Santa Teresa de Ávila – 15 de outubro

[Celebramos hoje a Festa de Santa Teresa de Ávila. Esta grande Doutora da Igreja, como foi proclamada pelo Papa Paulo VI, em 1970, deixou-nos preciosos escritos. Nos quais exporei em frases belas e que demostram a sua virtude e o seu meio de vida Santo e humilde].

Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”
“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

“As almas que não têm oração são como um corpo paralítico ou tolhido que, embora tenha pés e mãos, não os podem mexer”

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“Obama deve recordar que existe uma guerra contra a vida”

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 14 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Ao receber o Prêmio Nobel da Paz 2009, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deveria recordar não apenas das guerras no Iraque e no Afeganistão, mas também da guerra que está sendo dirigida contra os não-nascidos, segundo um artigo do L’Osservatore Romano.
O jornal oficioso vaticano publicou um artigo em sua edição do domingo passado, em resposta à concessão do prêmio da paz a Obama.
O Comitê norueguês do Nobel anunciou a notícia na sexta-feira, afirmando que se reconheciam assim “os extraordinários esforços do presidente para reforçar a diplomacia internacional e a colaboração entre os povos. O Comitê outorgou especial importância à visão e o trabalho de Obama em favor de um mundo sem armamento nuclear”.
O artigo de L’Osservatore, firmado por Lucetta Scaraffia, chama o presidente a reconhecer que “a guerra mais longa, e com o maior número de ‘quedas’, é a prática do aborto, legalizado e facilitado pelas estruturas internacionais”.
Pede também ao presidente que recorde das palavras da ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 1979, Madre Teresa de Calcutá, que chamou o aborto de “o grande destruidor da paz hoje, […] porque é uma guerra direta, uma matança direta – um assassinato direto por parte da própria mãe”.
O jornal observou que o Nobel de Obama “suscitou um pouco de surpresa em todo o mundo, em primeiro lugar ao próprio presidente dos Estados Unidos”. Era a primeira vez, desde que Woodrow foi premiado em 1919, que um presidente norte-americano recebe o prêmio estando na ativa.
O artigo afirma que a concessão do prêmio a Obama enquanto está no cargo o converte em “uma forma de pressão para inclinar Obama para decisões pacíficas enquanto durar seu mandato”.
“Em base às decisões tomadas até a data, é difícil descrever o presidente como um pacifista convicto”, afirma L’Osservatore.
O diário observa que as políticas de Obama no “Iraque e Afeganistão parecem estar a meio caminho entre a fidelidade aos princípios pacifistas proclamados durante a campanha eleitoral e uma política mais realista, que alguns já descreveram como uma continuação da ‘belicista’ de Bush”.
“Trata-se de uma política oscilante, muito similar à que o presidente americano está levando a cabo em importantes questões bioéticas, sobretudo em relação com o aborto, que suscitou tanta controvérsia entre os católicos norte-americanos”, acrescenta.
Questões
L’Osservatore Romano também põe em questão o processo de eleição de quem será premiado à paz, observando que o Papa João Paulo II foi ignorado em duas ocasiões, em 1999 e 2003.
O Comitê do Nobel elegeu Médicos sem Fronteiras em 1999, e o advogado e ativista pelos direitos humanos iraniano Shirin Ebadi em 2003.
O pontífice havia sido “considerado um grande favorito em 2003, após sua condenação da guerra do Iraque”, afirma L’Osservatore. “Esse ano, muitas iniciativas e o favor de uma grande parte do mundo pareciam fazer-lhe o destinatário do prêmio. Foi considerado como o favorito, inclusive entre os apostadores”.
O Papa João Paulo II “foi considerado pelos membros do júri como conservador demais em outras áreas, e se temia que, premiando com ele a Igreja Católica, poder-se-ia favorecer uma importante confissão religiosa em detrimento das demais”.
“Esses medos”, observa o jornal vaticano, “foram superados no caso, muito mais controverso, do prêmio a Obama”.
“Uma vez mais, portanto, o Prêmio Nobel da Paz suscitou perguntas e críticas, dado que os critérios para a designação com frequência parecem influenciados pelo pensamento politicamente correto”, acrescenta L’Osservatore.
Em todo caso, “como já manifestou o diretor de imprensa da Santa Sé – conclui o artigo –, não podemos senão estar contentes de ver reconhecidos no presidente Obama o esforço pelo desarmamento nuclear e a propensão pessoal a uma política mais pacífica que a afirmar o poder americano no mundo”.

O GRANDE CÍNICO

[Olhando as notícias pela internet, achei uma que me deixou indignado, e verdadeiramente revoltado, resolvi postar no blog. Como sempre com [meus comentários.]

Saramago chama Igreja de “reacionária” e acusa Bento XVI de “cinismo”
Roma, 14 out (EFE).- O escritor português e Nobel de Literatura (1998) José Saramago chamou o papa Bento XVI de “cínico”[O que esperar de um homem com teorias marxistas? Não iria defender o nosso Papa que é defensor da verdade.] e disse que a “insolência reacionária” da Igreja precisa ser combatida com a “insolência da inteligência viva“[insolência? 2000 anos de luta pela fé e razão.].
“Que Ratzinger tenha a coragem de invocar Deus para reforçar seu neomedievalismo universal, um Deus que ele jamais viu, com o qual nunca se sentou para tomar um café, mostra apenas o absoluto cinismo intelectual”[E ele com o Marx dele? Ele nunca viu e nunca tomou um café] desta pessoa, disse Saramago em um colóquio com o filósofo italiano Paolo Flores D’Arcais, que nesta quarta lança “Il Fatto Quotidiano”.

Saramago, por sua vez, encontra-se na capital italiana para divulgar o livro “O Caderno” e se reunir com amigos italianos, como a vencedora do Nobel de Medicina Rita Levi Montalcini (1986).

No colóquio com Flores D’Arcais, Saramago afirmou que sempre foi um ateu “tranquilo”, mas que agora está mudando de ideia[dá pra perceber].

“As insolências reacionárias da Igreja Católica precisam ser combatidas com a insolência da inteligência viva, do bom senso, da palavra responsável. Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por supostos representantes de Deus na Terra, os quais, na verdade, só tem interesse no poder” [ho, coitado! E Marx, fica aonde? A Igreja sempre se preocupou com as pessoas. O único Poder dela é o Celeste, confiado por Cristo.], afirmou.

Segundo Saramago, a Igreja não se importa com o destino das almas e sempre buscou o controle de seus corpos [Ele não lê os escritos dos Santos, nem dos Papas. Talvez Marx é que se preocupava. Destacado uma frase sua: “Deus é o ópio do povo”].

Perguntado se o pouco compromisso dos escritores e intelectuais poderia ser uma das causas da crise da democracia, o escritor disse que sim. Porém, disse que este não seria o único motivo, já que toda a sociedade encontra-se nesta condição, o que provoca uma crise de autoridade, da família, dos costumes, uma crise moral em geral.

Saramago destacou que o fascismo está crescendo na Europa e mostrou-se convencido de que, nos próximos anos, ele “atacará com força”. Por isso, ressaltou, “temos que nos preparar para enfrentar o ódio e a sede de vingança que os fascistas estão alimentando”.

A visita de Saramago a Roma acontece a um dia do lançamento do seu mais novo livro “Caim”, no qual volta a tratar da religião.

[Bem, na conclusõ posso dizer que é um ateu infeliz, e quer encontrar na razão aquilo que só se encontra na religião. Infelizmente suas teorias é que são cínicas e impetulantes. Coitado! Ele que é cínico, e um GRANDE CÍNICO.]