O GRANDE CÍNICO


[Olhando as notícias pela internet, achei uma que me deixou indignado, e verdadeiramente revoltado, resolvi postar no blog. Como sempre com [meus comentários.]

Saramago chama Igreja de “reacionária” e acusa Bento XVI de “cinismo”
Roma, 14 out (EFE).- O escritor português e Nobel de Literatura (1998) José Saramago chamou o papa Bento XVI de “cínico”[O que esperar de um homem com teorias marxistas? Não iria defender o nosso Papa que é defensor da verdade.] e disse que a “insolência reacionária” da Igreja precisa ser combatida com a “insolência da inteligência viva“[insolência? 2000 anos de luta pela fé e razão.].
“Que Ratzinger tenha a coragem de invocar Deus para reforçar seu neomedievalismo universal, um Deus que ele jamais viu, com o qual nunca se sentou para tomar um café, mostra apenas o absoluto cinismo intelectual”[E ele com o Marx dele? Ele nunca viu e nunca tomou um café] desta pessoa, disse Saramago em um colóquio com o filósofo italiano Paolo Flores D’Arcais, que nesta quarta lança “Il Fatto Quotidiano”.

Saramago, por sua vez, encontra-se na capital italiana para divulgar o livro “O Caderno” e se reunir com amigos italianos, como a vencedora do Nobel de Medicina Rita Levi Montalcini (1986).

No colóquio com Flores D’Arcais, Saramago afirmou que sempre foi um ateu “tranquilo”, mas que agora está mudando de ideia[dá pra perceber].

“As insolências reacionárias da Igreja Católica precisam ser combatidas com a insolência da inteligência viva, do bom senso, da palavra responsável. Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por supostos representantes de Deus na Terra, os quais, na verdade, só tem interesse no poder” [ho, coitado! E Marx, fica aonde? A Igreja sempre se preocupou com as pessoas. O único Poder dela é o Celeste, confiado por Cristo.], afirmou.

Segundo Saramago, a Igreja não se importa com o destino das almas e sempre buscou o controle de seus corpos [Ele não lê os escritos dos Santos, nem dos Papas. Talvez Marx é que se preocupava. Destacado uma frase sua: “Deus é o ópio do povo”].

Perguntado se o pouco compromisso dos escritores e intelectuais poderia ser uma das causas da crise da democracia, o escritor disse que sim. Porém, disse que este não seria o único motivo, já que toda a sociedade encontra-se nesta condição, o que provoca uma crise de autoridade, da família, dos costumes, uma crise moral em geral.

Saramago destacou que o fascismo está crescendo na Europa e mostrou-se convencido de que, nos próximos anos, ele “atacará com força”. Por isso, ressaltou, “temos que nos preparar para enfrentar o ódio e a sede de vingança que os fascistas estão alimentando”.

A visita de Saramago a Roma acontece a um dia do lançamento do seu mais novo livro “Caim”, no qual volta a tratar da religião.

[Bem, na conclusõ posso dizer que é um ateu infeliz, e quer encontrar na razão aquilo que só se encontra na religião. Infelizmente suas teorias é que são cínicas e impetulantes. Coitado! Ele que é cínico, e um GRANDE CÍNICO.]