RESPOSTA ESCLARECEDORA

A revista ISTOÉ de 1º de julho de 2009 pulblicou um artigo, na página 95, intitulado O LADO ESCURO DO VATICANO, onde dizia que a Igreja, AJUDOU o nazismo. E que o Papa calou-se diante disso. A todos recomendo a leitura do artigo abaixo, para que estes inimigos da Igreja e ignorantes, não voltem a escrever tanta besteira:

13 Declarações de líderes judeus em defesa do Papa Pio XII

O site forumlibertas.com, publicou em 16 de abril de 2007, declarações 13 grandes líderes judeus em defesa do grande Papa Pio XII, acusado injustamente por muitos de ter sido omisso na defesa dos judeus diante de Hitler. Na verdade a Igreja, por orientação do Papa, agindo de maneira diplomática, conseguiu salvar cerca de 800 mil judeus de serem mortos pelos nazistas. Segundo o site citado, essas declarações desmentem esta calúnia que foi fortemente propagada pelos adversários da Igreja católica. Elas começaram com a propaganda comunista nos anos 60 e se transmitiram pela “nova esquerda” por toda a Europa , junto com a obra financiada pela União Soviética “O Vigário”, de Huchhoth. Nela se baseia o filme “Amém”, de Costa-Gavras.
As declarações a seguir (tradução nossa para o português), são testemunhos desde 1940, desde Einstein até os grandes rabinos de Bucarest, Palestina e Roma. Os historiadores judeus afirmam que Pio XII salvou a vida de muitos judeus.

As declarações dos líderes judeus: 1 – Albert Einstein:
“Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Mas, do mesmo modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral.”

[Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton]

2 – Isaac Herzog “O povo de Israel nunca se esquecerá o que Sua Santidade [Pio XII] e seus ilustres delegados, inspirados pelos princípios eternos da religião que formam os fundamentos mesmos da civilização verdadeira, estão fazendo por nossos desafortunados irmãos e irmãs nesta hora , a mais trágica de nossa história, que é a prova viva da divina Providência neste mundo.” [Isaac Herzog, Gran Rabino da Palestina, em 28 de fevereiro de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs ala Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 292.]

3 – Alexander Shafran
“Não é fácil para nós encontrar as palavras adequadas para expressar o calor e consolo que experimentamos pela preocupação do Sumo Pontífice [Pio XII], que ofereceu uma grande soma para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados; os judeus da Romênia nunca esqueceremos estes fatos de importância histórica.”
[Alexander Shafran, Gran Rabino de Bucarest, em 7 de abril de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs ala Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 291-292]

4 – Juez Joseph Proskauer
“Temos ouvido em muitas partes que o Santo Padre [Pio XII] foi omisso na salvação dos refugiados na Itália, e sabemos de fontes que merecem confiança que este grande Papa estendeu suas mãos poderosas e acolhedoras para ajudar aos oprimidos na Hungria”.
[Juez Joseph Proskauer, presidente do “American Jewish Committee”, na Marcha de Conscientização de 31 de julho de 1944em Nova York]

5 – Giuseppe Nathan
“Dirigimos uma reverente homenagem de reconhecimento ao Sumo Pontífice [Pio XII], aos religiosos e religiosas que puseram em prática as diretrizes do Santo Padre, somente viram nos perseguidos a irmãos, e com arrojo e abnegação atuaram de forma inteligente e eficaz para socorrer-nos, sem pensar nos gravíssimos perigos a que se expunham.”
[Giuseppe Nathan, Comissário da União de Comunidades Israelitas Italianas, 07-09-1945]

6. A. Leo Kubowitzki
“Ao Santo Padre [Pio XII], em nome da União das Comunidades Israelitas, o mais sentido agradecimento pela obra levada a cabo pela Igreja Católica em favor do povo judeu em toda a Europa durante a Guerra”.
[ A.Leo Kubowitzki, Secretario Geral do “World Jewish Congress” (Congresso Judeu Mundial ), ao ser recebido pelo Papa em 21-09-1945]

7. William Rosenwald
“Desejaria aproveitar esta oportunidade para render homenagem ao Papa Pio XII por seu esforço em favor das vítimas da Guerra e da opressão. Proveu ajuda aos judeus na Itália e interveio a favor dos refugiados para aliviar sua carga”.
[William Rosenwald, presidente de “United Jewish Appeal for Refugees”, 17 de março de 1946, citado em 18 de março no “New York Times”.

