A coerência da fé e a incoerência da maçonaria


É sempre salutar recordarmos que a Igreja Católica de forma alguma compactua com a maçonaria ou tem algum tipo de relação com ela. São duas extremidades diferentíssimas. Fiquemos atentos às advertências daquela que é nossa Mãe e Mestra, sobretudo mediante a epidemia de missas que tem sido celebradas em prol da maçonaria.

E lembrando o que escrevera o Sumo Pontífice Clemente XII na Sua Bula In Eminenti Apostolatus Specula, já postada aqui no blog:

“Deste modo, Nós ordenamos precisamente, em virtude da santa obediência, que todos os fiéis de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade ou preeminência, seja esta clerical ou laica, secular ou regular, mesmo aqueles que têm direito a menção específica e individual, sob qualquer pretexto ou por qualquer motivo, devam ousar ou presumir o ingresso, propagar ou apoiar estas sociedades dos citados Liberi Muratori ou Franco-maçons, ou de qualquer outra forma como sejam chamados, recebê-los em suas casas ou habitações ou escondê-los, associar-se a eles, juntar-se a eles, estar presente com eles ou dar-lhes permissão para se reunirem em outros locais, para auxiliá-los de qualquer forma, dar-lhes, de forma alguma, aconselhamento, apoio ou incentivo, quer abertamente ou em segredo, direta ou indiretamente, sobre os seus próprios ou através de terceiros; nem a exortar outros ou dizer a outros, incitar ou persuadir a serem inscritos em tais sociedades ou a serem contados entre o seu número, ou apresentar ou a ajudá-los de qualquer forma; devem todos (os fiéis) permanecerem totalmente à parte de tais Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações ou Convenções, sob pena de excomunhão para todas as pessoas acima mencionadas, apoiadas por qualquer manifestação, ou qualquer declaração necessária, e a partir da qual ninguém poderá obter o benefício da absolvição, mesmo na hora da morte, salvo através de Nós mesmos ou o Pontífice Romano da época”.

Um pensamento sobre “A coerência da fé e a incoerência da maçonaria

  1. A maçonaria pertence às sociedades secretas de origens antiquíssimas, reporta inicialmente ao Éden, e foi apropriada por varios influentíssimos judeus dominadores da economia mundial, de práticas ocultistas, idéias materialistas e teológico-subjetivistas, portanto secular arquiinimiga da Igreja.
    A constituição atual data de 1723, promulgada pelo protestante presbiteriano James Anderson; pretendia derrubar nos tempos da Revolução Francesa a monarquia e a Igreja, instaurando um reino igual à Nova (Des)Ordem Mundial-Nova Era-NWO, senão ela mesma, em que o homem se “ilumina e transcende-se”, possuindo condenação formal do S Padre Clemente XII já em 1738, sequencial e unanimente, inclusive pelo S Padre Bento XVI, ratificada em 17/02/81 pela CDF, impondo sobre os católicos exclusão automática da Igreja sob qualquer associação ou participação em suas assembléias e cultos – cânon n° 2335 – pois existem incompatibilidades doutrinárias contrastantes.
    É sabido a maçonaria é uma coligação de muitas seitas secretas não tão determináveis, mas subsidiada por partidos comunistas e alguns da ala protestante, dos que se infiltram na Igreja, tornando-se aparentes membros com intuito de a implodir, comportando-se similarmente à esquerdista Teologia da Libertação que é de base marxista; até o NY Times já denunciou assedio de maçons e protestantes contra ao papado.
    A maçonaria insinua um deísmo subjetivista; é uma doutrina ultra relativista e racionalista, admitindo apenas proposições aceitas pelo empirismo científico como no social-comunismo e aproxima-se do protestantismo; paradoxo com a fé tradicional da Igreja católica transcendente que crê em nova vida, ressurreição da carne, futuro novo aos que morrerem em Cristo para a eternidade; aliás, muitos pastores influentes são maçons, denuncias recíprocas até deles.
    Inadmite a Verdade Única, Deus, mas um outro – Grande Arquiteto do Universo – G.A.D.U., de modo vago, subjetivo, e há desacertos quanto à cosmologia: a visão do mundo deles não é unitária, idem relativo-subjetivista.
    Também aqui sua doutrina diverge com a Igreja por admissão de crenças secretas anexas à Nova Era-NWO – self service de religiões ocultistas à escolha do cliente – por se incluir na diversidade espiritista, umbandista, mediúnica e em suas extensas ramificações esoteristas. Em Mt 6,24: Ninguém pode servir a dois senhores: com efeito ou odiará um e amará o outro. Em Rs 17,16…Abandonaram todos os preceitos do Senhor, seu Deus… Serviram a Baal.
    Por outro lado, correlaciona-se com seitas e religiões orientais holísticas de meditações transcendentais como a Yoga, Seicho-no-ie etc., em que se configuram panteísmo e deísmo subjetivistas exacerbados que, por meio de práticas meditacionais transcendentais apropriadas, as pessoas auto realizam-se plenamente, incompatibilizando-as idem.
    Convém notar que as práticas religiosas acima admitem que o homem auto liberta, embora se pautem em itinerários, cultos e doutrinas com suas peculiaridades, sem exceção, desembocam todas ao final num mesmo local: nas extensas ramificações esotéricas em suas diversidades, constituindo-as todas por isso em suas similaridades de culto vinculadas ao satanismo.
    Agregar-se um católico à maçonaria formalmente definida pela Igreja como “Sinagoga de Satanás” é tornar-se maçon que se diz católico, o qual por aderir sob qualquer pretexto apostasia-se, exclui-se da Igreja no ato; é associar-se para a eternidade ao corpo místico de Satanás, o qual é o patrocinador e instigador da seita; aliás, era praticada pelo satanista e pai dos comunista Marx que blefava: “Quero me vingar d’Aquele que governa lá em cima”, “Quero destronar a Deus do Céu e exterminar o capitalismo da terra”, dentre mais similares.

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