Santo Rosário


Outubro é o mês do Rosário, e hoje é dia de Nossa Senhora do Rosário. Publico aqui uma postagem sobre esta grande oração da Igreja.

A palavra rosário deriva do latim rosarium, que significa “buquê, série de rosas, grinalda”. Na Igreja Católica, o Rosário são os 20 minstérios que nos falam da encarnação, Batismo, Instituição da Eucaristia, paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, Pentecostes, Assunção e coroação de Maria Santísima. Cada Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória rezados são como rosas espirituais colocadas aos pés do Senhor e de sua Mãe.

O que dá embasamento a esta prática é que o Pai-Nosso foi a oração ensinada pelo próprio Cristo aos seus discípulos. A Ave-Maria repete as palavras pronunciadas pelo anjo Gabriel e a verdade de que ela é a Mãe de Deus (Theotókos), reconhecida no Concílio de Nicéia, no ano 431 D.C.

Historicamente, o Rosário teve origem nos monges irlandeses, nos séculos VIII e IX, que recitavam os 150 salmos. Os leigos das redondezas apreciavam o costume, mas não podiam acompanhá-los porque não sabiam ler. Então sugeriu-se que eles rezassem 150 Pai-Nossos em vez dos salmos, que mais tarde foram substituídos por 150 Ave-Marias. Eram orações espontâneas, visto que ainda não havia regulamentação da Igreja, e a piedade começou a espalhar-se.

A história do Rosário é um longo seguimento de maravilhas, graças e bênçãos, concedidas a todos os que o recitem.

Começou assim: Surgiu, no sul da França, certa seita de hereges, propagadora de doutrinas perniciosíssimas e extremamente cruéis para a Igreja e para a própria sociedade civil.

Infelizmente, depressa aumentou o número dos seus adeptos, cuja violência se manifestava pelo incêndio das igrejas, pelo saque das cidades e pelo assassínio de gente pacífica, só porque recusava aceitar os seus vis ensinamentos.

Pouco a pouco atraíram a si homens de grande influência.

O Papa mandou vários santos missionários para tentar convertê-los, mas em vão.

Os reis enviaram contra eles os seus exércitos, mas sem resultado. Eram tais os excessos por eles praticados que mais pareciam demônios saídos do inferno do que homens.

Foi então que surgiu São Domingos; por muito santo que fosse, nem mesmo ele conseguiu demovê-los. Estavam bastante endurecidos, e não se convertiam.

Nas suas dificuldades, este grande servo de Deus costumava pedir auxílio a Nossa Senhora. Dizem as maiores autoridades, entre elas Santo Antonino, que São Domingos teve em vida muitíssimas visões de Nossa Senhora.

Ele mesmo confessou que a Virgem Santíssima não recusara escutá-lo.

Maria declarou solenemente, por três vezes, que a ordem de São Domingos era a Ordem dela e deu aos frades dominicanos o escapulário branco, que forma a parte distintiva do seu hábito.

São Domingos recorreu a Maria, com confiança ilimitada e, em resposta à sua oração, ela inspirou-lhe o Rosário como arma, pela qual ele haveria de conseguir as mais extraordinárias vitórias sobre o mal. Mas o Rosário de Domingos não era tal qual o temos hoje. Consistiria na pregação dos Mistérios principais da nossa salvação, o mais popular possível, sem deixar de ser bíblica, levando os ouvintes depois à recitação do PAI Nosso (Oração dominical) da Ave Maria (Saudação Angélica) sem a “Santa Maria” que foi introduzida posteriormente.

O Papa S. Pio V (1565-1572) foi o primeiro a instituir a devoção, em comemoração à grande vitória contra os muçulmanos, na Batalha de Lepanto, pois havia pedido, na batalha anterior, que toda a Cristandade rezasse o Rosário. Também por este motivo, ele criou a invocação “Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos”. Em 1716, o Papa Clemente XI instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário no primeiro domingo de outubro, que coincide proximamente com esta grande vitória. A devoção expandiu-se em todos os
tempos, sendo rezada inteira ou em três terços.