8 – Eugenio Zolli
“Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura cairam, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz”.
[Eugenio Zolli, em seu livro “Before the Dawn” (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma; durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em 1945, foi batizado como “Eugenio” em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII]

9 – Golda Meir “Choramos a um grande servidor da paz que levantou sua voz pelas vítimas quando o terrível martírio se abateu sobre nosso povo”.
[Golda Meier, ministra do Exterior de Israel, outubro de 1958, ao morrer Pío XII]

10 – Pinchas E. Lapide
“Em um tempo em que a força armada dominava de forma indiscriminada e o sentido moral havia caído ao nível mais baixo, Pio XII não dispunha de força alguma semelhante e pôde apelar somente à moral; se viu obrigado a contrastar a violência do mal com as mãos desnudas. Poderia ter elevado vibrantes protestos, que pareceriam inclusive insensatos, ou melhor proceder passo a passo,em silêncio. Palavras gritadas ou atos silenciosos. Pio XII escolheu os atos silenciosos e tratou de salvar o que poderia ser salvo.”
[Pinchas E. Lapide, historiador hebreu e consul de Israel em Milão, em sua obra “Three Popes and Jews” (Três Papas e os Judeus), Londres 1967; ele calcula que Pío XII e a Igreja salvaram com suas intervenções 850.000 vidas].

11 – Sir Martin Gilbert
“O mesmo Papa foi denunciado por Joseph Goebbels – ministro de Propagando do governo nazista – por haver tomado a defesa dos judeus na mensagem de Natal de 1942, onde criticou o racismo. Desempenhou também um papel, que descrevo com alguns detalhes, no resgate das três quartas partes dos judeus de Roma”.
[Sir Martin Gilbert, historiador judeu inglês, especialista no Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista em 02-02-2003 no programa “In Depth”, do canal de televisão C-Span]

12 – Paolo Mieri
“O linchamento contra Pio XII? Um absurdo. Venho de uma família de origem judia e tenho parentes que morreram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Esse Papa [Pio XII] e a Igreja que tanto dependia dele, fizeram muitíssimo pelos judeus. Seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e quase um milhão de judeus salvos graças à estrutura da Igreja e deste Pontífice. Se recrimina a Pio XII por não ter dado um grito diante das deportações do gueto de Roma, mas outros historiadores têm observado que nunca viram os antifacistas correndo à estação para tratar de deter o trem dos deportados. Um dos motivos por que este importante Papa foi crucificado se deve ao fato de que tomou parte contra o universo comunista de maneira dura, forte e decidida.”
[Paolo Mieri, periodista judeu italiano, ex-diretor do “Corriere della Será”, apresentando o livro “Pio XII; Il Papa degli ebrei” (Pio XII; O Papa dos hebreus), de Andrea Tornielli, a 6 de junho de 2001. ]

13 – David G. Dalin
“Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes, tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda.
[David G. Dalin, rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália]

Contra essas declarações inequívocas de ilustres judeus, é impossível alguém mais sustentar as antigas calúnias contra o Papa Pio XII; se assim o fizer, será por ignorância histórica ou maldade consumada.

E AGORA? AINDA VÃO DEIXAR-SE ILUDIR PELO MALIGNO, E VÃO CONTINUAR A OFENDER A IGREJA?

SE ALGUEM QUER ALGUMA RESPOSTA MAIS COMPLETA ENVIE PARA MEU E-MAIL: IANFARIAS1@HOTMAIL.COM.

Vaticano preparado para enfrentar a Gripe A

O diretor dos serviços de saúde e higiene do Estado do Vaticano, Giovanni Rocchi, revelou que estão a ser tomadas as medidas consideradas necessárias para fazer face à pandemia da Gripe A-H1N1, mas recusou qualquer tipo de “alarmismo”.

De momento, diz este responsável, não está previsto qualquer procedimento para evitar ajuntamentos de pessoas, como acontece com as habituais audiências gerais de quarta-feira ou nas celebrações litúrgicas.

Segundo Giovanni Rocchi, isto não significa “olhar com ligeireza para a pandemia” nem exclui, em absoluto, que o Vaticano possa “decidir em consciência suspender provisoriamente acontecimentos de massa”, se chegarem indicações da OMS nesse sentido e forem adotados na Itália “determinados procedimentos” face às mesmas.

Em declarações à edição deste sábado do jornal “L’Osservatore Romano”, Rocchi assegura que o Vaticano fará sempre uma “observação séria, atenta e equilibrada dos dados que chegarem da Organização Mundial de Saúde”, estando já a preparar o habitual plano de vacinação, para o outono.

