18 de novembro – Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo

Basílica de São Pedro – Vaticano
Basílica de São Paulo

A Basílica de São Pedro (em latim Basílica Sancti Petri, em italiano Basilica di San Pietro) é uma basílica no Estado do Vaticano, tratando-se da maior das igrejas do cristianismo e um dos locais cristãos mais visitados. Cobre um área de 23000 m² ou 2,3 hectares (5.7 acres) e pode albergar mais de 60 mil devotos (mais de cem vezes a população do Vaticano). É o edifício com o interior mais proeminente do Vaticano, sendo sua cúpula uma característica dominante do horizonte de Roma, sendo adornada com 140 estátuas de santos, mártires e anjos. Situada na Praça de São Pedro, sua construção recebeu contribuições de alguns dos maiores artistas da história da humanidade, tais como Bramante, Michelangelo, Rafael e Bernini.

Foi provado que embaixo do altar da basílica está enterrado São Pedro (de onde provém o nome da basílica) um dos doze apóstolos de Jesus e o primeiro Papa e, portanto, o primeiro na linha da sucessão papal. Por esta razão, muitos Papas, começando com os primeiros, têm sido enterrados neste local.[5] Sempre existiu um templo dedicado à São Pedro em seu túmulo, inicialmente extremamente simples, com o passar do tempo, os devotos foram aumentando o santuário, culminando na atual basílica. A construção do atual edíficio sobre o antigo começou em 18 de abril de 1506 e foi concluído em 18 de novembro de 1626, sendo consagrada imediatamente pelo Papa Urbano VIII. A basílica é um famoso local de peregrinação, por suas funções litúrgicas e associações históricas. Como trabalho de arquitetura, é considerado o maior edifício de seu período artístico.

A Basílica de São Pedro é uma das quatro maiores basílicas de Roma, sendo os outros a Basílica de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Contrariamente á crença popular, São Pedro não é uma catedral, uma vez que não é a sede de um bispo. Embora a Basílica de São Pedro não seja a sede oficial do Papado (que fica na Basílica de São João de Latrão), certamente é a principal igreja que conta com a participação do Papa, pois a maioria das cerimônias papais se realizam na Basílica de São Pedro devido ao seu tamanho, a proximidade com a residência do Papa, e a localização privilegiada no Vaticano.

A Basílica de São Paulo Extramuros localiza-se ao longo da Via Ostiense, próximo à margem esquerda do Tibre e a aproximadamente 2 km da Muralha Aureliana, saindo pela Porta São Paulo, resultando o nome: fuori le mura (fora do muros, extra-muro).

No local onde foi erguida a basílica, reza a tradição, é onde o apóstolo Paulo, ao qual é dedicada a igreja, foi sepultado e o túmulo do santo se encontra debaixo do altar maior, dito altar papal. Por esta razão houve, ao longo dos séculos, um grande movimento de peregrinação. A partir do século XIII, data do primeiro Ano Santo, faz parte do itinerário jubilar para obter-se indulgência e ver celebrar a abertura da Porta Santa.

A construção que tem 131,66 m de comprimento, largura 65 m e altura 29,70 m, é imponente e representa pela grandeza a segunda dentre as quatro basílicas patriarcais de Roma. A atual basílica é uma reconstrução do século XVIII da antiga basílica paleocristã do tempo de Constantino.

A basílica, e todo o complexo anexo, como o claustro e o mosteiro, não fazem parte da República Italiana mas são propriedades da Santa Sé.

Túmulo de São Paulo
Desde 2002 foram efectuadas escavações arqueológicas na basílica que em 2006 encontraram um túmulo de baixo do altar-mor da basílica.

O túmulo – que já em 390 se acreditava ser de São Paulo – tem inscrita a frase “Paulo Apostol o Mart” (Paulo, apóstolo mártir), apresenta uma abertura e foi encontrado entre os dois templos que foram construídos um sobre o outro.

A sepultura do apóstolo deverá ser exposta na Basílica. O Papa Bento XVI autorizou o estudo científico do achado. Apesar de não ter sido aberto, foi feito um pequeno orifício e as investigações feitas com recurso a uma microcâmara, que recolheu várias partículas e fragmentos, confirmam que tratar-se de um túmulo datado dos séculos I e II.

