FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA – 22 DE AGOSTO

Comemoração da Bem aventurada Virgem Maria Rainha, em quem a Igreja celebra a mulher que apareceu no céu vestida de sol, com a lua sob os pés, e trazendo na cabeça uma coroa de doze estrelas, Mãe d’Aquele que deve reinar sobre todas as nações (cf. Ap 12).

A festa de hoje foi instituída por Pio XII, em 1955. Antecedida pela festa da Assunção de Nossa Senhora, celebramos hoje aquela que é a Mãe de Jesus, Cabeça da Igreja, e nossa Mãe. Pio XII assim fala de Nossa Senhora Rainha: “Procurem, pois, acercar-se agora com maior confiança do que antes, todos quantos recorrem ao trono de graça e de misericórdia da Rainha e Mãe Nossa, para implorar auxílio nas adversidades, luz nas trevas, conforto na dor e no pranto … Há, em muitos países da terra, pessoas injustamente perseguidas por causa da sua profissão cristã, e privadas dos direitos humanos e divinos da liberdade … A estes filhos atormentados e inocentes, volva os seus olhos misericordiosos, cuja luz serena as tempestades e dissipa as nuvens, a poderosa Senhora das coisas e dos tempos, que sabe aplacar as violências com o seu pé virginal; e à todos conceda que em breve possam gozar da merecida liberdade … Todo aquele, pois, que honra a Senhora dos celestes e dos mortais, invoque-a como Rainha sempre presente, Medianeira de paz”.

“No primeiro ano em que fui priora na Encarnação, ao começar o Salve, vi na cadeira prioral, onde está Nossa Senhora, descer com grande multidão de anjos a Mãe de Deus e pôr-se ali.”

Santa Teresa de Jesus – R 25

SÃO PIO X, PAPA

Corpo incorrupto de São Pio X

Era o segundo de dez filhos de uma família rural da província de Treviso. Ordenado em 1858, estudou direito canónico e a obra de São Tomás de Aquino. Em 10 de Novembro de 1884 foi elevado a Bispo de Mântua, e em 1896 a Patriarca de Veneza sendo eleito Papa em 4 de Agosto de 1903 com 55 dos 60 votos possíveis no conclave.

O seu lema era “Renovar todas as coisas em Cristo”, expresso na sua encíclica Ad Diem Illum. Por esta razão, foi um defensor intransigente da ortodoxia doutrinária e governou a Igreja Católica com mão firme numa época em que esta enfrentava um laicismo muito forte e diversas tendências do modernismo, encarado por ele como a síntese de todas as heresias nos campos dos estudos bíblicos e teologia.

Pio X introduziu grandes reformas na liturgia e codificou a Doutrina da Igreja Católica, sempre num sentido tradicional e facilitou a participação popular na Eucaristia. Foi um Papa pastoral, encorajando estilos de vida que reflectissem os valores cristãos. Permitiu a prática da comunhão eucarística frequente e fomentou o acesso das crianças à Eucaristia quando da chegada à chamada idade da razão. Promoveu ainda o estudo do canto gregoriano e do catecismo (ele próprio foi autor de um catecismo, designado por Catecismo de São Pio X). Criou a Pontifícia Comissão Bíblica e colocou as bases do Código de Direito Canônico, promulgado em 1917 após a sua morte. Publicou 16 encíclicas.

Pio X não receou provocar uma crise com a França quando condenou o presidente francês por visitar Victor Emmanuel III, Rei de Itália, com quem a Igreja estava de más relações desde a tomada dos Estados Papais na unificação italiana, em 1870. Entre as consequências deste embate cita-se a completa separação entre Igreja e Estado em França e a expulsão dos Jesuítas. Teve como secretário de Estado o famoso cardeal Merry del Val.