Neste sentido, é excluída de momento qualquer forma particular de atuação imediata para além da observação de quantos chegam ao Vaticano, após viagens a países de risco, e apresentam sinais de gripe.

“Preparamo-nos, como há mais de uma década, para o habitual ciclo de vacinação previsto para o início da estação do inverno. Inclui todos os habitantes do Vaticano”, diz o diretor. O número de vacinados é de mais de mil pessoas, entre funcionários e seus familiares.

Rocchi assegura que “assim que estiver disponível a vacina específica para a Gripe A” será proposto à administração do Estado da Cidade do Vaticano um segundo ciclo de vacinação, que se poderia multiplicar.

O diretor dos serviços de saúde e higiene do Estado do Vaticano admite que conta com a chegada do H1N1 no outono, dada a “dimensão pandêmica” da gripe em causa, mas frisa que esta preocupação não pode levar a descurar a atenção às outras estirpes. “É nossa missão assegurar a saúde, para além do Papa e dos seus colaboradores mais diretos, a todos os que são indispensáveis para o funcionamento e a segurança do Estado”, indica.

Não acreditando que a vacina de Gripe A esteja disponível antes do fim do ano, Giovanni Rocchi adianta que o Vaticano se prepara para “eventuais procedimentos para cobrir, em segurança, o período de espera do fornecimento das vacinas pedidas”.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=273456

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Mais uma palhaçada de Boff!

BRASÍLIA – O teólogo brasileiro Leonardo Boff afirmou que o papa Bento XVI deveria ler Karl Marx, já que sua última encíclica, em que aborda os efeitos da crise mundial, é um documento que concorda com os fundamentos da ordem econômica vigente.

“Que bem que faria ao atual Papa um pouco de marxismo!”, comentou Boff, precursor da Teologia da Libertação, dizendo que é esta a sensação que dá após ler a carta pontifícia publicada no último dia 7 com o título “Caritas in Veritate”.

Para o teólogo, o marxismo interpreta a realidade “a partir dos oprimidos, tem o mérito de desmascarar as oposições presentes no sistema atual, pôr à luz os conflitos de poder e denunciar a voracidade incontida da sociedade de mercado, competitiva, consumista, nada cooperativa e injusta”.

A nova encíclica de Bento XVI é uma tomada de posição da Igreja face à crise atual”, resumiu Boff, que deixou os hábitos religiosos na década de 1980, quando recebeu advertências canônicas pelo então cardeal Joseph Ratzinger, que se tornou Pontífice em 2005.

O teólogo explicou à ANSA que o ponto de vista da “Caritas in Veritate” é que “o sistema mundial se apresenta fundamentalmente correto. O que existe são disfunções e não contradições”.

Segundo Boff, tal teoria é parecida com a defendida pelo G20 (grupo formando pelos países ricos e pelos emergentes). “Retificações e não mudanças, melhorias e não troca de paradigma, reformas e não libertações”, pontuou.

“A crise que atinge a humanidade e que comporta ameaças severas a todo sistema da vida demandaria um texto profético, carregado de urgência. Mas não é isso que recebemos, senão uma longa e detalhada reflexão sobre a maioria dos problemas atuais que vão da crise econômica ao turismo, da biotecnologia à crise ambiental”, ressaltou o teólogo.

“Mas não é da natureza deste Papa ser profeta. Ele é um doutor e mestre, elabora o discurso oficial do Magistério, cuja perspectiva não é partir debaixo, mas de cima, da doutrina ortodoxa que esfuma as contradições e minimaliza os conflitos. A tônica dominante não é a da análise, mas da ética, do dever-ser”, afirmou Boff.

O teólogo ainda afirmou que “como não faz análise da realidade atual, extremamente complexa, o discurso magisterial permanece principista, equilibrista, e se define por sua indefinição. O subexto do texto, ou o não-dito no dito, remete a uma inocência teórica que inconscientemente assume a ideologia funcional da sociedade dominante”.

Doutorado em Teologia na Alemanha, o brasileiro foi influente na Igreja Católica do país entre os anos 70 e 80, quando a Conferência Episcopal Brasileira tinha como membros religiosos progressistas, como Paulo Evaristo, ex-cardeal de São Paulo.

A “Caritas in Veritate” foi publicada em coincidência com a realização da 35ª Cúpula do G8 (grupo formado por Estados Unidos, Canadá, França, Itália, Rússia, Japão, Reino Unido e Alemanha) na cidade italiana de L’Aquila.