Com esta maneira de pregar e orar, Domingos converte, num espaço de tempo incrivelmente breve, milhares de hereges, e tão eficientemente que, muitos dos convertidos, se tornaram eminentes na santidade.

Foi esta, digamos assim, a primeira grande vitória do Rosário.

Desde então, milhares de Santos, Bem-aventurados, apóstolos e missionários da Ordem Dominicana, tem espalhado esta devoção por toda a Cristandade.

Sobressaíram no século XV o Bem-aventurado Alano de La-Roche, na Bretanha (França), Félix Fábri e Tiago Sprenger, em Colônia (Alemanha). Foi Tiago Sprenger quem, em Colônia, fundou a primeira Confraria do Rosário divulgada, depois por toda a Igreja.

A Batalha de Lepanto

No ano de 1571 tinham os turcos atingido o apogeu do seu poder. Pareciam ter a Cristandade nas mãos.

Os seus exércitos inebriavam-se com a vitória. Sentiam-se poderosos, estavam bem equipados e eram conduzidos por generais habilíssimos. A sua armada era superior em tudo à armada que os cristãos tinham para se defender.

Estavam já em seu poder províncias das mais belas e tinham agora por objetivo dominar a França e a Itália, apoderar-se de Roma e transformar a Basílica de São Pedro em mesquita turca. São Pio V governava a Igreja; e este santo e grande Pontífice estava aterrorizado com o perigo que ameaçava arruinar a própria civilização cristã.

Além de fracos, os governos cristãos estavam, infelizmente, muito divididos entre si. Intrigas, animosidades pessoais, ambições de cargos importantes impediam aquela união perfeita que se tornava tão necessária para resistir ao inimigo comum.

São Pio V pôs toda a sua confiança no Rosário, trabalhando, ao mesmo tempo, incansavelmente por unir as, aliás fracas, forças cristãs.

Por fim, deu ordem para que a armada dos cristãos se fizesse ao largo; e, embora eles fossem inferiores aos turcos em número, equipamento, artilharia e navios, incitou-os a que se batessem sem receio em nome de DEUS e de Nossa Senhora.

As duas esquadras defrontaram-se no dia 7 de Outubro.

Como para aumentar as dificuldades dos cristãos, o vento era lhes contrário, circunstâncias que, nesses tempos de navegação à vela, podia tornar-se desvantagem fatal.

Mas, obedecendo às ordens do Sumo Pontífice e colocando-os debaixo da proteção de Maria, a armada cristã investiu contra o inimigo com animo admirável.

E de súbito, o vento, que se mostrava tão adverso, mudou soprou com violência contra os infiéis.

A batalha durou umas poucas horas, com fúria encarniçada acabando pela total derrota da armadura turca.

Tão completa e esmagadora foi a vitória que o poder do Islã ficou esmagado e salva a Cristandade.

Durante esses terríveis dias, e especialmente no dia da batalha São Pio V orava fervorosamente a Nossa Senhora do Rosário com fervor intenso, recorrendo assim à Mãe de Nosso Senhor JESUS CRISTO.

No momento da vitória entrou em êxtase e teve a revelação de que os cristãos tinham vencido.

Voltando-se para os que o rodeavam, São Pio V deu-lhes a boa notícia e todos ajoelharam para dar graças a DEUS e à Nossa Senhora.

Para recordar e agradecer a DEUS pela vitória de Lepanto, alcançada pelas armas cristãs nesse 7 de Outubro de 1571, a Santa Igreja instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário. Prescrita primeiramente por Gregório XIII para certas Igrejas, foi estendida por Clemente XI ao mundo católico, em ação de graças por um novo triunfo alca
nçado por Carlos VI da Hungria sobre os Turcos em 1716.

Recomendações da Igreja

O Rosário foi aprovado solenemente pela Santa Igreja, e tem sido louvado e recomendado pelos papas e por eles enriquecido no correr dos tempos, com muitíssimas e notabilíssimas indulgências. Ainda mais, os Soberanos Pontífices, quiseram que esta devoção tivesse no círculo litúrgico festa especial e se celebra com grande solenidade todos os anos, é o dia 7 de outubro; e comprazeram-se em derramar sobre a mesma devoção com liberalidade, sem limite o tesouro das Indulgências.

Passados séculos, agora em nossa época, à festa do Rosário veio juntar-se outra grande graça pontifícia, o Mês do Rosário, que é obrigatório para toda a Igreja Católica.

Em todos os tempos os papas aconselharam a prática da devoção do Santo Rosário. Nos últimos dois séculos foram publicados os seguintes documentos sobre esta devoção:

Rosarium Virginis Mariae (16 de outubro de 2002): Carta Apostólica de João Paulo II.
Marialis Cultus (2 de fevereiro de 1974): Exortação Apostólica de Paulo VI.
Christi Matri (15 de setembro de 1966): Carta Encíclica de Paulo VI.
Grata Recordatio (26 de setembro de 1959): Carta Encíclica de João XXIII.
Ingruentium Malorum (15 de setembro de 1951): Carta Encíclica de Pio XII.
Magnae Dei Matris (8 de Setembro de 1892): Carta Encíclica de Leão XIII.
Superiore Anno (30 de agosto de 1884): Carta Encíclica de Leão XIII.
Supremi Apostolatus Officio (1 de setembro de 1883): Carta Encíclica de Leão XIII.

Indulgências do Rosário

a) Os fiéis quando recitarem a terça parte do Rosário com devoção podem lucrar:
Uma indulgência de 5 anos (Bula “Ea quae ex fidelium”, Sixto IV, 12 de maio 1479 ; S. C. Ind., 29 de agosto 1899 ; S. P. Ap., 18 de março 1932).
Uma indulgência plenária nas condições usuais, se eles rezarem [o terço] durante o mês inteiro(Pio XII ,22 de janeiro1952.)
.
b) Se rezarem a terça parte do Rosário em companhia de outros: Uma indulgência de 10 anos, uma vez ao dia;
Uma indulgência plenária no ultimo Domingo de cada mês, juntamente com confissão, Comunhão e visita a uma igreja ou oratório público, se realizarem tal recitação ao mês três vezes em alguma das semanas precedentes. , seja em público ou privado, podem lucrar:

Se, de qualquer forma, rezarem juntos em família, além da indulgência parcial de 10 anos, lhes é concedido:
Uma indulgência plenária duas vezes ao mês, se realizarem a recitação diariamente durante um mês, forem à confissão, receberem a Santa Comunhão e visitarem alguma igreja ou oratório. (S. C. Ind., 12 de maio de 1851 e 29 agosto de 1899; S. P. Ap., 18 de março de 1932 e 26 de julho de 1946).

Os fiéis que diariamente recitam a terça parte do Rosário com devoção em um grupo familiar além das indulgências concedidas em b) também lhes é concedida uma Indulgência Plenária sob condição de Confissão, Comunhão a cada Sábado, em dois outros dias da semana e em cada uma das Festas da Beatíssima Virgem Maria no Calendário Universal, nomeadamente – A Imaculada Conceição, a Purificação, a Aparição da Beata Senhora em Lourdes, a Anunciação, as Sete Dores (sexta-feira da semana da paixão), a Visitação, Nossa Senhora do Carmo; Nossa Senhora das Neves, a Assunção, o Imaculado Coração de Maria, a Natividade da Santíssima Virgem, as Sete Dores (15 de setembro), Nossa Senhora do Sacratíssimo Rosário, a Maternidade da Beata Virgem Maria, a Apresentação da Beata Virgem Maria (S.P. Ap. 11 de outubro d e 1959)

c) Aqueles que piamente recitarem a terça parte do Rosário na presença do Santíssimo Sacramento Uma indulgência plenária, sob condição de confissão e Comunhão (B. Apostólico, 4 de setembro de 1927) , publicamente exposto ou mesmo reservado no tabernáculo, nas vezes que o fizerem, poderão lucrar:

Notas:
1. As dezenas podem ser separadas se o terço todo for completado no mesmo dia (S. C. Iml.., 8 de julho de 1908.)
2. Se, como é o costume durante a recitação do Rosário, os fiéis fizeram uso do terço, eles podem lucrar outras indulgências em adição àquelas enumeradas acima, se o terço for abençoado por um religioso da Ordem dos Pregadores ou outro padre tendo faculdades especiais. (S. C. Ind., 13 de abril de 1726. 22 de Janeiro de 1858 e 29 de Agosto de 1899). Raccolta 39.

1. AS FRASES “mais belas” da Carta Apostólica “O Rosário da Virgem Maria”, do Papa João Paulo II:

– O Rosário é uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade.

– Mediante o Rosário , o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor (n. 1 b

– Através do Rosário, o crente alcança abundantes graças, como se as recebesse das próprias mãos da Mãe do Redentor (n. 1 b).

– Desde a minha juventude, o Rosário teve um lugar importante na minha vida espiritual (n. 2 b).

– Com efeito, recitar o Rosário nada mais é senão contemplar com Maria o rosto de Cristo (n. 3 a).

– Proclamo, portanto, o ano que vai de Outubro de 2002 a Outubro de 2003, “Ano do Rosário” (n. 3 a).

-O Rosário, quando descoberto no seu pleno significado, conduz ao âmago da vida cristã, oferecendo uma ordinária e fecunda oportunidade espiritual e pedagógica para a contemplação pessoal (do rosto de risto), a formação do Povo de Deus e a nova evangelização (n. 3 b).

– A prática do Rosário é um meio muito válido para favorecer entre os fiéis a exigência de contemplação do mistério cristão. O Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã (n. 5 a, b).

– O Rosário foi, por diversas vezes, proposto pelos meus Predecessores e mesmo por mim como oração pela paz. Portanto, não se pode recitar o Rosário sem sentir-se chamado a um preciso compromisso de serviço à paz, especialmente na terra de Jesus, tão atormentada ainda, e tão querida ao coração cristão

– Seria impossível citar a multidão, sem conta, de Santos que encontraram no Rosário um autêntico caminho de santificação (n. 8).

– Quando recita o Rosário, a comunidade cristã sintoniza-se com a lembrança e com o olhar de Maria. A contemplação de Maria é, antes de mais, um recordar os acontecimentos salvíficos, que culminam no próprio Cristo, ICONE da contemplação cristã. Maria vive com os olhos fixos em Cristo e nos seus acontecimentos, que constituíram, de certo modo, o “Rosário” que Ela mesma recitou constantemente nos
dias da sua vida terrena (nn. 11 e 13).

– Nunca como no Rosário o caminho de Cristo e o de Maria aparecem unidos tão profundamente. Maria só vive em Cristo e em função de Cristo! (n. 15 d).

– O Rosário é ao mesmo tempo meditação e súplica. A imploração insistente da Mãe de Deus apoia-se na

confiança de que a sua materna intercessão tudo pode no coração do Filho. Ela é “omnipotente por graça”. No Rosário, Maria, santuário do Espírito Santo (cf. Lc 1, 35), ao ser suplicada por nós, apresenta-se em nosso favor diante do Pai que a cumulou de graça, e diante do Filho nascido do seu seio, pedindo connosco e por nós (n. 16 c).

– O Rosário é também um itinerário de anúncio e aprofundamento. É uma apresentação orante e contem- plativa, que visa plasmar o cristão(ã) segundo o coração de Cristo (n. 17).

– O Rosário é uma das modalidades tradicionais da oração cristã aplicada ? contemplação do rosto de Cristo (n. 18 b).

