O que um católico precisa saber sobre o 11 de setembro

Após o atentado de 11 de setembro de 2001, alardeia a imprensa, o mundo nunca mais foi o mesmo.

De fato, está cada vez mais difícil ser cristão. (Não é com isto que a mídia está preocupada quando usa aquela frase, mas vamos dar a ela sentido autêntico.) Enquanto em alguns muitos lugares permanece uma perseguição aberta, e que ainda é, já quase dois mil anos depois de Nero, situação comum e corriqueira – vergonha para a sociedade moderna que “tanto avança” quando o assunto é “direitos humanos”! -, em alguns outros lugares, desde a Europa ateia até a América Latina cristã, difunde-se uma repressão velada, um ódio silencioso ao Cristianismo e àqueles que ainda ousam – “em pleno século XXI”, como gritam, rasgando as vestes, os inimigos da Cruz – seguir nosso Senhor Jesus Cristo.

Funciona mais ou menos assim: “eu não vou proibir, cristão fanático, que você reze o Terço ou leia a sua Bíblia, contanto que faça isto em sua casa, ou no seu templo religioso”. Em alguns lugares já há leis limitando qualquer forma de pensamento religioso cristão à esfera privada. Em outros lugares, predomina a ridicularização: o cristão pode falar mal do aborto, do casamento gay, das pílulas anticoncepcionais et cetera, mas vai ser escarnecido, porque essas posições – onde já se viu! – são ensinamentos enferrujados de uma estrutura hierárquica medieval e absolutista, a Igreja Católica!

E o que tudo isto tem a ver com islamismo? Bem, propaga-se a ideia – já largamente difundida – de que foram os Estados Unidos da América os arquitetos do atentado ao World Trade Center e ao Pentágono há 10 anos atrás. O nome “terrorismo” não pode jamais ser utilizado para designar fanáticos muçulmanos suicidas. Terroristas seriam os próprios EUA, que demonizam qualquer evento que sirva para contrariar os seus “interesses imperialistas”. Os muçulmanos, pelo contrário, são intocáveis, e aquilo que fazem, não importa a legitimidade da prática, é sempre bom, é sempre irrepreensível.

Bobagem tudo isto que digo? Então assistam ao vídeo do padre Paulo Ricardo, que faz uma análise de ótima qualidade do resultado final do ataque terrorista de 11 de setembro.

No, Mister President! – Obama e o aborto

Vi no blog do Wagner Moura esse ótimo vídeo mostrando a radical oposição entre a opinião do presidente Obama sobre o aborto e a realidade de morte que essa infâmia representa. As palavras são de um pastor evangélico, chamado John Piper. Ele responde uma declaração de Obama, na qual o presidente norte-americano afirma:

“Nós estamos lembrados que essa decisão [de apoiar o aborto e mantê-lo como legal] não só protege a saúde das mulheres e a liberdade de procriação, mas defende um princípio muito mais amplo: que o governo não deve se intrometer em nossos assuntos de família mais particulares”.

O grande problema é que essa decisão de apoiar o aborto e mantê-lo como legal é, primeiramente, uma grande afronta ao direito que o ser humano tem à liberdade e à vida. Matar crianças inocentes nos ventres de suas mães definitivamente não é “proteger a saúde” de ninguém, muito menos das mulheres. Pesquisas confiáveis nos revelam quantas seqüelas o aborto deixa no corpo e no pensamento de uma mulher. Ora, o aborto não é mais, olhando por esse ângulo, um mero “assunto de família”. É dever do Estado proteger e salvaguardar a vida de todos os seres humanos, inclusive dos embriões.

No, Mister President! O aborto é um assassinato; não deve ser legalizado. Afinal, o senhor tem ou não um compromisso com a vida e com a moralidade?

Recomendo enfaticamente que vejam o vídeo. Boa interação!

Algumas notas importantes

- O Papa Bento XVI recebeu no Vaticano no dia de hoje o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama. A visita durou aproximadamente 40 minutos e foi, pelo que li, muito aberta ao diálogo. A notícia está na Canção Nova, na Rádio Vaticano e também no “Sem Fronteiras”, do Walter Maierovitch. “Foram abordados”, informa a rádio, “temas de interesse mundial e convergentes, como a paz no Oriente Médio, e questões divergentes, como a gravidez indesejada”.