Especialistas consideram esta carta papal como a primeira encíclica em que são abordados temas sociais, econômicos e éticos.

No documento, Bento XVI defendeu que o desenvolvimento econômico permite que milhões de pessoas deixem a miséria, mas alerta sobre as consequências que as ações de instituições financeiras podem exercem na sociedade. O Papa também ressaltou que toda atividade econômica deve ser regida por ética e responsabilidade.

Bomba: frade ‘criador’ de Medjugorje reduzido ao estado laical pelo Papa Bento XVI.

[MEUS COMENTÁRIOS]

O Papa laicizou o padre no centro das alegações de que a Virgem Maria vem aparecendo na cidade bosniana de Medjugorje [NADA MAIS JUSTO PODERIA SI ESPERAR DA PARTE DO SUMO PONTÍFICE].

O Vaticano decidiu punir o Padre Tomislav Vlasic depois de uma investigação em crescentes preocupações sobre as supostas aparições.

Padre Vlasic é o antigo ‘diretor espiritual’ de seis videntes que afirmam que Nossa Senhora as visitou aproximadamente 40.000 vezes em 28 anos [SURPREENDENTE, NÃO?]. Ele também foi suspeito de inventar histórias das aparições da Virgem Maria [AINDA POR CIMA OUSOU MENTIR COM O NOME DA SANTA MÃE DE DEUS].

O local atrai milhares de visitantes ingleses [E TAMBÉM DE OUTRAS PARTES DO MUNDO, TODOS ILUDIDOS!] todo ano.

[Padre Vlasic] pediu para deixar o sacerdócio após o Vaticano também investigar acusações de que era culpado de imoralidade sexual ‘agravadas por motivações místicas’, depois de engravidar uma freira e então persuadi-la a silenciar o assunto [TODA ÁRVORE BOA TEM FRUTOS MAUS].

Padre Vlasic se negou a cooperar com a investigação [O QUE PROVA QUE ELE TEM CULPA] desde o princípio e foi exilado para um mosteiro em L’Aquila, Itália, onde foi proibido de se comunicar com qualquer pessoa, até mesmo seus advogados, sem a permissão de seu superior.

Veio à tona ontem que ele escolheu deixar o sacerdócio e sua ordem, uma mudança que levou a investigação a um fim abrupto.

A laicização de Padre Vlasic significa que ele está deposto de seu estado clerical [COMO DISSE: NADA MAIS JUSTO].

Ela foi secretamente finalizada pelo Papa em março e representa um forte golpe em milhões de seguidores de Medjugorje por todo o mundo que esperavam que o Vaticano um dia reconhecesse o controverso santuário [IMAGINE SE O VATICANO RECONHECESSE TAL FALSIDADE? NUNCA A IGREJA COMETERIA ESTE ABSURDO].

Padre Vlasic foi chamado de ‘criador’ do fenômeno, conforme Pavao Zanic, bispo local quando então as aparições começaram em 1981.

Mais cedo, em meio a uma discussão com o bispo local e o Vaticano, ele fez uma profecia [UM “JOÃO BATISTA” DO MUNDO HODIERNO] de que a Virgem Maria apareceria na Bósnia.

Meses depois, seis crianças da região – Mirjana Dragićević, Marija Pavlović, Vicka Ivanković, Ivan Dragićević, Ivanka Ivanković e Jakov Colo – disseram ter visto a Virgem numa montanha próxima à sua cidade.

Logo depois, Padre Vlasic anunciou que era ‘diretor espiritual’ [FUNÇÃO DA QUAL ELE NEM MESMO PODERIA PENSAR] delas e em 1984 até mesmo ostentou ao Papa João Paulo II que ele era aquele ‘por meio de quem a providência divina guia os videntes de Medjugorje’.

Mas o clérigo bosniano posteriormente tomou uma posição mais modesta quando se soube que ele seria pai de uma criança com uma freira chamada Irmã Rufina e que se negou a deixar sua ordem para se casar com ela.

Padre Vlasic então se mudou para Parma, Itália, onde fundou uma comunidade religiosa mista (masculina e feminina) chamada Rainha da Paz, que foi dedicada às aparições.

Ele foi suspenso no ano passado pela Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé em meio a uma investigação sobre sua conduta depois de três comissões eclesiásticas terem fracassado em encontrar evidências para sustentar as afirmações dos videntes.

Os bispos da antiga Iugoslávia finalmente declararam que “não pode ser afirmado que estas matérias digam respeito a aparições ou revelações sobrenaturais”.

