Protocolo Misoprostol ganha reação discreta na Câmara

CYTOTEC

Cytotec: comercialização proibida no Brasil.

O Ministério da Saúde já imprimiu mais de 250 mil cartilhas, de título “Protocolo Misoprostol”, para ensinar nossas mulheres a fazer aborto. Ao ler a notícia, muitas pessoas alegaram que se tratava de um engano nosso, afinal, o Cytotec, que é a marca pela qual o medicamento abortivo é conhecido no Brasil, só deveria ser manuseado por profissionais da obstetrícia, e o governo não seria irresponsável a ponto de disponibilizar esse material para a população leiga. Acontece que o número de obstetras e ginecologistas de nosso país é dez vezes menor que o número de livretos impressos pelo governo. Para que tantas cartilhas?

Esse é o mesmo questionamento feito recentemente pelo deputado Roberto de Lucena (PV-SP). Em nota emitida em seu site e em pronunciamento na tribuna da Câmara, o parlamentar registrou a sua “indignação”. É possível acompanhar seu discurso no vídeo abaixo, a partir dos 2min32s.

Quem também resolveu falar contra a cartilha do Ministério da Saúde foram os deputados Áureo Ribeiro (PRTB-DF) e Marco Feliciano (PSC-SP).

Importante e digna de aplausos é a manifestação dos parlamentares. No entanto, quanta ingenuidade em suas palavras! Parece que não aprenderam nada nas últimas eleições presidenciais. Para Áureo Ribeiro, “[a] presidenta Dilma é contra a legalização do aborto” (!) e “o ministro Padilha é um defensor da vida” (!!!). No discurso do pr. Marco Feliciano, brotam elogios em favor de Padilha:

“Uso desta tribuna para parabenizar o Sr (sic) Ministro da Saúde Alexandre Padilha pela sua atuação à frente da Pasta onde podemos constatar o acerto da Política de Governo para a saúde em nosso País (…). Reconheço também o excelente trabalho em relação à saúde da mulher, com ampla gama de especialidades, onde, aproveito o assunto para solicitar ao Sr (sic) Ministro, que, interpele seus auxiliares responsáveis pela secretária de atenção à saúde, departamento de ações estratégicas, área técnica de saúde da mulher, que, elaborou uma cartilha chamada ‘Protocolo Misoprostol’.”

Depois de dois parágrafos recheados de elogios ao ministro Padilha, Feliciano pede-lhe que “interpele seus auxiliares responsáveis”, para que tomem alguma providência.

O Ministério da Saúde tem quase 300 mil cartilhas asquerosas prontas para distribuir à população, ensinando nossas mulheres como matar seus filhos, e apenas três míseros deputados reagem. E reagem pedindo aos iluminados do nosso governo que interpelem seus auxiliares…

Reinaldo Azevedo erra quando diz que a oposição fez greve no país. A oposição já morreu, faz tempo. O povo já está sem voz, faz tempo.

Tomei conhecimento das manifestações dos deputados no Blog da Vida.

Lei da Mordaça Gay aprovada no Senado

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A criminalização da discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na forma de um substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) ao projeto de lei da Câmara (PLC 122/06). A proposta original, de autoria da então deputada Iara Bernardi, inclui na já existente lei que pune a discriminação por racismo, religião ou local de nascença, a punição de atos discriminatórios por sexo, gênero ou orientação sexual.

A proposta agora volta às comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH); Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e segue para o Plenário do Senado. Caso aprovado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados uma vez que foi modificado pelos senadores.

Fonte: Agência Senado

A Constituição Federal Brasileira garante a todos os seus cidadãos a liberdade de expressão, que é a capacidade de se manifestar contra algo dentro dos limites da ética, ou seja, respeitando os direitos das pessoas enquanto cidadãs brasileiras. Infelizmente muitos não entendem isso e confundem críticas a determinados sistemas sociais com ofensas morais à dignidade de uma pessoa. Na sociedade contemporânea há uma lamentável tendência de se relativizar a verdade na intenção de favorecer determinados grupos sociais, como se fosse direito exclusivo deles defender seus direitos, em detrimento muitas vezes das garantias fundamentais do cidadão. A questão é que a Lei diz, no Art. 5º da Constituição, que “todos são iguais perante a lei (…) garantindo-se aos brasileiros (…) a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade [etc.]”.

O problema é que o Senado aprovou essa semana uma lei que é claramente contrária a esse direito individual do brasileiro de se manifestar contra aquilo que ele pensa ser errado. É a lei da “Mordaça Gay”, que propõe o seguinte: se você é contra o homossexualismo ou práticas do tipo deve ficar calado; não pode criticar. Tem algum fundamento nesse projeto de lei absurdo, que é o PLC 122/2006? Para os gayzistas o ataque ao homossexualismo significaria imediatamente um ataque aos homossexuais e, consequentemente, um caso de homofobia, preconceito, o que é condenado pela Lei.

Sim, não é certo ser contra os homossexuais e ter preconceito para com eles. Mas daí se proibir a liberdade do homem em se manifestar contra aquilo que é imoral ou contra a natureza é partir para a agressão ao direito que o homem tem de pensar por si próprio. Ora, o homem tem seus valores e eles devem ser respeitados queiram ou não os opressores. Se o governo quiser realmente banir manifestações contrárias ao homossexualismo então terá que impedir a livre circulação de alguns livros religiosos, como a própria Bíblia, que condena radicalmente as práticas homossexuais. E isso influi também na liberdade de culto, garantida pela Lei brasileira. Ou seja, é um projeto de lei totalmente sem fundamento.

Assista abaixo o vídeo do Pr. Silas Malafaia falando sobre a Lei PLC 122/06

Com efeito, a Igreja Católica, assim como outras igrejas cristãs que se manifestam contrárias ao homossexualismo, nunca incentivaram a homofobia. Incentivaram, por outro lado, que condenemos aquilo que vai contra a natureza, aquilo que é imoral. Temos aversão, portanto, à prática homossexual; não ao praticante dela. Odiamos sim o homossexualismo, mas não o homossexual que, apesar de seu pecado, também é filho de Deus. A caridade nos ensina a amarmo-nos uns aos outros; mas a Lei nos ensina que sem verdade não há verdadeira caridade.

Querem calar a nossa boca. Querem fazer com que paremos de condenar as obras das trevas. Pois então, não nos calaremos; não faremos silêncio. O homossexualismo é imoral mesmo, é contra a natureza, é pecaminoso, é uma prática abominável e condenada por Deus. E muito embora seja dura a verdade é preciso que ela seja dita. Não estamos fazendo nada de errado em expressar aquilo que pensamos, afinal não ofendemos ninguém. A partir do momento em que extrapolarmos os limites da liberdade e começarmos a ofender os homossexuais aí sim podemos falar de homofobia. Mas enquanto estivermos exercendo a nossa missão cristã de condenar severamente o mal nada estamos fazendo de errado.

Lutemos, pois, contra esse projeto de lei. Ainda é possível vencê-lo. Não podemos permitir que esse absurdo seja aprovado no Brasil.

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Leia mais sobre a aprovação do PLC 122/06 no Congresso no blog Mídia sem máscara.

Apagão em Brasília foi pior que restante do Brasil: No senado “mordaça Gay” foi aprovada”, via Dominus Vobiscum.