Basta povo brasileiro!

[Meus comentários]
Enquanto a população está distraída com a novela da enquete do Senado, PLC 122/06 é levado à votação apressada, sem passar por pauta

Julio Severo

Hoje, dia 10 de novembro, foi dia de susto no Congresso Nacional. Foi repentinamente aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado o PLC 122/06, que estava programado para passar por mais duas audiências nessa comissão. Essas duas audiências agora são desnecessárias, pois a senadora petista Fátima Cleide conseguiu colocar o projeto para votação sem comunicar na pauta normal de votação de hoje [como sempre o PT].

Enquanto a bancada evangélica estava elaborando seus argumentos para os debates das audiências e enquanto o Brasil estava distraído com a enquete do Senado e suas desculpas, Fátima Cleide e seus aliados passaram a perna em todos [quem votou nela e a apoiou deveriam ser excomungados].

O sistema automático do Senado, que avisa os assinantes das votações a se realizar, nada comunicou ao Brasil [nem se preocupam com a opinião do povo] .

O esquema de Cleide foi tão ardiloso que até mesmo no Senado os opositores do PLC 122/06 não tinham a mínima consciência de que sua votação ocorreria hoje [o demônio só trabalha a noite, ele não suporta a luz. Fica maquinando em sua mente como agir na escuridão], descansando tranquilamente na idéia de que havendo mais duas audiências programadas, seria impossível uma votação repentina.

O PLC 122/06 que foi maliciosamente aprovado hoje contém modificações elaboradas juntamente com o Senado Marcelo Crivella, pois em sua forma anterior o projeto estava enfrentando mais dificuldades para avançar. A fim de facilitar seu avanço, a negociação com Crivella adicionou idosos, deficientes e até evangélicos ao projeto [alguém me diz ainda que Crivella presta? Aliando-se ao demônio, logo ele que diz ser evangélico], que mesmo assim continua com sua carga explosiva de favorecimento ao homossexualismo e ameaça de perseguição ao direito de livre expressão contra a conduta homossexual.

Se o PLC 122/06 for totalmente aprovado no Congresso [queira Deus que não seja! Vamos rezar muito], pregações contra o homossexualismo cairão na categoria de “incitação à homofobia”, e mesmo sem nenhuma lei semelhante ao PLC 122/06, pastores e padres já estão sendo ameaçados no Brasil [Se todos agirem como os italianos agiram com a lei dos crucifixos, queo ver quem vai impedir de se denunciar o erro. Eu não ieri me calar, nem que me ameassem de prisão. O erro deve ser denunciado. Diz São Paulo: “Prega a Palavra, opurtuna e inoportunamente] . O Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, recebeu uma intimação em 2007 apenas por se opor ao homossexualismo.

O PLC 122/06 seguirá agora para a Comissão de Direitos Humanos e, se a senadora petista prosseguir nas suas ações “honestas”, terça-feira próxima (17 de novembro) haverá mais uma votação surpresa. Mesmo com a população brasileira sendo 99% contra o homossexualismo e mesmo sendo normal que haja debates, é impossível predizer quantos truques na manga Fátima Cleide irá usar para vencer esses “obstáculos”[ela deve ter, além de laços com magia negra, laços com o demônio. Ainda diz que “defende o povo].

Com a ajuda dela, os ativistas homossexuais estão dispostos a usar qualquer manobra para aprovar o PLC 122/06, inclusive adicionando idosos, deficientes e evangélicos e inclusive colocando-o para votação sem pauta e sem a participação democrática de parlamentares que poderiam votar contrariamente aos interesses dos que têm um único objetivo: impor goela abaixo da população a ideologia homossexual.

NA AUDIÊNCIA GERAL, O APELO DE BENTO XVI EM PROL DO SRI LANKA

Cidade do Vaticano, 11 nov (RV) – Bento XVI recebeu esta manhã, na Sala Paulo VI, milhares de fiéis para a Audiência Geral das quartas-feiras.

Em sua catequese, o papa falou do mosteiro de Cluny, que está completando mil e cem anos. Tratou-se de um movimento monástico de grande importância na Idade Média, que restaurou a observância da Regra beneditina. Este mosteiro colocou a celebração litúrgica no centro da vida cristã, embelezando-a com a música sacra, a arquitetura e a arte, convencidos de que é participação na liturgia celestial. Enriqueceu também o calendário litúrgico, acrescentando, por exemplo, a celebração de finados.

Cluny adquiriu logo fama de santidade, e deu origem a quase dois mil mosteiros em diversos países da Europa. Esta difusão foi possível também à sua dependência direta do Romano Pontífice, que liberava os mosteiros das ingerências das autoridades locais. Assim, puderam se opor à simonia na concessão de ofícios eclesiásticos, e fomentar maior estima pelo celibato e a moralidade dos sacerdotes.

Além disso, os monges de Cluny se ocupavam dos necessitados, da educação e da cultura quando não havia instituições para isso e criaram espaços de paz, em uma época de muita violência. Tudo isso abriu as portas ao reconhecimento do valor da pessoa humana e a necessidade da paz.

Eis o resumo que Bento XVI fez de sua catequese em português, seguida da saudação aos peregrinos: “Há mil e cem anos, nascia o mosteiro de Cluny segundo a observância da Regra de São Bento, cujos monges davam grande importância à liturgia porque estavam convictos firmemente de que era participação na liturgia do Céu. Os frutos de santidade multiplicaram-se e esta fama levou muitas outras comunidades monásticas a seguir a reforma de Cluny: no início do século XII a Ordem contava cerca de mil e duzentos mosteiros, a partir dos quais se foi delineando uma Europa do espírito. A eles se devem as chamadas «tréguas de Deus» e «a paz de Deus», duas instituições típicas da civilização medieval que foram cimentando, na consciência dos povos, dois elementos fundamentais da sociedade: o valor da pessoa humana e o bem primordial da paz. Saúdo os fiéis da paróquia Imaculado Coração de Maria em Criciúma e demais grupos vindos do Brasil. Para vós e todos os peregrinos lusófonos presentes, vai a minha saudação cordial, com votos de boa viagem de regresso às vossas terras e famílias, que vos esperam transfigurados pela graça desta romaria penitencial aos túmulos dos Apóstolos São Pedro e São Paulo. Também eu vo-lo desejo, ao dar-vos, propiciadora de abundantes graças celestes, a Bênção Apostólica”.

No final da Audiência Geral, o papa fez um apelo em prol do Sri Lanka. O pontífice recorda que se passaram seis meses desde o final do conflito que ensangüentou o país e nota com satisfação os esforços das autoridades que, nessas semanas, estão facilitando o regresso à casa dos refugiados de guerra.

“Encorajo vivamente uma aceleração deste empenho e peço a todos os cidadãos que trabalhem por uma rápida pacificação, no pleno respeito dos direitos humanos, e por uma justa solução política dos desafios que ainda aguardam o país.”

Por fim, Bento XVI fez votos de que a comunidade internacional esteja atento às necessidades humanitárias e econômicas do Sri Lanka, e eleva sua oração a Nossa Senhora de Madhu, para que continue a proteger “aquela amada terra”. (BF)

11 de novembro – São Martinho de Tours

Hoje celebramos a memória do Bispo São Martinho, que tornou-se intercessor e modelo de apostolado para todos nós.

Nasceu em 316 na Panônia (atual Hungria), numa família pagã que da parte do pai (oficial do exército romano) fez de Martinho um militar, enquanto o Pai do Céu o estava fazendo cristão, já que começou a fazer o Catecumenato.

Certa vez quando militar, mas ainda não batizado, Martinho partiu em duas partes seu manto para dá-lo a um pobre, e assim Jesus aparece-lhe durante a noite e disse-lhe: “Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este manto”. Então este homem de Deus foi batizado e abandonou a vida militar para viver intensamente a vida religiosa e as inspirações do Espírito Santo para sua vida.

Com a direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, Diácono, fundador do primeiro mosteiro na França e depois sacerdote que formava os seus “filhos” para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos; diferenciando-se com isso dos mosteiros do Oriente.

Por ser fiel no pouco, São Martinho recebeu o mais, que veio com a sua Ordenação para Bispo em Tours. Isto não o impediu de fundar ainda muitos outros mosteiros a fim de melhor evangelizar sua Diocese. Entrou no Céu em 397.

Discorrendo sobre ele, disse o Papa Bento XVI: O gesto caritativo de São Martim se insere na lógica que levou a Jesus a multiplicar os pães para as multidões famintas, mas sobretudo a dar-se a si mesmo como alimento para a humandade na Eucaristia. (…) Com esta lógica de compartilhar se expressa de modo autêntico o amor ao próximo. (Alocução do Ângelus, de 11 de novembro de 2007).

São Martinho de Tours, rogai por nós!

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