O Cardeal Joseph Ratzinger – agora Papa Bento XVI – também tinha proscrito peregrinações ao local, mas isso foi amplamente ignorado.

Pelo contrário, os videntes se enriqueceram como resultado de suas alegações [OU SEJA QUISERAM APENAS FAZER FAMA NAS COSTAS DA VIRGEM MARIA] – assim como sua cidade, que sofreu um boom como conseqüência da “corrida pelo ouro da Madonna”.

Alguns hoje são proprietários de casas inteligentes com jardins refinados, garagens duplas e entradas de segurança, uma delas possuindo uma quadra de tênis.

Também possuem carros caros e um deles, Ivan Dragicevic, se casou com uma antiga miss americana [VEJA BEM! POR QUE ELES NÃO BUSCARAM VIVER A HIMILDADE COMO FEZ IRMÃ LÚCIA, SANTA BERNADETE E OUTROS QUE FORAM VERDADEIRAMENTE AGRACIADOS PELA MÃE DE DEUS?].

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OFÍCIO DO SUPERIOR GERAL DA ORDEM DOS FRADES MENORES

ORDO FRATRUM MINORUM
MINISTER GENERALIS

Prot. N. 098714

Aos Superiores Provinciais da Bósnia Herzegovina, Croácia e Itália.

Caro Irmão Superior,

O Santo Padre, aceitando a requisição do frade Tomislav Vlasic, O.F.M., membro da província dos frades menores de S. Bernardino de Siena (L’Aquila), responsável por conduta nociva à comunhão eclesial tanto na esfera doutrinal como disciplinar, e sob a censura de interdito, lhe concedeu o favor da redução ao estado laico (amissio status clericalis) e demissão da Ordem.

Além disso, o Santo Padre concedeu ao peticionário, motu proprio, a remissão da censura incorrida assim como o favor da dispensa dos votos religiosos e de todas as responsabilidades associadas às ordens sagradas, inclusive celibato.

Como um preceito penal salutar – sob pena de excomunhão que a Santa Sé declararia, e, se necessário, sem advertência canônica prévia – as seguintes ordens são impostas ao Sr. Tomislav Vlasic:

a) Absoluta proibição de exercer qualquer forma de apostolado (por exemplo, promover devoções públicas ou privadas, ensinar doutrina Cristã, direção espiritual, participação em associações leigas, etc) assim como aquisição e administração de bens destinados a propósitos religiosos;

b) Absoluta proibição de publicar declarações sobre matérias religiosas, especialmente a respeito do “fenômeno de Medjugorje”;

c) Absoluta proibição de residir em casas da Ordem dos Frades Menores.

Para a execução das medidas sérias impostas pela Santa Sé com respeito ao Sr. Tomislav Vlasic, a mesma Sé Apostólica comunica diretamente aos Superiores de Ordem.

Portanto, volto-me a vós para que sejais vigilantes e informeis aos Guardiães e superiores das casas filhas, respeitosamente, a respeito de Tomislav Vlasic, das medidas pontifícias a ele concernentes, em particular a respeito da proibição de residir em qualquer causa pertencente à Ordem dos Frades menores, sob pena de remoção do cargo.

Confiando em vossa plena compreensão e pronta cooperação, cumprimento-vos fraternalmente.

Roma, 10 de março de 2009.

Fr. José Rodriguez Carballo, OFM
Superior Geral

Fonte: Catholic Light

O Absurdo de Limeira

Igreja Una

Mais (péssimas) novidades sobre LimeiraGate

Recentemente foi publicado num jornal de circulação local em Americana, pertencente ao território canônico de Limeira, algumas considerações sobre a polêmica em torno da missa antiga em Limeira. Quem nos transmitiu a matéria foi o blog Fratres In Unum .

O jornal é “O Liberal”. Não é um nome muito “agradável” para uma matéria dessas, mas o texto até que manteve certa imparcialidade.
Coloquei-me, ao ler a curta matéria pela primeira vez, como um leitor comum, desses que freqüenta a missa uma vez por semana e nada mais. O que conclui? Que os integrantes do grupo que peticiona a missa antiga querem que a missa “em latim” seja o padrão, ou seja, que toda a “Arqui”Diocese volte a celebrar em latim. Isso, obviamente, não é a verdade, mas “O Liberal” não fez muita questão de esclarecer este ponto.

