
Papa Francisco celebrou a Missa do III Domingo da Páscoa na Basílica de São Paulo Extramuros.
“Mas isto vale para todos: tem-se de anunciar e testemunhar o Evangelho. Cada um deveria interrogar-se: Como testemunho Cristo com a minha fé? Tenho a coragem de Pedro e dos outros Apóstolos para pensar, decidir e viver como cristão, obedecendo a Deus? É certo que o testemunho da fé se reveste de muitas formas, como sucede num grande afresco que apresenta uma grande variedade de cores e tonalidades; todas, porém, são importantes, mesmo aquelas que não sobressaem. No grande desígnio de Deus, cada detalhe é importante, incluindo o teu, o meu pequeno e humilde testemunho, mesmo o testemunho oculto de quem vive a sua fé, com simplicidade, nas suas relações diárias de família, de trabalho, de amizade. Existem os santos de todos os dias, os santos ‘escondidos’, uma espécie de ‘classe média da santidade’, da qual todos podemos fazer parte. Mas há também, em diversas partes do mundo, quem sofra – como Pedro e os Apóstolos – por causa do Evangelho; há quem dê a própria vida para permanecer fiel a Cristo, com um testemunho que lhe custa o preço do sangue. Recordemo-lo bem todos nós: não se pode anunciar o Evangelho de Jesus sem o testemunho concreto da vida. Quem nos ouve e vê, deve poder ler nas nossas ações aquilo que ouve da nossa boca, e dar glória a Deus! A incoerência dos fiéis e dos Pastores entre aquilo que dizem e o que fazem, entre a palavra e a maneira de viver mina a credibilidade da Igreja.”
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“A passagem que ouvimos do Apocalipse, fala-nos da adoração: as miríades de anjos, todas as criaturas, os seres vivos, os anciãos prostram-se em adoração diante do trono de Deus e do Cordeiro imolado, que é Cristo e para quem é dirigido o louvor, a honra e a glória (cf. Ap 5, 11-14). Gostaria que todos se interrogassem: Tu, eu, adoramos o Senhor? Vamos ter com Deus só para pedir, para agradecer, ou vamos até Ele também para O adorar? Mas então que significa adorar a Deus? Significa aprender a estar com Ele, demorar-se em diálogo com Ele, sentindo a sua presença como a mais verdadeira, a melhor, a mais importante de todas. Cada um de nós possui na própria vida, de forma mais ou menos consciente, uma ordem bem definida das coisas que são consideradas mais ou menos importantes. Adorar o Senhor quer dizer dar-Lhe o lugar que Ele deve ter; adorar o Senhor significa afirmar, crer – e não apenas por palavras – que só Ele guia verdadeiramente a nossa vida; adorar o Senhor quer dizer que estamos diante d’Ele convencidos de que é o único Deus, o Deus da nossa vida, da nossa história.”
“Daqui deriva uma consequência para a nossa vida: despojar-nos dos numerosos ídolos, pequenos ou grandes, que temos e nos quais nos refugiamos, nos quais buscamos e muitas vezes depomos a nossa segurança. São ídolos que frequentemente conservamos bem escondidos; podem ser a ambição, o gosto do sucesso, o sobressair, a tendência a prevalecer sobre os outros, a pretensão de ser os únicos senhores da nossa vida, qualquer pecado ao qual estamos presos, e muitos outros. Há uma pergunta que eu queria que ressoasse, esta tarde, no coração de cada um de nós e que lhe respondêssemos com sinceridade: Já pensei qual possa ser o ídolo escondido na minha vida que me impede de adorar o Senhor? Adorar é despojarmo-nos dos nossos ídolos, mesmo os mais escondidos, e escolher o Senhor como centro, como via mestra da nossa vida.”
Da Homilia do Santo Padre, o Papa Francisco, em celebração na Basílica de S. Paulo Extramuros, 14 de abril de 2013
Aparentemente, a possibilidade de abertura do processo de beatificação da princesa Isabel não foi bem acolhida por alguns.
Estando em férias tomei conhecimento da absurdidade cometida por grupos homossexuais, do LGBT, na Parada Gay, na semana passada em São Paulo. Tudo isso para mim não passa de um reflexo que a muito já era premeditado na sociedade, uma realidade que logo apareceria com mais veemência e ganharia mais força. E sabemos que ela ganhou muita força, sobretudo em meio a muitos políticos que, na teoria, defendem os direitos dos cidadãos, mas na prática não passam de interesseiros e ávidos para defenderem seus próprios interesses e lucrarem o suficiente para morrerem “montados na grana”.
Assistindo ao Fantástico hoje, tomei notícia das mais novas manifestações de “tolerância” promovidas pelos participantes da Parada do Orgulho Gay. Sim, eles se reuniram – como costumam fazer todos os anos – 
Hoje damos início às meditações das Cartas Paulinas. A muito tempo vinha idealizando este projeto, que só agora foi posto em prática. Verdadeiramente precisamos ter uma maior compreensão dos textos sagrados, e mais que isso: precisamos vivenciá-lo na vida cotidiana, mesmo com as grandes pressões que o mundo hoje apresenta.
A Solenidade de Todos os Santos – que ocorre a primeiro de novembro, mas a Igreja no Brasil convida-nos a celebrar no domingo mais próximo – não se-nos apresenta como uma realidade impossível, e mesmo inacessível aos olhos humanos, mas tende, pelo contrário, a aproximar-nos de Deus, fazendo com que tornemo-nos partícipes do seu banquete escatológico e da vida eterna. Não obstante as constantes distrações e facilidades que o mundo apresenta, devemos fixar-nos em Cristo, voltarmo-nos a Ele, e, abertos à Sua mensagem, instaurar um Reino de Paz e amor, de justiça e fraternidade. Não um Reino utópico, mas um reino verdadeiro, ao qual devemos viver e esperar segundo as expectativas evangélicas.
“Falando de suas ovelhas, diz Jesus: Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna (Jo 10, 27-28). É a respeito delas que fala: Quem entrar por mim, será salvo; entrará, sairá e encontrará pastagem (Jo 10, 9).”
Os piores inimigos da Igreja estão no seu interior. Essa afirmação expressa uma verdade que pode ser observada na prática em nossas comunidades. Há inclusive uma referência a essa realidade na doutrina de São Pio X: “Os fautores do erro já não devem ser procurados entre inimigos declarados; mas, o que é muito para sentir e recear, se ocultam no próprio seio da Igreja, tornando-se destarte tanto mais nocivos quanto menos percebidos” (
A Igreja nos convida hoje a celebrarmos a memória litúrgica de São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote e mártir. Como bem definiu o Papa Paulo VI, de venerável memória, este grande homem é um “mártir do amor”. Seu martírio e sua vida são provas concretas de que, mesmo no século XX (durante o regime nazista), ou até nos dias hodiernos, com uma sociedade egocêntrica, que busca dividir as pessoas e as tornarem menos fraternas, as palavras de Jesus incidem vivamente entre nós: “Não há maior amor do que dá a vida pelos próprios amigos” (Jo 15, 13). Verdadeiramente São Maximiliano viveu estas palavras na radicalidade do Evangelho. Elas não lhe serviram apenas de modelo, mas estão íntrinsecamente ligadas a sua vida, são partes de sua biografia.