um ser humano. Só passa a ser gente quando nasce. Ótimo critério para se estabelecer quando começa a vida. O problema é que não é ele quem determina isso, senão quem criou a vida: Deus. É a Ele – e não aos inescrupulosos – que devemos perguntar o que é bom e o que é justo.

Mas seguem de olhos fechados, com os ouvidos tapados pela desgraçada ignorância, aquela mesma que levou Hitler a matar mais de 500.000 judeus nos campos de concentração; aquela mesma ignorância que fez com que líderes políticos como Mao, Stalin ou outros déspotas vagabundos matassem todos aqueles que não comungavam com suas idéias. O grande problema é que essas crianças nem opinião têm. Estão fadadas a morrerem sem saber o motivo, sem saber a razão. Inocentes, não podem nem serem acusadas de cometerem algum crime, se é que tentar viver com dignidade agora é considerado algum crime… Elas só queriam nascer. Só isso.

Que Deus tenha piedade do mundo inteiro e também do Brasil, afinal, o Lula anda querendo descriminalizar o aborto. Rezemos.

Incoerentes máximas de um mundo louco

http://www.casadehon.org/blog/visitadopapa/uploaded_images/229971-750424.jpgA linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina” (1 Cor 1, 18).

Conhecemos muito bem a história dos cristãos. Eles se sacrificaram bastante para conseguir a liberdade de exercer seus preceitos religiosos sem serem perseguidos por grupos ou governantes. Durante muito tempo a Igreja teve a graça de evangelizar os povos e fez isso com americanos, africanos, europeus, asiáticos, enfim, levou as Palavras de Cristo a todo o mundo e todo o mundo já conhece o Cristo. Sua imagem faz parte da nossa cultura. A sua história se incorporou à nossa sociedade. A sua vida se tornou modelo para muitos. A cultura do povo – em especial da porção ocidental – se “cristianizou”, incorporou elementos da tradição cristã.

No entanto, apesar de já estarmos habituados ao cristianismo – o que não significa necessariamente que devamos professar a fé cristã – há uma onda que se espalha assombrosamente por todo o mundo. Denomino-a “cristofobia”. Os governos, movidos por um laicismo exacerbado, andam rejeitando toda e qualquer representação religiosa, especialmente a cristã, não se importando se essa tem aspecto cultural e histórico… É preciso eliminar tudo aquilo que diz respeito à religião. Incompreensível atitude que revela a crise moral que o nosso mundo vive ultimamente. Hoje, por exemplo, tivemos mais dois exemplos claros dessa cristofobia que se espalha pelo mundo.

Foto

- A primeira notícia é ofensiva: Cartaz com José e a Virgem na cama gera protestos na Nova Zelândia. E esse cartaz está em um outdoor do lado de fora de uma igreja anglicana. “O vigário Glynn Cardy disse que o objetivo do cartaz era satirizar a interpretação literal da concepção de Cristo”. Satirizar a única interpretação da concepção de Cristo, porque não existe nenhum outro documento histórico que conteste a realidade bíblica de que Jesus nasceu pela força do Espírito Santo de Deus e não pela fecundação, como normalmente acontece com pessoas normais. O cartaz não é só satírico. É desrespeitoso e sobretudo arrogante, pois tenta humanizar a figura de uma pessoa que era também divina: Jesus Cristo.

O engraçado é observar que a igreja anglicana, que também diz professar sua fé em Cristo Salvador, se mostra totalmente traidora às palavras do Evangelho. Assim como Judas, ela dá o seu beijo venenoso, virando as costas para a verdade das Escrituras e deixando bem claro que a unidade apostólica e evangélica é encontrada somente na Igreja Católica.

Mas a porta-voz da Diocese Católica de Auckland, lugar onde aconteceu o triste ocorrido, respondeu às ofensas: “Nossa tradição cristã de 2 mil anos diz que Maria permanece virgem e Jesus é filho de Deus (…). Um cartaz como esse é inapropriado e desrespeitoso”. E acrescentou: “Confrontar crianças e famílias com o conceito, com um outdoor na rua, é completamente irresponsável e desnecessário”. Sim, é dever nosso se manifestar quando ofendem a nossa fé e nossa religião. Se as autoridades não movem um dedo sequer quando a moral religiosa é ofendida, então é nosso dever defendê-La. Não vamos aceitar essa ofensa aos nossos princípios! Não, não nos calaremos, porque enquanto houver nem que seja um só católico nesse mundo essa fé será constantemente defendida por homens de boa vontade, que amam a Igreja e morrem por Ela.