O que o Grupo de Estudos Santo Antonio deseja é ver a missa tridentina (tradicional-gregoriana-de-sempre…) celebrada, só isso. Não deseja, creio eu, que ela substitua o Novus Ordo. Mas é muito mais fácil e conveniente deixar a massa alienada desse detalhe.
Dom Vilson, nosso querido “arce”bispo, relata o seguinte, que acho ser o mais emblemático de tudo.

“Um grupo desses jovens foi até um padre aqui de Limeira que falava latim para pedir sua adesão ao movimento e ele perguntou qual o objetivo, mas em latim. Eles ficaram sem entender nada. Acho que esse episódio prova o absurdo que estão pedindo”.

Bom…não prova. Quem sabe se esse mesmo grupo fizesse o pedido num dialeto africano, que é o preferido do bispo local, eles obteriam um sucesso maior.

A questão lingüística é colocada como o obstáculo magno da questão, quando não deveria nem ser cogitada. Se por mais de 500 anos a língua latina foi o idioma litúrgico dos alemães, ingleses, italianos, franceses, espanhóis e brasileiros, por que agora, quando atingimos um nível de alfabetização mais elevado, virou um problema aquilo que Trento considerou uma solução?

A liturgia que Dom Vilson defende é a liturgia de Descartes – compreensível nos menores detalhes. Nada mais anti-liturgico que isso.

A liturgia é também mistério sublime, é o momento quando nosso coração se eleva ao alto, às coisas do alto. “Corações ao alto!” diz o missal em português, mas quem realmente sabe o que isso quer dizer, quem realmente entende o significado oculto nas palavras? Somente aqueles suficientemente catequizados, é claro.

A liturgia de hoje é pobre de espiritualidade, eu não tenho medo de dizê-lo. Participo da missa nova (porque é a única alternativa que tenho), mas o faço imbuído de um espírito tridentino (o que me ajuda a suportar o arcabouço Descarto-Bugniniano). Vejo como as tentativas de descortinar a liturgia acabam transformando o rito em mero espetáculo ou numa mera reunião.

Infelizmente é justamente esse tipo de liturgia racionalista, aparentemente aberta e comunicativa, que Dom Vilson defende, contrapondo-a ao “absurdo” da liturgia antiga.

Não me espante que Dom Vilson tenha colocado essa palavra (absurdo) na roda. É a mais pura verdade! A liturgia antiga é centrada verdadeiramente no mistério da cruz e da redenção e nós sabemos que “o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (cf. I Cor. 2, 14).

A liturgia antiga, para ser realmente vivida e amada, deve estar num contexto de estudo, mas principalmente de oração. É uma liturgia adulta e espiritual, diferente da liturgia infantil e humanista que estamos infelizmente tão acostumados.

Sou levado a crer que Dom Vilson é um bispo ecumênico (exceto com os tradicionalistas, é claro). Sendo ecumênico, teria ele coragem de afirmar as mesmas teses a um bispo ortodoxo ou mesmo católico oriental que celebra sua liturgia num idioma diferente do português? Uma declaração dessas não seria falta de, como dizem os entusiastas do ecumenismo dialogante, “sensibilidade ecumênica” ou de fraternidade cristã?

A questão toda não é saber ou não latim, mas querer um rito digno e que satisfaça plenamente a fé. O grupo em questão tem uma fé mais profunda, que requer uma liturgia capaz de comunicá-la adequadamente. Não vou entrar no mérito teológico da estrutura tridentina versus paulina, que já é conhecida, mas é preciso que o bispo, como justo pastor, saiba ser generoso ao satisfazer essas necessidades.

A resposta é simples. Deixar a missa ser celebrada livremente, sem “neuras”. Todo mundo ficaria satisfeito – o grupo, por ter a missa, e o bispo por deixar de ver seu nome nos jornais (uma hora isso chegará, não tenho dúvida, aos ouvidos de um certo cardeal espanhol e ai a coisa com certeza vai mudar de figura).

Mas infelizmente o bispo tem se mostrado bem diferente do vulto “paternal” que alguns limeirenses tentam vender a todo custo, especialmente aqueles ligados às formas mais bizarras de liturgia.

O jornal “O Liberal” também coloca o Grupo como um opositor dos “avanços” promovidos pelas reformas recentes. Ora, deveria ter enfatizado que os atuais colaboradores do Sumo Pontífice, incluindo o próprio pontífice, são grandes revisionistas do Concílio. Dom Ranjith (de venerável memória), Cardeal Canizares, Dom Bux, Fr. Lang, Dom Burke, Mons. Guido e alguns bispos além-Cúria como Dom Scheneider, Cardeal Zen, Cardeal Cipriani Thorne, Cardeal George, Cardeal Pell, etc.