Na lápide do seu túmulo na Basílica de São Pedro no Vaticano, lê-se: A sua tiara era formada por três coroas: pobreza, humildade e bondade. Foi beatificado em 1951 e canonizado em 3 de Setembro de 1954 por Pio XII. A Igreja celebra a sua memória litúrgica no dia 21 de Agosto. É actualmente o patrono dos peregrinos enfermos e é considerado por alguns, como o maior dos Papas do século XX, disputando tal título com o Papa João Paulo II.

Foi o único Papa do século XX a ter tido extensa experiência pastoral ao nível da paróquia. Favoreceu o uso de termos vernaculares na catequese. O seu estilo directo e as denúncias de atropelos à dignidade humana não lhe trouxeram grande apoio por parte das sociedades aristocráticas europeias na época pré-Primeira Guerra Mundial.

Dizia ele na encíclica Pascendi, de 1907:
“Contudo, há mister confessar que nestes últimos tempos cresceu sobremaneira o número dos inimigos da Cruz de Cristo, os quais, com artifícios de todo ardilosos, se esforçam por baldar a virtude vivificante da Igreja e solapar pelos alicerces, se dado lhes fosse, o mesmo reino de Jesus Cristo. Por isto já não Nos é lícito calar para não parecer faltarmos ao Nosso santíssimo dever, e para que se Nos não acuse de descuido de nossa obrigação, a benignidade de que, na esperança de melhores disposições, até agora usamos.”

Com pesar ele lamenta, no mesmo documento:
“E o que exige que sem demora falemos, é antes de tudo que os fautores do êrro já não devem ser procurados entre inimigos declarados; mas, o que é muito para sentir e recear, se ocultam no próprio seio da Igreja, tornando-se destarte tanto mais nocivos quanto menos percebidos.
Aludimos, Veneráveis Irmãos, a muitos membros do laicato católico e também, coisa ainda mais para lastimar, a não poucos do clero que, fingindo amor à Igreja e sem nenhum sólido conhecimento de filosofia e teologia, mas, embebidos antes das teorias envenenadas dos inimigos da Igreja, blasonam, postergando todo o comedimento, de reformadores da mesma Igreja; e cerrando ousadamente fileiras se atiram sobre tudo o que há de mais santo na obra de Cristo, sem pouparem sequer a mesma pessoa do divino Redentor que, com audácia sacrílega, rebaixam à craveira de um puro e simples homem.”

“Ousadamente afirmam os modernistas, e isto mesmo se conclui das suas doutrinas, que os dogmas não somente podem, mas positivamente devem evoluir e mudar-se.”

SOBRE A RETIRADA DOS SÍMBOLOS RELIGIOSOS DAS REPARTIÇÕES PÚBLICAS

Mediante uma decisão barbária dos nossos representantes, enviei-lhes esta carta, transcrita abaixo.

Ex.mos Srs.

Na minha humilde posição de filho da Igreja, e vocacionado à vida Sacerdotal, não posso deixar de mostrar, não apenas a minha, mas a indignação de todos os irmãos católicos e também não católicos, sobre a retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas.

Convém-me afirmar que o nosso País é um Estado laico; o que não quer dizer que seja ateu.
Infelizmente alguns entre vós tendes semeado o joio da discórdia, tendendo, assim, a criar conflitos religiosos e até mesmo não religiosos.

Mas me pergunto: por que retirar os símbolos religiosos dos locais públicos? Seriam eles um desrespeito aos irmãos de outras religiões? Obviamente não!

Um crucifixo, uma imagem ou outro objeto religioso são sinais do amor, do respeito, da humildade, da integridade, da honestidade e, sobretudo, da justiça pela qual nosso Senhor viveu e morreu.

Estas qualidades muitas vezes, e infelizmente, não encontramos em muitos dos nossos políticos, que deveriam estar defendendo o direito do povo, quando, na verdade, estão brigando por interesses pessoais, por satisfazer suas necessidades materiais, sem pensar no espírito.