No fim do encontro, o Papa disse ao presidente: “…rezo pelo senhor”. Sem dúvida uma atitude de profunda caridade e humildade do Santo Padre. Obama respondeu dizendo: “Santidade, espero em um relacionamento muito forte entre os EUA e a Santa Sé!” Sim, esperamos um melhor relacionamento entre os dois e que o pedido que o Santo Padre havia feito a ele no fim do ano passado seja considerado por sua excelência.

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Sabemos muito bem que a relação entre a Santa Sé e o presidente Barack Obama só será profundamente aproveitada quando ocorrer uma mudança de valores por parte do presidente dos EUA, especialmente quando se fala de questões como aborto, casamentos de homossexuais etc. O importante é que existe nesse relacionamento entre EUA e Vaticano uma coisa fundamental: a verdade. E é o que o Papa sublinhava na sua encíclica: somente na verdade a caridade, o amor pode ser vivido. Sabemos também que para a melhor exploração desse “amor” entre Bento XVI e Barack Obama, existe a exigência da conversão. Rezemos, pois, pela conversão do presidente Obama. Que, como disse ele, aconteça entre Igreja e EUA “um relacionamento muito forte”, cheio de paz, solidariedade e justiça.

- “Extremistas desumanos – ou melhor, muçulmanos – decapitam a sete cristãos na Somália”: é a notícia que vem da Agência ACI. Rezemos também por todos os cristãos perseguidos no Oriente Médio e no mundo inteiro. Que Cristo tenha compaixão de suas almas.

- Quando falam que querem anormalizar o mundo, muitos não acreditam… Equipe de pesquisadores culpa filmes infantis por perpetuarem a heteronormatividade… Como assim? O José Roldão responde, frustrado: “Segundo os tais defensores da crítica à ‘heteronormatividade’, somos agredidos desde a infância com a idéia de que a heterossexualidade é normal, entendendo isso como uma espécie de ditadura que molda o gênero sexual dominante”. Difícil mesmo acreditar no que lemos… A humanidade está caminhando ao abismo. Miserere nobis, Domine!

Mais americanos estão rejeitando a agenda do aborto

Políticas de Obama estão provocando mudanças

© 2009 WorldNetDaily

Uma nova pesquisa de opinião pública do Gallup indica que os americanos estão mudando fortemente para uma posição pró-vida. Essa mudança de posição reflete uma reação à percepção do que significa um verdadeiro pró-aborto para o presidente Barack Obama, de acordo com um analista.

“Barack Obama revelou o que significa ser pró-aborto — abortos financiados pelo dinheiro do contribuinte do imposto de renda, a eliminação de normas de bom senso, a anulação de normas que protegem médicos e serviços de saúde que não querem realizar abortos”, disse Wendy Wright, diretora de Concerned Women for America.

“Ser pró-aborto significa tirar as escolhas das pessoas — o direito à vida do bebê, o direito de uma mulher conhecer os danos do aborto antes de fazer tal cirúrgia, o direito do contribuinte de imposto de renda de não ser forçado a pagar pelo aborto de outras mulheres, a liberdade de serviços de saúde de não participarem de abortos”, disse ela.

A pesquisa do Gallup revelou que 51 por cento dos americanos agora se identificam como pró-vida e 42 como pró-aborto

A pesqsuisa descreveu a mudança como “significativa” em comparação com a pesquisa feita um ano atrás, quando os números eram contrários. Naquele ponto, 50 por cento se consideravam pró-aborto e 44 por cento se consideravam pró-vida.

Numa declaração, Wright comentou que o ultra-som é mais acessível agora, e as mulheres estão mais abertas a expressar remorso de abortos que fizeram. Mas ela disse que o acontecimento mais importante é o presidente mais pró-aborto da história dos EUA.

A pesquisa do Gallup disse: “É possível que, por meio de suas políticas de aborto, Obama esteja empurrando um pouco o público a entender que ser pró-aborto é ser politicamente esquerdista. Embora os democratas apóiem isso, como geralmente eles apóiam tudo o que Obama está fazendo, isso pode estar levando os outros na direção oposta”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Para ler sobre Obama e sua obsessão de promover o aborto, veja estes artigos:

Paranóia esquerdista: Governo de Obama classifica de “potenciais terroristas” pessoas que são contra o aborto

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

Obama e o aborto

O primeiro ato de Obama como presidente

Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano contra medidas anti-vida de Obama

O que esperar de Barack Obama?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde