Procure ver a Deus

 [Essa historinha é muito interessante, e nos ensina a procurarmos a Deus, buscá-lo, e assim O encontraremos. O difícil não é encontrar a Deus, mas é fazer com que as outras pessoas O encontrem. Nem sempre os caminhos do Senhor nos agradam. Somos tomados por dificuldades e injustiças. Vemos no mundo miséria, fome, destruição e degradação da humanidade. Mas nós, como cristãos, assumamos a nossa cruz e nossa missão, por que se nós fizermos a nossa parte, já sentiremos a diferença no mundo]
Essa simples e profunda reflexão circula na internet; a fonte é desconhecida. Vale a pena ler.
Um homem foi a uma barbearia cortar o seu cabelo, 
E iniciou um diálogo com a pessoa que o atendeu.
Rapidamente começaram  a falar sobre tema de Deus.
O barbeiro diz: Eu não acredito que Deus exista, como você disse.
Por que diz você isso? Pergunta o cliente…
É    muito fácil, ao sair para a rua nos apercebemos
d    e que Deus não existe.
O… diga-me, por acaso se Deus existisse,   haveria tantos doentes?  Haveria meninos abandonados?…
Se Deus existisse, não haveria sofrimento nem tanta dor para a humanidade. 
Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.
O cliente calou-se pensando, e não quis responder para evitar uma discussão.
Ao terminar o corte do cabelo, saiu do estabelecimento e viu um homem com a barba e o cabelo comprido, todo sujo e maltrapilho. Entrou novamente na barbearia e disse ao barbeiro.
– Sabe uma coisa? Os barbeiros não existem.
 Como? Se aqui estou eu.
– Não…! diz o cliente, não existem, se existissem não haveria pessoas  com o cabelos e a barba tão grandes como a desse homem. 
 – Os barbeiros existem, essas pessoas é que não vêem a mim.
– Exato…! disse o cliente. Esse é o ponto.
– Deus existe, o que acontece é que as pessoas não vão até Ele, não O procuram, por isso há tanta dor e miséria.
E o barbeiro calou-se pensativo…
Procura primeiro a Deus.

Bento XVI deixa orientações para a leitura da Bíblia

 [Achei muito interessante a notícia, principalmente pela afirmação do Santo Padre, que ponho em destaque].


Bento XVI defendeu esta Segunda-feira no Vaticano que a leitura da Bíblia exige a “compreensão de cada texto individual a partir do conjunto”.

O Papa falava diante de 400 docentes, estudantes e funcionários do Instituto Bíblico Pontifício, por ocasião dos 100 anos da sua fundação.

Depois de sublinhar o aumento do interesse pela Bíblia no decorrer deste século, Bento XVI afirmou que “graças ao Concílio Vaticano II, em especial à Constituição dogmática Dei Verbum, compreendeu-se ainda mais a importância da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.

Esse mesmo documento, disse ainda, frisou a “legitimidade e necessidade do método histórico-crítico, resumindo-o em três elementos essenciais: atenção aos géneros literários: estudo do contexto histórico; exame do que se costuma chamar Sitz im Leben”.

Para Bento XVI, “o pressuposto fundamental sobre o qual repousa a compreensão teológica da Bíblia é a unidade da Escritura”.

O Papa deixou votos de que “a Sagrada Escritura se torne neste mundo secularizado não somente a alma da teologia, mas também a fonte da espiritualidade e do vigor da fé de todos os fiéis em Cristo”.

“É à Igreja que é confiado o ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, acrescentou.

Bento XVI saudou o que considerou como “autêntica renovação espiritual e pastoral” provocada pelo destaque dado à Bíblia, sobretudo na “pregação, catequese, estudo da teologia e diálogo ecuménico”.
Para esta renovação, afirmou, deu um contributo significativo o Instituto Bíblico Pontifício, com a pesquisa científica, com o ensinamento das disciplinas bíblicas e a publicação de estudos e revistas especializadas. O Papa citou também alguns docentes ilustres, como o Cardeal Bea, que formou mais de sete mil professores de Sagrada Escritura.

Bento XVI encorajou docentes e estudantes a prosseguirem neste caminho com renovado empenho, conscientes do serviço à Igreja que lhes é pedido, ou seja, “aproximar a Bíblia à vida do Povo de Deus”, para que este “saiba enfrentar de maneira adequada os desafios inéditos que os tempos modernos põem à nova evangelização”.