Desenho de Jesus- A segunda notícia é mais do que lamentável. É absurda. Menino é afastado de escola após fazer desenho de Jesus. Ofender a religião vale, pichar muros de templos religiosos é moralmente aceitável, fazer piadinhas ofensivas à Virgem Maria ou erguer um cartaz blasfemando contra sua virgindade é permitido, mas desenhar a Cruz dá suspensão? Ah, por favor! Isso é o cúmulo do absurdo. É uma INCOERÊNCIA deplorável, que deixa cada vez mais claro o quanto a democracia reina nesse mundo marcado pelo secularismo exacerbado e pela anti-religiosidade.

Diz a notícia: “A criança, que ficou traumatizada com o episódio, será transferida para outra escola após avaliação médica”. Caros leitores, vocês sabem por que essa criança ficou traumatizada? Porque foi reprimida pelo simples fato de ter desenhado a Cruz de Nosso Senhor, símbolo cultural e religioso presente em todo o mundo e conhecido por praticamente todos os homens… Só há uma frase que pode retratar de modo fiel essa notícia. E ela é bíblica: “A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina” (1 Cor 1, 18).

Sim. Louco. É o único adjetivo que podemos usar para caracterizar essas notícias absurdas e incoerentes. A ofensa à religião é sinônimo de sabedoria e inteligência. É aceitável. Uma manifestação pública de fé é sinônimo de atraso, de “ameaça à liberdade”… É altamente condenável.

Não tente compreender essas atitudes promíscuas. Não vale apena tentar entender as máximas desse mundo louco.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

Mais promiscuidade

Ator-mirim de Páginas da Vida se apaixonará por irmão nas telonas

Fonte: G.Online

O ator Gabriel Kauffmann, de apenas 7 anos, que ficou conhecido por interpretar Francisco, o filho da personagem Nanda (Fernanda Vasconcellos) na novela global Páginas da Vida, se apaixonará pelo irmão mais novo nas telonas.

Em Do Começo ao Fim, longa de Aluisio Abranches, Kauffmann viverá Thomás, uma criança que se sente fortemente atraída pelo irmão Francisco, de 6 anos, vivido pelo ator Lucas Cotrim. A relação incestuosa dos personagens, no entanto, só se concretiza quando se tornam adultos na trama. No filme, que ainda não tem data de estreia, a atriz Júlia Lemmertz vive Julieta, a mãe dois dois garotos.

De acordo com um trecho divulgado do filme, “um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de seis anos. Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais. (…) Mais tarde, (…) se tornam amantes e vivem uma extraordinária história de amor”.

A mãe de Gabriel, Denise Kaufmann, disse em entrevista ao site O Fuxico sobre sua tranquilidade em autorizar o ator a interpretar o papel.  “Os irmãos se apaixonam, mas o filme não mostra nada de concreto entre os dois enquanto são crianças, nenhum contato físico. Todo o amor que ele sente pelo irmão mais velho é apenas insinuado. Eu não poderia proibi-lo de fazer esse filme, primeiro porque seria um preconceito bobo de minha parte e, segundo, pelo fato de o longa ser muito delicado e belíssimo”.

* * *

Selecionamos algumas frases ridículas da reportagem, do tipo: “se apaixonará pelo irmão…”; “se sente fortemente atraída pelo irmão Francisco, de 6 anos”; “relação incestuosa”; “…se tornam amantes e vivem uma extraordinária história de amor”; “longa (…) delicado e belíssimo”. Em primeiro lugar, é uma VERGONHA. Sublinho: VERGONHA ter que saber que o Brasil está publicando filmes incentivando esse disparate que é o movimento gayzista – uma verdadeira palhaçada. Em segundo lugar, essa “forte atração” é desde criança. Ora essa, a infância é uma época de pureza. Como uma criança pode se sentir FORTEMENTE atraída por outra dessa forma? Além disso: são irmãos! Está bem, eu sublinho de novo: SÃO IRMÃOS! Ora essa, os produtores cinematográficos perderam a vergonha na cara? Ainda tem coragem de envolver crianças nessas coisas abomináveis…

Lembremo-nos sempre da Sagrada Escritura:

“Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!” (Mt 18,6-7).

“Deus os entregou à paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno. (…) Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem” (Rm 1,26-28.32).

Chega de aplaudir essa pouca-vergonha!

Em Cristo.