Ainda ele?!


Fonte: AFP

[Meus comentários]

Há muito tempo eu não via uma notícia de Hans Küng e suas sandices rebeladas contra a Igreja. Finalmente hoje poderei deleitar-me neste doutor de “meia-tigela” que já me encheu o saco demais. Não são comentários bem-humorados, particularmente eu não acho, quem quer humor vai pro blog do Frei Rojão.

ROMA — O teólogo rebelde suíço Hans Kung, suspenso do ensino, em 1979, por suas posições progressistas, instou ao clero da Igreja Católica que se rebele contra o pontificado de Bento XVI, diante dos atuais escândalos de abusos de menores envolvendo sacerdotes pedófilos [Era o que faltava! Realmente estou pasmo. Mas o que esperar desse rebelado, que mais parece um Judas Iscariotes? É o cumulo dizer que a culpa da pedofilia é do Papa. Isso é um teólogo ou um esterco? A resposta está a seu critério. O Papa anda com bola de cristal para saber quem é pedófilo ou não? ]

Em carta aberta dirigida a todos os bispos do mundo e reproduzida pela imprensa europeia, Kung, criticou o pontificado de Bento XVI, que na segunda-feira completará cinco anos, considerando-o um tempo de oportunidades perdidas. [Isso não é mais novidade. Não foi só hoje que ele criticou. Ele nunca está feliz com nada. Até a unidade dos cristãos que ele tanto falava, agora está criticando. Mas se o Papa “tranca” as portas da Igreja ele vai dizer que a Igreja é retrógada e blá, blá, blá]

Kung, que se tornou professor ao mesmo tempo que o atual Papa, a quem conheceu em uma sessão teológica em Innsbruck (Áustria), em 1957, e com quem trabalhou entre 1962 e 1965 como conselheiro no Concílio Vaticano II e de quem se distanciou em seguida por questões doutrinárias, estimou que o Papa alemão perdeu a chance de superar os grandes desafios da Igreja, os quais enumerou em sua longa carta.

“Minhas esperanças e as de tantos católicos e católicas comprometidos infelizmente não se cumpriram (…). No tocante aos grandes desafios do nosso tempo, seu pontificado de apresenta cada vez mais como o das oportunidades desperdiçadas, não como o das chances aproveitadas”, escreveu. [Desperdiçada? E o encontro com judeus e mulçumanos? A unidade que ele busca incessantemente; a valorização da Eucaristia e da Missa, onde o único centro é Cristo. Isso é desperdício? Desde o início do pontificado de Bento XVI, Küng já criticava o Papa, não é novidade, como disse não é novidade]

O teólogo analisou os recentes escândalos de pedofilia dentro da Igreja e que, segundo ele, levaram a uma “crise de confiança e de liderança sem precedentes”.

“Com razão, muitos pedem um ‘mea culpa’ pessoal do então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e atual Papa. Mas, infelizmente ele deixou passar a oportunidade na Sexta-feira Santa e, ao contrário, testemunhou sua inocência no domingo de Páscoa”, escreveu Kung. [Testemunhou porque ele é inocente. Ele não se finge de lobo em pele de cordeiro]

O professor suíço sustentou que “a política de restauração de Bento XVI fracassou. Todas as suas aparições públicas, viagens e documentos não são capazes de modificar, no sentido da doutrina romana, a postura da maioria dos católicos em questões controversas, especialmente no campo da moral sexual”. [Modificar a Moral sexual? É o cúmulo da sandice].

“Nem mesmo os encontros papais com a juventude, aos quais assistem, sobretudo, grupos conservadores carismáticos, podem frear os abandonos da Igreja, nem despertar mais vocações sacerdotais”, comentou.[Ele anda bem desatualizado. A Igreja tem um número crescente de sacerdotes e de vocações. Basta olhar os últimos dados. Quanto as jovens, não preciso falar nada, basta ver a Jornada Mundial da Juventude, só em Madrid, próximo ano, se esperam 2 milhões de jovens]

Kung instou os bispos a romperem o silêncio diante das diretrizes do Vaticano que considerem errôneas porque a obediência ilimitada se deve unicamente a Deus e não deve impedir que se diga a verdade.

“A obediência incondicional só se deve a Deus. Todos vocês, ao serem consagrados como bispos, juraram obedecer incondicionalmente ao Papa, mas não sabem que nenhuma autoridade humana merece esta obediência incondicional, só Deus. Por isso não devem sentir-se limitados por seu juramento”, sustentou. [Todos os Bispos prestam obediência ao Papa porque tem noção de que, no Papa, repousa o Espírito Santo, e ele é escolhido por Cristo para ser Pastor das suas ovelhas, para que estas não se dispersam].

O teólogo rebelde pediu a celebração de um concílio ou pelo menos um sínodo representativo de bispos e cardeais. [Espera sentado!]

“Inúmeras pessoas perderam a confiança na Igreja Católica. Para recuperá-la, só valerá abordar de forma franca e honrada os problemas e as reformas consequentes”, afirmou. [Sem comentários. Com hereges não se discutem]

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