Um grande dia para a Igreja e para os católicos


16 de abril aniversário do Santo Padre Bento XVI, e dia 19 aniversário de sua eleição. É um grande momento para nós católicos e para a Igreja. Uma data histórica que põe ante nossos olhos a urgente necessidade de elevarmos, incessantemente, preces em louvor a Deus pelo Ministério do Sucessor de São Pedro.

Quem é para nós Bento XVI? Uma figura que em nossos dias hodiernos não cessa de apontar-nos o caminho para o Cristo. Esse “Bento Magno”, que a Igreja e que nós católicos reconhecemos na importante figura de um grande teólogo e pastor, oriundo de um Joseph Alois Ratzinger tímido, mas com sua grande sabedoria, e com esta soube dissipar da Igreja as trevas e ignorâncias do erro, e as mais contrárias e singulares correntes modernistas e heréticas dos nossos tempos.

Para a Igreja, Bento XVI não é um simples Papa, mas que isso: é um sinal, um porto seguro, por assim dizer, onde a Igreja ruma para seu encontro definitivo com Cristo. E ele guia esta Barca, a Barca de Pedro. A barca dos homens que, mesmo temerosos em sua fé, confiam e nele vêem a amável figura de um pai que os guia de forma destemida, sem medo da sociedade hodierna e de suas tendências anti-católicas. Mas é sobretudo a Barca de Cristo. Um Cristo que não abandona a Sua Igreja, e que constantemente põe-se do lado do Santo Padre. E por isso muitos o perseguem, o caluniam, o rejeitam. Rejeitam a voz de Cristo na terra, rejeitam o representante de Cristo em nosso meio, e, por conseguinte rejeitam o próprio Cristo. Como, de fato, Ele nos fala: “…e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou(Lc 10, 16).

Sim, esta é a missão do Papa: ser portador do Evangelho, portador do Cristo. No entanto nem todos o aceitam. Muitos não reconhecem nele o enviado de Cristo.

Recentemente, tomados pelo grande escândalo de pedofilia que envolveu alguns membros do clero, o Santo Padre foi injustamente caluniado e injustamente culpado pelo erro de certos “padres”. A imprensa, que nunca nutriu boa imagem do Papa, desde que este era Cardeal, atacou vorazmente este grande Servo de Deus. Mas este não vacilou em nenhum momento. Sempre esteve convicto de sua posição de defensor do Evangelho e nunca deixou que nenhuma crítica o abalasse.

Seu lema é muito propício à característica de seu pontificado. Ele vive radicalmente o seu lema: “Nos ergo debemus sublevare huiusmodi, ut cooperatores simus veritatis – Devemos, portanto, acolher esses homens, para sermos cooperadores da Verdade” (3 Jo 1, 8). Sim, assim como Bento XVI, nós, membros incorporados da Igreja, fiéis ao Evangelho, devemos manifestar a nossa missão em sermos cooperadores da Verdade.

Rezemos, irmãos e irmãs, incessantemente pelo nosso Papa Bento XVI, neste seu Pontificado marcado por sinais de unidade e de paz. Com grandes conquistas o Papa conquista também a confiança do povo, e, sobretudo, nos dá a certeza de que o Espírito Santo escolheu muito bem ao colocá-lo como o grande dirigente desta Igreja, Santa e pecadora. Que o Senhor o conserve muitos anos nesta Cátedra.

Parabéns Santidade! Nós fiéis temos muito orgulho do Senhor.

Ad multos annos!

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