O exame do carbono 14 a fragmentos de osso confirmou que se trata de uma pessoa que viveu entre o século I e II, tendo o papa referido que “isso parece confirmar a tradição unânime e incontestável de que se trata dos restos mortais do Apóstolo Paulo”.

PAPA: "BELEZA CONDUZ A DEUS"

Cidade do Vaticano, 18 nov (RV) – O papa concedeu esta manhã audiência a peregrinos, romanos e turistas, na Sala Paulo VI. No dia em que a Igreja celebra as Basílicas de São Pedro e São Paulo, Bento XVI falou das catedrais como uma das criações artísticas mais elevadas da humanidade; fruto da fé na Idade Média cristã.

As catedrais românicas se distinguem pela solidez de suas paredes, por suas abóbodas, por seu tamanho e suas linhas, simples e essenciais. Como novidade, introduziram as esculturas, cujo papel era principalmente pedagógico.

Em seus pórticos, predomina a representação de Cristo como juiz universal, significando que Ele é a porta que leva ao Céu. Entrando na Igreja e participando da celebração litúrgica, os fiéis podiam saborear, antecipadamente, a bem-aventurança eterna.

As catedrais góticas, por sua vez, são uma síntese harmoniosa de fé e de arte. Diferenciam-se das românicas por serem mais altas e luminosas. Com sua linha arquitetônica, expressavam o anseio da alma a Deus.

A escultura gótica, representando cenas do Evangelho, dos mistérios do ano litúrgico, da Virgem Maria ou dos santos, fez daqueles templos “Bíblias de pedra”.

A arte românica, assim como a gótica – explicou o papa – não pode ser entendidas se não for levada em conta a alma religiosa que as inspirou. Isso nos recorda – concluiu – que o caminho da beleza é um percurso privilegiado para aproximarmo-nos ao Mistério de Deus.

No final do encontro, o papa recordou que sexta-feira decorre o 20º aniversário da adoção da Convenção sobre os direitos das crianças. Na sede da ONU, em Nova York, será celebrado o Dia Mundial de Oração e Ação pelas Crianças.

Bento XVI dirigiu seu pensamento a todas as crianças do mundo, destacando especialmente os menores que vivem em situações difíceis, violados e abusados, sofrem por causa de doenças, guerras ou fome.

Como é tradição, o papa saudou os fiéis em várias línguas, inclusive o português, com as seguintes palavras:

“Queridos irmãos e irmãs,

Fruto de uma profunda harmonia entre a fé cristã e a cultura, a Idade Média viu nascer uma das maiores criações artísticas da civilização universal: as igrejas e catedrais românicas e góticas. A partir do século IX, surgem as sólidas construções românicas caracterizadas pelo aumento das dimensões longitudinais e pelas suas abóbodas em pedra com traços simples e essenciais. Nos séculos XII e XIII, chega-se às majestosas catedrais góticas, que se distinguem das românicas pela altura esguia das construções e a sua luminosidade. O objetivo era traduzir, através das suas linhas arquitetônicas, o desejo de Deus no coração do homem. Contemplando a força do estilo românico e o esplendor do gótico, adentramo-nos na senda da beleza, que é um caminho privilegiado e fascinante para nos aproximar do Mistério de Deus”.

A minha saudação a todos peregrinos de língua portuguesa, com uma bênção particular para o grupo vindo do Brasil. Que Nossa Senhora vos acompanhe e ampare na caminhada da vida e no crescimento cristão, conservando a vós e a quantos vos são queridos na perene amizade de Deus.

O pontífice convidou os fiéis a unir-se à sua oração e apelou à Comunidade internacional para que multiplique seus esforços a fim de oferecer uma resposta apropriada aos dramáticos problemas da infância. Ao mesmo tempo, auspiciou o generoso envolvimento de todos para que sejam reconhecidos os direitos das crianças e respeitada sempre mais a sua dignidade.
No final do encontro Bento XVI concedeu a todos a sua bênção.
(CM)

PL 122/2006

Senhores senadores,

Será que a luta contra a ditadura foi em vão?

Acho que não!

