Algumas notas importantes

- O Papa Bento XVI recebeu no Vaticano no dia de hoje o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama. A visita durou aproximadamente 40 minutos e foi, pelo que li, muito aberta ao diálogo. A notícia está na Canção Nova, na Rádio Vaticano e também no “Sem Fronteiras”, do Walter Maierovitch. “Foram abordados”, informa a rádio, “temas de interesse mundial e convergentes, como a paz no Oriente Médio, e questões divergentes, como a gravidez indesejada”.

No fim do encontro, o Papa disse ao presidente: “…rezo pelo senhor”. Sem dúvida uma atitude de profunda caridade e humildade do Santo Padre. Obama respondeu dizendo: “Santidade, espero em um relacionamento muito forte entre os EUA e a Santa Sé!” Sim, esperamos um melhor relacionamento entre os dois e que o pedido que o Santo Padre havia feito a ele no fim do ano passado seja considerado por sua excelência.

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Sabemos muito bem que a relação entre a Santa Sé e o presidente Barack Obama só será profundamente aproveitada quando ocorrer uma mudança de valores por parte do presidente dos EUA, especialmente quando se fala de questões como aborto, casamentos de homossexuais etc. O importante é que existe nesse relacionamento entre EUA e Vaticano uma coisa fundamental: a verdade. E é o que o Papa sublinhava na sua encíclica: somente na verdade a caridade, o amor pode ser vivido. Sabemos também que para a melhor exploração desse “amor” entre Bento XVI e Barack Obama, existe a exigência da conversão. Rezemos, pois, pela conversão do presidente Obama. Que, como disse ele, aconteça entre Igreja e EUA “um relacionamento muito forte”, cheio de paz, solidariedade e justiça.

- “Extremistas desumanos – ou melhor, muçulmanos – decapitam a sete cristãos na Somália”: é a notícia que vem da Agência ACI. Rezemos também por todos os cristãos perseguidos no Oriente Médio e no mundo inteiro. Que Cristo tenha compaixão de suas almas.

- Quando falam que querem anormalizar o mundo, muitos não acreditam… Equipe de pesquisadores culpa filmes infantis por perpetuarem a heteronormatividade… Como assim? O José Roldão responde, frustrado: “Segundo os tais defensores da crítica à ‘heteronormatividade’, somos agredidos desde a infância com a idéia de que a heterossexualidade é normal, entendendo isso como uma espécie de ditadura que molda o gênero sexual dominante”. Difícil mesmo acreditar no que lemos… A humanidade está caminhando ao abismo. Miserere nobis, Domine!