Realmente essas barreiras que alguns bispos estão colocando são verdadeiramente insustentáveis. Estão criando eles mesmos a guerra interna, quando deveriam apascentar e, principalmente, apaziguar o povo de Deus.

Uma diocese que tem uma vida litúrgica profundamente enraizada na Tradição da Igreja não pode alcançar outra coisa que não o sucesso. Infelizmente alguns bispos estão presos numa estrutura minimalista, reducionista, que conduz tudo a um plano demasiado pragmático – as pessoas não vão entender o latim, logo vão deixar de ir à missa… Isso é falso!

Seria interessante que o bispo fizesse uma experiência empírica que eu mesmo, em partes, fiz. Após duas missas, uma nova e uma tridentina, perguntar ao primeiro leigo que deixar o recinto sobre o que aconteceu, o que é a missa e o que significa a Eucaristia. Certamente a resposta mais católica será daqueles que acabaram de assistir ao rito antigo. Eu já perguntei a pessoas de várias idades, aqui na minha paróquia, sobre a missa; tive a oportunidade de ouvi-las, em diversos momentos, comentando sobre a missa e devo dizer – PÉSSIMO. Nenhuma, absolutamente nenhuma, chegou perto do verdadeiro significado do “Mistério da Fé”. Todas citaram a partilha, o encontro “com os irmãos” e coisas do tipo. E todas assistiram ao rito em bom e velho português, com uma homilia “inclusiva” e moderna.

Fica a minha sugestão ao “arce”Bispo de Limeira.

Autor Danilo Augusto

Dom Burke celebrará Santa Missa Tradicional em São Pedro.

Rinascimento Sacro anunciou que, como ápice da Segunda Convenção sobre Summorum Pontificum organizada pelos Giovani e Tradizione, uma Missa Pontifical Solene conforme o Rito Clássico Romano será celebrada na Capela de Adoração Eucarística na Basílica de São Pedro, no sábado, 18 de outubro de 2009 às 10:00h. A Missa será celebrada por Sua Excelência, o Arcebispo Raymond Leo Burke, Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica. A música será providenciada por um coro misto dos Franciscanos da Imaculada.

Dom Odilo faz recomendações contra nova gripe nas Missas

O Arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, divulgou nesta quinta-feira, 23, uma nota com recomendações para evitar o contágio com a gripe A (H1N1) durante as Celebrações da Missa, no desejo de colaborar com as autoridades sanitárias na prevenção da doença.

Na nota, dirigida aos bispos, padres, diáconos e ministros extraordinários da arquidiocese, Dom Odilo sugere iniciativas como a de não dar as mãos durante a oração do Pai Nosso e evitar a saudação da paz, e orienta, ainda, que a Comunhão seja recebida nas mãos.

Leia a nota na íntegra

Aos Ex.mos Bispos Auxiliares, aos Rev.mos Padres e Diáconos
E aos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão
da Arquidiocese de São Paulo

Saúde e paz para todos!

Tendo em vista a difusão do vírus H1N1, responsável pela “gripe suína”, mesmo sem haver motivo para pânico nem temores excessivos, no desejo de colaborar com as autoridades sanitárias na prevenção da doença e visando o bem e a saúde do povo, faço as seguintes recomendações para que sejam levadas em consideração em toda a Arquidiocese de São Paulo enquanto perdurar o surto da nova gripe e ela não tiver sido devidamente controlada:

1.O povo seja orientado sobre as medidas preventivas para evitar, de modo geral, o contágio com a doença e sobre o modo de tratá-la, se for o caso; para isso, sigam-se as instruções das autoridades sanitárias competentes (cf. http://www.saude.gov.br); sendo uma boa ocasião para falar dos cuidados essenciais da saúde, aproveitem-se para isso todos os encontros e reuniões pastorais;
2.Nas celebrações litúrgicas seja evitado o gesto de dar-se as mãos durante a oração do Pai Nosso; da mesma forma, evite-se saudação da paz;
3.A Sagrada Comunhão seja recebida preferencialmente nas mãos;
4.A distribuição da Sagrada Comunhão nas duas espécies seja evitada.

A exemplo de Jesus, que tratou com imensa ternura e compaixão todos os doentes, tenhamos também nós grande atenção pastoral para com todos os enfermos; com frequência, seja celebrada também a S.Missa na intenção deles, conforme formulários previstos no Missal.

Fazendo votos de boa saúde para todos, aproveito a ocasião para saudá-los e para lhes desejar todo o bem!