Quando Cabral chegou ao Brasil os Padres jesuítas vieram junto com ele para que pudessem evangelizar os irmãos desta terra. Ora, o catolicismo consolidou o Brasil na convicção de sua fé. Querendo ou não sempre será o Brasil um Estado católico, isso não depende dos nossos representantes, mas de todo o povo brasileiro, que se encontra diante de um cenário político drástico.

A retirada dos símbolos religiosos é uma forma de se começar a banir a fé cristã, depois tirar-se-á o nome de cidades que são nome de Santos, mudar-se-á nomes de ruas, e etc.
Os nossos representantes também precisam da inspiração divina. Um símbolo religioso é bom em um local de comércio, para que se saibam que a justiça deve sempre ser praticada.
Portanto é necessário rechaçarmo-nos a este projeto, para que ele seja derrubado definitivamente. Como se já não bastasse as pesquisas com células-tronco embrionárias, o Brasil precisa agora de uma atitude de seus representantes para que saibam que podem ter confiança neles.

Não deixe que o Cristo seja excluído da sociedade!

Cordialmente,

Ian Farias de Carvalho

Dário Meira, BA, 19/08/09

São Bernardo: Amo porque amo, amo para amar.

Nasceu no ano 1090 perto de Dijon (França) e recebeu uma piedosa educação. Admitido no ano 1111, entre os Monges Cistercienses, foi eleito, pouco tempo depois, abade do mosteiro de Claraval. Com a sua atividade e exemplo exerceu uma notável influencia na formação espiritual dos seus irmãos religiosos. Por causa dos cismas que ameaçavam a Igreja, percorreu a Europa para restabelecer a paz e a unidade. Escreveu muitas obras de teologia e ascética. Morreu em 1153 com grande fama de santidade.

O amor subsiste por si mesmo, agrada por si mesmo e por causa de si mesmo. Ele próprio é para si mesmo o mérito e o prémio. O amor não busca outro motivo nem outro fruto fora de si; o seu fruto consiste na sua prática. Amo porque amo; amo para amar. Grande coisa é o amor, desde que remonte ao seu princípio, que volte à sua origem, que torne para a sua fonte, que se alimente sempre da nascente donde possa brotar incessantemente. Entre todas as moções, sentimentos e afetos da alma, o amor é o único em que a criatura pode corresponder ao Criador, se não em igual medida, ao menos de modo semelhante. Com efeito, Deus, quando ama, não quer outra coisa senão ser amado: isto é, não ama por outro motivo senão para ser amado, sabendo que o próprio amor torna felizes os que se amam entre si.

O amor do Esposo, ou melhor, o Amor Esposo, não pede senão correspondência e fidelidade. A amada deve, portanto, retribuir com amor. Como pode a esposa não amar, sobretudo se é a esposa do Amor? Como pode o Amor não ser amado?

Com razão renuncia a qualquer outro afeto e se entrega total e exclusivamente ao Amor a alma consciente de que o modo de corresponder ao amor é retribuir com amor. Na verdade, mesmo quando toda ela se transforma em amor, que é isso em comparação com a torrente perene que brota daquela fonte? Evidentemente, não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, da criatura e do Criador; há entre eles a mesma diferença que entre a fonte e quem dela bebe.

Sendo assim, ficará sem qualquer valor e eficácia o desejo da noiva, o anseio de quem suspira, a paixão de quem ama, a esperança de quem confia, porque não pode acompanhar a corrida do gigante, igualar à doçura do mel, a mansidão do cordeiro, a beleza do lírio, o esplendor do sol, a caridade d’Aquele que é a caridade? Não. Porque embora a criatura ame menos, porque é menor, se, todavia ela ama com todo o seu ser, nada fica por acrescentar. Nada falta onde está tudo. Por isso, este amor total equivale ao desposório, porque é impossível amar assim sem ser amado, e neste mútuo consentimento de amor consiste o autêntico e perfeito matrimônio. Quem pode duvidar de que a alma é amada pelo Verbo, antes dela e mais intensamente?

