Aconteceu neste último fim de semana (dias 29 e 30 de junho e 1º de julho), na paróquia Cristo Rei, cidade de Várzea Grande, o retiro Virada Radical. O evento, promovido pela missão Enchei-vos, reuniu cerca de 300 jovens, e contou com a presença mais que especial do missionário Anderson Luis dos Reis, do apostolado Equipe de Escritores Rainha dos Apóstolos. Conhecido em todo o país, Anderson já pregou inclusive na comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista. Várias de suas pregações estão disponíveis na Internet, dentre as quais destacamos uma sobre a Igreja, uma sobre a vida do Santo Padre Pio de Pietrelcina e outra de título “As três dimensões do amor”.

No primeiro dia de retiro, pouco tempo foi suficiente para revelar as maravilhas que Deus viria a manifestar durante todo o encontro. Isto porque ele começou com a bênção do padre Overland de Moraes, pároco da comunidade local – o mesmo que contou seu belíssimo testemunho de amor a Maria no último Consagra-te! Cuiabá. A seguir, o missionário Anderson dos Reis contou para os jovens ali reunidos o seu testemunho de vida. Para quem não conhece a sua história de conversão, vale a pena assistir à sua participação em uma edição antiga do programa PHN, na Canção Nova.
No sábado, o retiro teve continuidade com momentos de louvor e oração, que foram alternados com belas pregações. Cleide Costa, que, juntamente com seu esposo, Cristiano, é idealizadora da missão Enchei-vos aqui em Cuiabá, narrou a experiência milagrosa do amor na vida de sua família, restaurada pelo poder do Preciosíssimo Sangue de Cristo.
Sem dúvida, o dia mais especial de todo o encontro foi o domingo, dia do Senhor: pela manhã, uma pregação do Anderson sobre a Igreja, sobre a única Igreja fundada por nosso Senhor – una, santa, católica e apostólica, como professamos no Credo -; depois, outra pregação, esta abordando o tema do namoro santo, vivido na castidade, no sacrifício e na oração. Por fim, um momento maravilhoso de adoração ao Santíssimo Sacramento: a juventude prostrada diante de nosso Senhor! Diz-se que quem permanece de joelhos diante do Altíssimo fica de pé quando se depara com as tribulações quotidianas, com as cruzes do dia-a-dia… É verdade. Porque, fechado em si mesmo, esquecendo-se de reconhecer a majestade de Cristo e a Sua realeza, o homem nada pode. Ensina o Catecismo da Igreja Católica que “a adoração do Deus único liberta o homem de se fechar sobre si próprio, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo” (§ 2097). Idolatria – ao contrário do que supõem muitos protestantes – não é simplesmente fazer uma imagem de barro, rendendo-lhe culto de latria (o que logicamente não é o ensinamento da Igreja Católica); adverte São Jerônimo que “o vício no coração é como um deus sobre o altar”, isto é, todas as vezes que, de alguma forma, pecamos, substituímos nosso Divino Redentor por um falso deus, por um “ídolo”. Todas as vezes que deixamos de amá-Lo “sobre todas as coisas” – como nos pede o primeiro mandamento -, estamos cometendo o pecado da idolatria, tentando servir a dois senhores – o que o Evangelho nos garante não ser possível (cf. Mt 6, 24).
Ainda no domingo, os jovens mostraram toda a sua força e vitalidade, em um momento de louvor conduzido pelo ministério de música da missão Enchei-vos.
Ah, e o mais importante: a Santa Missa! Após três dias de muito louvor e animação, uma hora de profundo recolhimento diante do altar do Senhor. Foi incrível. O Sacrifício foi celebrado com todo respeito e sacralidade: seis castiçais no altar, em arranjo beneditino; acólitos de batina e sobrepeliz; uso de turíbulo durante a celebração para incensar o altar, as ofertas, o padre, o povo e o Santíssimo; padre Overland usando uma bela casula romana vermelha; comunhão ministrada na boca e de joelhos; sem falar que o sinal-da-cruz e a doxologia foram rezadas pelo sacerdote na língua latina. Como se não bastasse, durante toda a celebração, o pe. Fábio Oliveira estava no confessionário atendendo confissões. Se pudesse existir algum lugar ou momento nesta terra que se assemelhasse ao ambiente celeste, este lugar era aquela igreja, este momento era aquela Missa.
Urge, agora, que mantenhamos crepitando em nosso coração a chama do Espírito Santo, que foi acesa durante este encontro fantástico. E que rezemos pela missão Enchei-vos, sempre mais, a fim de que insistam e persistam em seu árduo apostolado, buscando a glória de Deus, a edificação da Igreja e a salvação das almas.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!