– Para que o Rosário possa considerar-se mais plenamente “Compêndio do Evangelho”, é conveniente ue, depois de recordar a encarnação e a vida oculta de Cristo (mistérios da alegria), e antes de se deter nos sofrimentos da paixão (mistérios da dor), e no triunfo da ressurreição (mistérios da glória), a meditação se concentre também sobre alguns momentos particularmente significativos da vida pública (mistérios da luz) (n. 19 c).

– O Rosário promove “o amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento” (cf. Ef 3, 19), oferecendo o “segredo” para se abrir mais facilmente a um conhecimento profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho de Maria. É o caminho do exemplo da Virgem de Nazaré, mulher de fé, de silêncio e de escuta (n. 24 b).

– Quem contempla a Cristo, percorrendo as etapas da sua vida, não pode deixar de aprender d’Ele a verdade sobre o homem. “Na realidade, o mistério do homem só no mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente” (GS 22). O Rosário ajuda a abrir-se a esta luz. Seguindo o caminho de Cristo – no qual o caminho do homem é “recapitulado -, manifestado e redimido, o crente põe-se diante da imagem do homem verdadeiro (n. 25 b).

– Contemplando – no Rosário – a Cristo e sua Mãe na glória, vê a meta para a qual cada um de nós é chamado, se se deixa curar e transfigurar pelo Espírito Santo. Pode dizer-se, portanto, que cada mistério do Rosário, bem meditado, ilumina o mistério do homem (n. 25 b).

– Meditar com o Rosário significa entregar os nossos cuidados aos corações misericordiosos de Cristo e da sua Mãe. Verdadeiramente o Rosário “marca o ritmo da vida humana”, para harmonizá-la com o ritmo da vida divina, na gozosa comunhão da Santíssima Trindade, destino e aspiração da nossa existência (n. 25 c).

– O Rosário tem não só a simplicidade duma oração popular, mas também a profundidade teológica duma oração adaptada a quem sente a exigência duma contemplação mais intensa (n. 39 a).

– O Rosário é, por natureza, uma oração orientada para a paz, precisamente porque consiste na contemplação de Cristo, Príncipe da paz e “nossa paz” (Ef 2, 14). O Rosário exerce uma acção pacificadora sobre quem o reza, predispondo-o a receber e experimentar no mais fundo de si mesmo e a espalhar ao seu redor aquela paz verdadeira que é um dom especial do Ressuscitado (cf. Jo 14, 27; 20, 21) (n. 40 b).

– O Rosário foi desde sempre também oração da família e pela família. Outrora, esta devoção era particularmente amada pelas famílias cristãs e favorecia certamente a sua união. A família que reza unida, permanece unida (n. 41 a, c).

– Rezar o Rosário pelos filhos e, mais ainda, com os filhos, educando-os desde tenra idade para este momento diário de “paragem orante” da família é uma ajuda espiritual que não se deve subestimar (n. 42 b).

– Uma oração tão fácil e ao mesmo tempo tão rica merece verdadeiramente ser descoberta de novo pela comunidade cristã, sobretudo neste “Ano do Rosário” (n. 43 a).

2. FRASES DE ALGUNS SANTOS:

– O Rosário é a mais bela de todas as orações, a mais rica em graças e a que mais agrada ? Santíssima Virgem. Os erros modernos serão destruídos pelo Rosário (São Pio X).

– O Rosário contém todo o mérito da oração vocal e toda a virtude da oração mental (Sta. Rosa de Lima).

– No Rosário encontrei os atractivos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus (Sta. Teresa de Jesus).

– O Rosário é a homenagem mais agradável à Mãe de Deus (S. Afonso de Ligório).

– O Rosário incendiou os fiéis de amor, e deu-lhes nova vida (São Pio V).

– Felizes as pessoas que rezam bem o santo Rosário, porque Maria lhes obterá graças na vida, graças nahora da morte e glória no Céu. Nunca será considerado um bom cristão, quem não reza o Rosário (S. António Maria Claret).

– O Rosário é a melhor devoção do povo cristão (S. Francisco de Sales).

– O Rosário é a mais divina das devoções (S. Carlos Borromeu).