Dos Sermões de São Bernardo, abade, sobre o Cântico dos Cânticos
(Sermão 83, 4-6: Opera Omnia, ed, Cisterc. 2 [l958], 300-302) (Séc. XII).

Oração de São Bernardo a Virgem Maria
Lembrai-vos, ó piedosíssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que algum daqueles que tem recorrido a vossa proteção, implorando o vosso auxílio, e reclamando o vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, ó Virgem das virgens, como à Mãe recorro e de vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro a vossos pés; não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus, mas dignai-vos ouvi-las propícia e me alcançar o que vos rogo. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.

Oração: Ó Deus, que fizestes do abade São Bernardo, inflamado de zelo por vossa casa, uma luz que brilha e ilumina a Igreja, daí-nos, por sua intercessão, o mesmo fervor para caminhar-mos sempre como filhos da luz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

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Assunção de Nossa Senhora

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

O Império Babilônico da Universal

A Igreja Babilônica Universal, que usa o nome de Reino de Deus, é um joio semeado pelo diabo na terra; um império babilônico. Sabemo-los todos disso.

A Universal não é mais que um mercado em forma de Igreja, acaso Edir Macedo não lê a Bíblia: “Está escrito: ‘Minha casa é casa de oração’. Vós porém fizestes dela um antro de ladrões” (Lc 19,46). Pois bem, estas palavras de Jesus endereçadas aos fariseus também servem para os falsos pastores de hoje. As igrejas da Universal são antro de ladrões. Com o dinheiro do dízimo dos fiéis, Edir Macedo, sustenta seus canais de TV, que transmite mais violência do que educação.

Mas pergunto-me: o que leva as pessoas a aderirem ao monopólio de Macedo? Talvez a ignorância religiosa; talvez as falsas curas e milagres que pensam ser verdadeiras; talvez por que Macedo tenha o dom para pregar a Palavra de Deus. Não, porque nem isso ele tem. Mas é sim porque vão em busca de uma vida fácil, uma prosperidade econômica, uma solução para as dívidas. Ora, não foi isso que Jesus pregou; pelo contrário: “Como é difícil para os que possuem riquezas entrar no Reino de Deus” (Lc 18,24). Jesus disse isso, não por que ele deplorava a riqueza, mas porque ele via que o uso errôneo da riqueza é prejudicial. E disse ainda Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). E sabemos muito bem que o Deus do sr. Edir Macedo é o dinheiro.

O problema perante o qual nos deparamos hoje é complexo, pois o joio é igual ao trigo.

Mas a Babilônia de Edir Macedo vai ser derrubada por Jesus Cristo!

Não se pode trocar uma Igreja fundamentada na rocha firme, a Igreja de Cristo, por uma que age como uma máfia.

Que o sr. Edir Macedo, o Nabucodonosor de hoje, tenha, pelo menos, pena dos fiéis aos quais ele sempre enganou, já que vergonha ele não tem mesmo.

Quanto aos membros da Igreja Católica, eu peço, como um indigno filho, nunca prevariquem com seus deveres de Pastores.

Revirando a internet achei esta frase, não menos verdadeira: Deus é o caminho, Edir Macedo é o pedágio.

Não pensem que estou senho rígido. Não devemos nos calar diante dos falsos profetas.

QUEM ROUBA MAIS?

[SILAS PILANTRAIA X EDIR BOLSEDO]
Na concorrência para se ver o maior pilantra da TV estão SILAS PILANTRAIA e EDIR BOLSEDO.

Quando Edir Bolsedo liderava a concorrência, Silas Pilantraia lhe passou a perna, e que passada.

Vejam só o que aconteceu.

Encontrei estas fotos no blog Adversus Haereses:

SILAS PILANTRAIA PEDIU AOS SEUS FIÉIS
UMA PEQUENA OFERTA DE 900 REAIS
Quem desse a oferta ganharia a “Bíblia” Batalha espiritual e vitória financeira…

SE EXPLIQUE AGORA MACÊDO!

JUSTIÇA SEJA FEITA!