Card. D. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

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AOSTA SE PREPARA PARA AS VÉSPERAS DE HOJE E LES COMBES, PARA O ANGELUS DE DOMINGO

Aosta, 24 jul (RV) – Nesta sexta-feira Bento XVI interrompe seu descanso, deixando a casa dos salesianos onde está hospedado para rezar as Vésperas na Catedral de Aosta. O motivo da visita é o desejo do papa de homenagear Santo Anselmo, filósofo cujo nono centenário de morte se recorda este ano. Nascido em Aosta e naturalizado britânico, o Doutor da Igreja, teólogo e arcebispo de Cantuária era conhecido também como Anselmo di Bec ou Anselmo de Cantuária. Depois de João Paulo II, em uma visita pastoral em 1986, Bento XVI será o segundo papa a visitar a catedral valdostana.
No último dia 22 de abril, (data da morte de Santo Anselmo), o papa enviou uma mensagem aos fiéis de Aosta, por ocasião da comemoração. Bento XVI define Santo Anselmo “uma das personalidades mais luminosas na tradição da Igreja e na própria história do pensamento ocidental europeu, que com sua obra, contribuiu em fazer da Idade Média uma era ‘pensante’ e ‘conscienciosa’. O papa cita também uma célebre frase de Santo Anselmo: “Prefiro estar em desacordo com os homens, do que concordar com eles e discordar de Deus”.

Para recordar o ilustre filho, a Região Vale d’Aosta e a Diocese de Aosta promovem este ano, por ocasião do aniversário, um amplo programa de iniciativas culturais e religiosas, que prevêem também obras de restauro do patrimônio cultural regional.

“A presença do Papa na catedral torna visível o primeiro responsável da Igreja presente em todo o mundo e solicita o despertar da fé, da esperança e da caridade”. Essa é uma das reflexões que o bispo de Aosta, Dom Giuseppe Anfossi, propõe ao semanário diocesano “Corriere della Valle”, em vista do duplo encontro com o Papa: na tarde de hoje a oração das Vésperas na Catedral e no domingo o Angelus em Les Combes.

Refletindo sobre o encontro de hoje, no qual estarão presentes todos os presbíteros da diocese, os representantes dos Conselhos pastorais paroquiais e das associações e movimento, Dom Anfossi recorda que “a Catedral é um lugar repleto de significados simbólicos. É antes de tudo a sede do bispo. E quando na catedral se reúnem todos os sacerdotes da diocese a ligação com o bispo torna visível a comunhão do mesmo bispo com a Igreja de Roma”. Mas para o bispo de Aosta tem algo a mais: “Bento XVI nos meses passados inaugurou o Ano Sacerdotal. Consequentemente, com esse encontro se pede a todos os fiéis que redescubram a beleza do ministério sacerdotal. Mas não somente. Também o padre é convidado a tomar consciência do seu ministério e do relacionamento que o mesmo tem com os outros serviços, carismas e ministérios”.

Dom Anfossi antecipa também alguns trechos do discurso que, em nome da diocese, dirigirá ao papa. “Eu lhe direi – disse o bispo – que nós estamos muito felizes que seja ele mesmo a organizar as suas férias, ocupando o tempo para repousar e para momentos de serenidade, de leitura e de reflexão”. Infelizmente “não poderá escrever mas fazemos votos, mesmo assim, de que essa permanência entre nós seja também fonte de inspiração”.
Por sua vez, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, disse hoje aos jornalistas que apesar da chuva, o papa fez ontem à noite seu habitual e breve passeio. Ainda ontem, o presidente da região Vale d’Aosta, Augusto Rolandin, e o Prefeito de Introd, Osvaldo Naudin, participaram, em um clima muito cordial, do jantar na casa salesiana, com o pessoal do Vaticano e da colônia. O prefeito ofereceu a todos um jantar, preparado por ele mesmo.

Em Les Combes, o Angelus de domingo começou a ser organizado, no gramado próximo à residência que hospeda o pontífice. Está prevista a presença de cerca cinco mil pessoas. Estão sendo colocados cavaletes, bancos e decorações várias.

De acordo com a nota difundida por Pe. Lombardi, o papa passou uma manhã tranqüila, preparando-se ao encontro desta tarde e pensando na homilia que fará na celebração. A chegada de Bento XVI à Praça do Arco de Augusto, onde se encontrará com as autoridades e iniciará o percurso em carro aberto, está marcada para as 17h10. (SP/CM)