Não podemos acabar com a liberdade de expressão. Condenamos a prática homossexual, mas amamos o homossexual. Não aprove a PL 122/2006.

Será que o povo brasileiro não conta? Cabe a cada um de vocês decidirem isto.

Mas se aprovarem, onde está a democracia?

Democracia é, também, liberdade de expressão. Liberdade esta que deve ser preservada pelos nossos governantes, esta é a função do governo. Se não for para isto, que adianta?

Não se pode, de nenhuma forma, e em nenhuma hipótese impedir isto.

Se nós vivemos em uma democracia, queremos leis democráticas. Queremos sentir esta democracia.

Mas uma vez recordo: NÃO APROVEM ESTE PROJETO ABSURDO.

Recordem-se que valores não podem ser impostos a força, mas pelo diálogo. Lembrem-se que diversos problemas irão surgir, ou vão ser favorecidos com tal projeto: pedofilia, prostituição e etc.

Pensem nas futuras gerações de vossas famílias.

A Igreja não vai se calar, e muito menos eu, ou nossos irmãos de outras religiões. Denunciar as obras do mal é um dever cristão e nós faremos isto.
Com votos de Paz e estima, na certeza de que o povo será escutado,

Ian Farias de Carvalho, cidadão brasileiro.

Libertinagem ou liberdade?

Nos últimos dias fomos tomados por uma notícia muito triste: uma aluna que foi expulsa devido a roupa que usava para ir à Faculdade. O problema não é apenas a roupa, mas o fato dela ter se exposto, literalmente, na Faculdade.

Ora, já ouvi diversas opiniões contraditórias que defendem ou condenam a atitude da jovem. Não estou aqui para defender nenhuma posição, mas na minha concepção não devemos culpar a Faculdade Uniban por sua atitude de expulsar a jovem (já revogada, justamente?). Vivemos em um tempo forte de crise na educação e nos bons costumes éticos e morais. As vestes da jovem e o seu comportamento já dizem por si o que isso significa. O mau costume, o desrespeito e a perda de valores nas escolas e faculdades tem criado jovens cada dia mais acostumados a viverem conforme o seu desejo. 

Mas por que apedrejar a faculdade? Essa atitude de expulsá-la não é culpa de ninguém senão da própria estudante. A veste inadequada para o ambiente em que ela estava nos prova que a sua atitude ratifica o que já pensamos. Essa crise sem pudor a qual a sociedade experimenta envolve todo um conjunto de fatores, a sexualidade é o primeiro deles.

Na minha concepção – talvez você não concorde caro leitor, e respeito isto – se um(a) jovem, se valoriza ele sabe até mesmo o limite do seu comportamento, das suas vestes e etc. Sabe preservar o seu corpo. Infelizmente não foi isto que vimos. 

Estamos desnorteados com o rumo da educação. Preservar o corpo é uma questão de moral. Mesmo em meio a um mundo onde sabemos que as Faculdades pregam o ateísmo, o egocentrismo, e nada valorizam dos valores cristãos. Professores dançando exibidamente, alunas com roupas desapropriadas. Educação é algo que vem de berço, mas deve ser também algo que venha com ajuda do governo. Se as nossas escolas e faculdades não tem moral para servir de exemplo, por que culpar os alunos?

É certo que não precisaria uma confusão de tamanha proporção.

Os limites quando extrapolados passam a ser supérfluos, e isto é um risco perigoso. São Paulo recorda que “o corpo é para o Senhor, e o Senhor para o corpo” (1 Cor. 6,13).

Tudo é uma questão de avaliar o método de ensino, e impor limite aos alunos.
 
Aluno que preserva seu corpo sabe preservar seu pensamento. Se não queremos que entrem em uma Igreja, Hospital, Prefeitura, porque então em uma Faculdade?


Liberdade tem limite, mas isso já é libertinagem explícita.

Peço desculpas a quem não concorda comigo. Mas infelizmente não posso agradar a todos. Respeito é algo que existe também nas escolas e faculdades.  

Vamos rezar para que os jovens das demasiadas faculdades possam se respeitar, e respeitar o próximo. Isso sim é estudar: ensinar aprendendo, e aprender ensinado. 

Se todos pensassem nisto as nossas faculdades seriam bem diferentes.