Já há muito tempo
O primeiro é humilhar-se continuamente diante de Deus. O Senhor castiga muitas vezes os espíritos soberbos, permitindo que caiam em qualquer pecado impuro. Sê, pois, humilde, e não confies em tuas próprias forças. (…)
Rubén García é hoje um homossexual que tem integrado sua sexualidade a uma vida plena na castidade.
Só que, desta vez, o governo conseguiu ir ainda mais longe: a campanha contava com um vídeo de conteúdo “homoafetivo” (ao lado, imagens retiradas do vídeo).
Estamos às portas da votação do Projeto de Lei da Câmara 122/2006 que “criminaliza a homofobia”. Este projeto, repudiado pela maioria do povo brasileiro, é um retrocesso na constitucionalização do País, a insistência na votação e aprovação do mesmo, constitui um grave desrespeito ao povo, que já o repudiara de forma veemente. Outrora fora o Brasil edificado com a ajuda da Igreja esta ainda tem grande colaboração na vida do povo, desde o primeiro instante quando os portugueses aqui chegaram e celebraram a primeira Missa. O Brasil tem como berço a Cruz de Nosso Senhor, é um país eminentemente católico e cristão, e isto ninguém poderá erradicar, nem mesmo as forças de Satanás que tentam investir de forma desordenada contra ele. Este projeto, apoiado pela senadora Marta Suplicy, visa atacar a liberdade de expressão pela qual tanto se lutou.
O Evangelho da Santa Missa deste Domingo é assaz adequado para o tempo de festas em que estamos. “Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7, 21). Para que nos salvemos, é preciso que estejamos em estado de graça, evitando aquilo que desagrada o Altíssimo e praticando, ao mesmo tempo, aquilo que Ele quer de nós. Com efeito, o que recebemos pelo sacramento do Batismo – a graça santificante – só conservar-se-á em nossa alma se formos prudentes, se estivermos sempre atentos a fugir do pecado, por amor a Deus e à nossa própria alma. Como disse o papa Bento XVI 

Com a transgressão da Lei, vêm também as trágicas consequências. São Paulo diz que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6, 23). E ele está certo. O salário do pecado é a angústia, é a escravidão, é, de fato, a morte. Quantas pessoas têm se dedicado a estudar o celibato sacerdotal na Igreja! E quantos ignorantes não têm dito que esta sábia doutrina católica “reprimiria” sexualmente os clérigos e as pessoas que de livre e espontânea vontade se dedicam ao Reino vivendo na continência, quando, na verdade, o que aprisiona e escraviza o homem é a sexualidade vivida de modo distorcido, na pornografia, na masturbação, na fornicação, no adultério etc. Quando o homem moderno repele o compromisso ele de nada está se libertando. Ele pode tentar fugir da responsabilidade do Matrimônio, mas nem por isso está se libertando, porquanto uma vida impura torna o homem escravo de suas paixões. Quanto mais se exime a razão de tomar as rédeas da alma humana, esta se vê cada vez mais submetida ao império das paixões desordenadas.
No dia 18 de agosto celebramos a memória de um santo pouco conhecido. Seu nome é Alberto Hurtado. É um sacerdote chileno, da Companhia de Jesus, que, no último século, dedicou sua vida a Deus e ao serviço dos mais pobres. Baseou seus escritos na doutrina social da Igreja e combateu com veemência a corrente de pensamento marxista que tenta, hoje, de maneira disfarçada, se infiltrar em nossa sociedade.
“Não falta quem pensa que o instinto sexual é avassalador e irresistível. Para este, a luta pela pureza é infrutuosa, pois a paixão é ineducável. E não faltam médicos que, com critério errado, aconselham aos jovens que lhes consultam por causa de sua insônia ou dores de cabeça a praticar o ato sexual; a alguns que lhes perguntam como poderão abandonar certos vícios degradantes, lhes dão como única resposta o ter relações com pessoas de outro sexo. Não passa por suas cabeças aconselhar-lhes a ter uma vida de continência, talvez por não crer ser possível vivê-la. E, apesar disso, as observações da medicina, da psicologia e a experiência são contestes em afirmar a possibilidade da continência, não só até o matrimônio, mas também durante toda a vida para o homem ou para a mulher psicológica e fisiologicamente normais”.
“Os demônios todos se espantam e temem meu nome. Ao som do nome de Maria, soltam imediatamente a presa que tenham em suas garras. Da mesma forma que uma ave de rapina com a presa em suas garras, a deixa quando escuta um ruído e volta depois quando vê que não era nada, igualmente os demônios deixam a alma, assustados, ao ouvir meu nome, mas voltam de novo rápidos como uma flecha a menos que vejam que depois se produziu uma emenda.”