O juiz da 9ª Vara Criminal de São Paulo aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o bispo Edir Macedo e mais nove pessoas da Igreja Universal do Reino de Deus. Todos vão responder por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Na denúncia, o MPE alegou que os acusados mandavam dinheiro fruto da doação de fiéis para paraísos fiscais [FAÇA ELE DEVOLVER TUDO, ATÉ QUE SÓ FIQUE COM O QUE LHE É JUSTO, ISTO É, SE LHE SOBRAR ALGUMA COISA] .

De acordo com o Ministério Público, há cerca de 10 anos, os denunciados usavam a igreja para praticar fraudes. O órgão destacou ainda que diversos bispos, como Edir Macedo, dedicavam a maior parte de sua pregação para convencer os fiéis a colaborar com o dízimo. Eles diziam que o dinheiro arrecadado seria usado para o pagamento de pregações nas rádios e TVs, financiamento de novos templos e para a compra de óleos santos de Israel. A igreja concordava em receber carros, cheques, e outros bens como doação.

Além do bispo [UMA COISA QUE EU NÃO CONCORDO É VÊ QUE CHAMAM PASTORES PROTESTANTES DE “BISPO”, AINDA MAIS UM LARÁPIO DESSE] Edir Macedo, o MPE denunciou Alba Maria da Costa, Edilson da Conceição Gonzales, Honorilton Gonçalves da Costa, Jerônimo Alves Ferreira, João Batista Ramos da Silva, João Luís Dutra Leite, Maurício Albuquerque e Silva, Osvaldo Scriorilli e Veríssimo de Jesus.

Segundo pesquisa feita pela Polícia Civil e pelo MPE, a Igreja Universal tem 4.500 templos espalhados por 1.500 cidades do Brasil e movimenta, com a arrecadação por meio do dízimo, cerca de R$ 1,4 bilhão por ano

10 DE AGOSTO: FESTA DE SÃO LOURENÇO

São Lourenço

Nós festejamos neste dia, a vida de santidade e martírio do Diácono que nem chicotes, algozes, chamas, tormentos e correntes puderam contra sua fé e amor ao Cristo. Lourenço, espanhol, natural de Huesca, foi um Diácono de bom humor que servia a Deus na Igreja de Roma durante meados do Século III.

Conta-nos a história que São Lourenço como primeiro dos Diáconos tinha grande amizade com o Papa Sisto II, tanto assim que ao vê-lo indo para o martírio falou: “Ó pai, aonde vais sem o teu filho? Tu que jamais ofereceste o sacrifício sem a assistência do teu Diácono, vais agora sozinho, para o martírio?”. E o Papa respondeu: “Mais uns dias e te aguarda uma coroa mais bonita!“. São Lourenço era também responsável pela administração dos bens da Igreja que sustentava muitos necessitados.

Diante da perseguição do Imperador Valeriano, o prefeito local exigiu de Lourenço os tesouros da Igreja, para isto o Santo Diácono pediu um prazo, o qual foi o suficiente para reunir no átrio os órfãos, os cegos, os coxos, as viúvas, os idosos… Todos os que a Igreja socorria, e no fim do prazo – com bom humor – disse: “Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem, e podem ser encontrados em toda parte”.

Sentindo-se iludido, o prefeito sujeitou o santo a diversos tormentos, até colocá-lo sobre um braseiro ardente; São Lourenço que sofreu o martírio em 258, não parava de interceder por todos, e mesmo assim encontrou – no Espírito Santo – força para dizer no auge do sofrimento na grelha: “Vira-me que já estou bem assado deste lado”.

Roma cristã venera o hispano Lourenço com a mesma veneração e respeito com que honra seus primeiros Apóstolos. Depois de São Pedro e São Paulo, a festa de São Lourenço foi a maior da antiga liturgia romana. O que foi Santo Estevão em Jerusalém, isso mesmo foi São Lourenço em Roma.

É Padroeiro dos diáconos.

São Lourenço, rogai por nós!

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